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Estado de Minas

MERCADO S/A - Recordes nos ares


postado em 23/07/2018 06:00 / atualizado em 23/07/2018 08:31




'Estamos tão satisfeitos com o desempenho que já estudamos incrementar o número de voos para o próximo ano'

A companhia aérea espanhola Air Europa está batendo recordes no mercado brasileiro. No primeiro semestre, a empresa transportou 157,8 mil pessoas na rota entre o Brasil e Europa, com ocupação de 92% dos voos que partiram de São Paulo e de 80% dos que saíram de Salvador (BA). “Estamos tão satisfeitos com o desempenho que já estudamos incrementar o número de voos para o próximo ano”, diz Enrique Martín-Ambrosio, executivo que comanda as operações no Brasil. Os recordes no setor aeroportuário não se limitam às companhias áreas. A holding Higi Serv, uma das maiores empresas de terceirização de serviços do país, registrou crescimento de 500% no ano passado em sua divisão voltada a aeroportos, desde a operação de raio X até o controle de bagagens e limpeza. A empresa é responsável pelo funcionamento do premiado aeroporto de Curitiba, além dos terminais de Foz Iguaçu, Florianópolis e Porto Alegre.

Deco entra em campo
e vira dono de clube

O ex-jogador Deco (foto) vai investir no futebol. Naturalizado português, ele é sócio da Panther Sports Enterprise, que a partir de agora passa a ser dona de 70% do clube Oliveirense, da cidade de Oliveira de Azeméis, em Portugal. Deco, que brilhou com a camisa do Barcelona, ficará com a responsabilidade de atrair projetos. A primeira missão dos novos controladores será colocar de pé a reformulação do estádio do Oliveirense, orçada em 3 milhões de euros.

Fabricante de calçados sofre com idas e vindas da Justiça

Em 10 dias, um grupo calçadista gaúcho teve sua falência decretada, conseguiu um recurso para voltar a abrir as portas e na sexta-feira faliu novamente. A empresa é dona das marcas Crysalis Sempre Mio, Calçados Glauben e Goldem Dreams. A liminar que autorizou a volta das atividades foi dada pelo juiz Alex Custódio, do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, o mesmo que três dias depois decidiu pela validade da falência.

16,7%
é quanto cresceu a produção de motos no primeiro semestre de 2018, segundo dados da Abraciclo, a entidade que reúne fabricantes do setor de duas rodas. Saíram das fábricas 494,7 mil unidades, ante 423,7 mil no mesmo período do ano passado

Alívio na Cabify
A Cabify, principal concorrente do Uber no Brasil, ganhou mais um round na briga travada na Justiça contra ex-motoristas. Na semana passada, a juíza Christina de Almeida Pedreira, da 48ª Vara do Trabalho de São Paulo, concluiu que não há relação de emprego entre as partes. Essa foi a primeira vez que o Judiciário paulista emitiu veredito sobre o tema para a empresa. “É uma decisão muito significativa para o setor de mobilidade”, diz Juliana Minorello, diretora jurídica da Cabify Brasil.

 

 

RAPIDINHAS

 

» Para melhorar a sua imagem, a Intercement, vice-líder no mercado cimenteiro do Brasil e que faz parte do grupo Camargo Corrêa, criou cartilha com iniciativas sociais e sustentáveis. Entre as ações estão a troca, na alimentação dos fornos, de coque de petróleo, de alto impacto ambiental, por lixo doméstico e biomassa. O projeto chegará às 40 fábricas no mundo.

» O lixo está virando um bom negócio para muitas empresas brasileiras. O grupo paranaense Philus, especializado em gestão de resíduos, está investindo R$ 10 milhões para aperfeiçoar tecnologias e ampliar a sua área de atuação. O foco agora é partir para outros estados.

» O Brasil é mesmo um país peculiar. A Caixa Econômica Federal obteve em 2017 o maior lucro de sua história: R$ 12,5 bilhões. Mesmo assim, precisou de R$ 2 bilhões do governo para fechar as contas e cumprir regras internacionais de proteção contra perdas em operações de crédito. Qual é o sentido disso?

» Um debate ganha força em países ricos: a jornada de quatro dias. Na Suécia, Noruega e Nova Zelândia, diversas empresas adotaram a medida. Os resultados surpreenderam, inclusive com aumento da performance financeira das companhias. Os que defendem a iniciativa argumentam que ela melhora a produtividade e é a saída para reduzir o consumo de energia e os níveis de poluição.

 

 

 

Os clientes dos bancos tradicionais estão cansados
de tarifas”

Alexandre Riccio,
vice-presidente do
Banco Inter

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