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Estado de Minas

Quem vai investigar as fake news?

Um estudo do americano MIT concluiu que notícias falsas foram retuitadas 70% mais vezes do que as verdadeiras


postado em 15/03/2018 12:00 / atualizado em 15/03/2018 12:10

(foto: Arte/Soraia Piva)
(foto: Arte/Soraia Piva)

A possibilidade de punições severas para quem veicular notícias falsas, as fake news, nas redes sociais trouxe um complicador para os debates: eventuais mudanças legislativas não colocariam em risco a liberdade de expressão? Na Câmara, há pelo menos cinco projetos tratando diretamente do assunto. Um deles prevê multa de até R$ 50 milhões para quem divulgar informações “prejudicialmente incompletas.” Problema 1: quem será o paladino da Justiça para decidir o que é falso ou verdadeiro? Problema 2: quem vai dedicar tempo e dinheiro para investigar com isenção cada uma das notícias que circulam todos os dias na internet? Seria um esforço hercúleo e provavelmente infrutífero. Deixar do jeito que está também não parece a melhor solução. Um estudo do americano MIT (Massachusetts Institute of Technology) concluiu que notícias falsas foram retuitadas 70% mais vezes do que as verdadeiras. E por uma simples razão: as fake news são mais bombásticas e as pessoas adoram notícias explosivas. Em ano de eleição, o debate é fundamental.

Gerdau aposta alto no mercado americano
A sobretaxa imposta por Donald Trump à importação de aço e alumínio não preocupa a gaúcha Gerdau. Pelo contrário. O novo presidente-executivo da empresa, Gustavo Werneck, afirma que está otimista com o mercado americano. O executivo acredita que o aumento dos negócios gerados por obras de infraestrutura irá compensar um eventual impacto negativo da sobretaxa. Nos Estados Unidos, a Gerdau projeta avanço de 3,7% na demanda por aços longos.

"O Bolsonaro não está preparado para falar sobre segurança, porque é um militar e não um especialista. O que ele oferece é dureza, truculência, uma resposta quase instintiva ao medo das pessoas"
Ignacio Cano, professor da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) e pesquisador do Laboratório de Análises da Violência (LAV)

15,5 bilhões
foi quanto o setor de locação de veículos faturou em 2017, 12,3% a mais do que em 2016. O número de usuários disparou: 27,2 milhões ante 23,2 milhões do ano anterior

Marca Eudora impulsiona O Boticário
O grupo paranaense O Boticário, pilotado pelo CEO Artur Grynbaum, está empolgado com a recuperação do varejo. Graças ao crescimento da marca Eudora, voltada ao público feminino mais jovem, a companhia espera crescer neste ano o dobro da média do mercado, que deve avançar cerca de 3%. Em um período de 4 anos, o grupo investiu mais de R$ 1 bilhão em novas fábricas, centro de distribuição e pesquisa e desenvolvimento.

Mickey Mouse da floresta amazônica
Está quase tudo pronto para a definição do projeto de construção de um gigantesco parque temático na floresta amazônica, o Amazonas Biopark. A ideia existe há quase uma década, mas nunca saiu do papel por falta de investidores. A Walt Disney Company negocia parceria com a agência de turismo do Estado, a AmazonasTur, para custear parte do investimento estimado em R$ 1 bilhão. O vice-presidente da Disney, Greg Hale, virá ao Brasil para discutir os termos do negócio.

RAPIDINHAS


A brasileira Taurus participou nesta semana da IWA Outdoor Classics 2018, a maior feira de armas da Europa, realizada em Nuremberg, na Alemanha. Diante das incertezas de uma possível regulamentação no Brasil – e até nos Estados Unidos –, a empresa focou os negócios em mercados emergentes. “Recebemos clientes em especial do Oriente Médio e do continente africano”, afirma Salesio Nuhs, presidente da Taurus.
 
Um estudo da consultoria americana IDC, especializada na área de tecnologia, mostrou que o mercado de computação em nuvem movimenta US$ 1,7 bilhão por ano no Brasil. É pouco, quase nada, diante no potencial do setor. No mundo, são
US$ 260 bilhões.
 
O blockchain, a tecnologia por trás de moedas virtuais como a Bitcoin e que funciona como um livro contábil digital para o registro de transações, não vai transformar apenas o mercado financeiro. Suas aplicações vão mudar o mundo dos negócios.
 
No Japão, a construção civil já estuda o uso da tecnologia para o registro de propriedade de imóveis. Na verdade, toda a burocracia global que envolve papéis e assinaturas pode estar com os dias contados. Cartórios como os existentes no Brasil não farão mais sentido diante da segurança e agilidade que o blockchain proporciona.

 


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