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Estado de Minas

Risco Brasil afasta investidores


postado em 26/06/2018 06:00 / atualizado em 26/06/2018 08:28

(foto: Arte/Soraia Piva)
(foto: Arte/Soraia Piva)

Poucos indicadores são tão precisos para indicar a solidez econômica de um país do que os investimentos estrangeiros. São eles que revelam o grau de confiança – ou a falta dela – em uma determinada nação. Para quem recebe o dinheiro, os efeitos são imediatos. Investimentos maciços alimentam os cofres do governo com impostos, criam empregos e geram negócios para fornecedores e empresas parceiras. Enfim, engordam o PIB. Por isso, é triste constatar que o Brasil está enxotando o capital internacional. Entre janeiro e abril, os aportes tanto nas empresas quanto na bolsa caíram 30%, o pior resultado desde os anos Dilma Rousseff. Os números de abril são devastadores. O volume de recursos de outros países para setores produtivos foi de US$ 2,6 bilhões, o menor nível para o mês desde 2006. O motivo é sabido por todos: as incertezas que pairam sobre o resultado das eleições. O mercado e a empresas correm de lugares que possam trazer algum risco. O Brasil é um deles.

Nos games para celular, o Brasil é campeão
O mercado brasileiro de jogos para celular está em ascensão e se igualará ao americano em 2022, segundo relatório da empresa de dados App Annie. Nos próximos quatro anos, os brasileiros devem fazer 3,61 bilhões de downloads de games móveis, pouco abaixo 3,62 bilhões estimados para os Estados Unidos. De acordo com o estudo, a aproximação se dará porque o setor deverá crescer 6,5% por ano no país, mais do que em qualquer outro lugar. Hoje em dia, os jogos mobile movimentam US$ 60 bilhões anuais.

"A Europa se transformou em um arquipélago composto de múltiplas ilhotas dispersas. A capacidade de chegar a compromissos, compartilhar opiniões e cooperar de modo prático se deteriorou"

Enzo Moavero Milanesi, ministro italiano das Relações Exteriores, ao defender a ideia de que a crise migratória ameaça a União Europeia

O Boticário pega a rota para o interior
O CEO do Boticário, Artur Grynbaum, está com o plano de expansão de sua empresa bem definido: investir no interior do país. No comando da maior rede de franquias do Brasil, com 3.762 unidades, ele acredita que, nas próximas décadas, a riqueza nacional se concentrará nas cidades de pequeno e médio portes. Com faturamento de R$ 12,3 bilhões no ano passado, o Boticário tem a ambição de ser também a maior marca brasileira de cosméticos.

4%
de todas as importações no mundo estão sujeitas a tarifas adicionais se as sanções impostas pelos Estados Unidos aos produtos chineses se concretizarem. Realizado pela consultoria britânica Oxford Economics, o estudo aponta outras graves consequências: o efeito negativo seria de 0,3% no PIB americano e de 0,2% no chinês

Robô-cozinheiro faz hambúrguer em 5 minutos
Está marcado para amanhã o “nascimento” do primeiro hambúrguer fabricado por robôs. O produto é uma invenção da Creator, empresa de São Francisco (EUA) especializada em tecnologia. O robô-cozinheiro está equipado com 20 computadores, 350 sensores e 50 outros mecanismos. Ele comanda todo o processo, do fatiamento de pães ao cozimento dos hambúrgueres, passando pela colocação dos temperos. Tudo em apenas cinco minutos. Resta saber se gigantes como McDonald’s irão adotar o sistema.

RAPIDINHAS

A WeWork, maior rede de escritórios compartilhados do mundo, traz ao Brasil a sua iniciativa global de apoio a refugiados. A proposta, já levada adiante nos Estados Unidos e no Reino Unido, é apoiar a contratação e gerar oportunidades de trabalho dentro e fora da comunidade WeWork. Desde 2017, o país recebeu 55 mil refugiados venezuelanos.
 
O grupo de shopping centers Aliansce tentará se posicionar como referência em redução dos impactos ambientais no Brasil. Em apenas um ano, a companhia contabilizou 3 mil toneladas de papel e papelão reciclados, volume que preservou o corte de 63 mil árvores. A iniciativa contribuiu para atingir a marca de reutilização de 17% de seus resíduos sólidos.
 
O executivo Patrick Mendes, CEO da rede hoteleira Accor, está trazendo novas marcas para o Brasil. A maior aposta é a Jo&Joe, que funciona como uma espécie de hostel sofisticado. Orçada em R$ 50 milhões, a primeira unidade brasileira ficará no Largo do Boticário, no Rio, e tem previsão de inauguração em 2020.
 
l Uma das patrocinadoras de Neymar está monitorando as menções ao jogador brasileiro nas redes sociais. Nos últimos dias, Neymar foi um dos assuntos mais comentados no Twitter mundial. Por enquanto, as referências a ele são mais positivas do que negativas.

 

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