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Estado de Minas

Coluna


postado em 09/02/2018 12:00 / atualizado em 09/02/2018 09:41

(foto: Arte/Soraia Piva)
(foto: Arte/Soraia Piva)

“A economia liberal melhora a vida das pessoas”
Candidato à presidência pelo Partido Novo, o engenheiro João Amôedo conversou com a coluna.

Por que trocou uma carreira no mercado para ir para a política?
Eu queria levar práticas da economia privada para a administração pública. Quando me aproximei de alguns políticos, conclui que, com o quadro que havia, seria impossível fazer mudanças.

O que o Partido Novo traz de novo?
Primeiro o fato de ter sido formado por pessoas da sociedade civil. Nos últimos anos, todos os partidos que surgiram são dissidências de outras legendas, ligados a agremiações religiosas ou sindicatos. O Novo é o diferente.

O brasileiro está preparado para a agenda liberal defendida pelo Novo?
O nosso objetivo é melhorar a vida das pessoas. E como se faz isso? Com uma economia liberal, menos centrada no estado e mais nas pessoas.

O senhor vai defender privatizações na campanha?
Nós sempre ouvimos o discurso que as estatais atuam em setores estratégicos para o país. Na verdade, são estratégicas para os políticos, que usam essas empresas para se perpetuar no poder.

 

 

As armas de Caoa para
emplacar a Chery no Brasil
O empresário Carlos Alberto de Oliveira Andrade, mais conhecido como Caoa, está com tudo pronto para a sua ofensiva no mercado automobilístico. Depois de anunciar a compra da marca chinesa Chery (foto) no país, já definiu que lançará, até junho, os modelos Tiggo 2 e um crossover compacto derivado da linha Celer. Caoa tem dito que a meta é vender mais do que a Hyundai, marca que representa há quase duas décadas, para mostrar que o sucesso não depende apenas do produto, mas da estratégia de mercado.

Gigantes da construção e da tecnologia se unem pela inovação
Algumas das maiores empresas da construção civil e tecnologia estão se unido em prol da inovação. É o que fizeram Basf, Cyrela, Deca, Eztec, Gafisa, Intercement, MRV, Saint Gobain, Samsung, Schneider e ThyssenKrupp. A partir deste ano, elas integram um núcleo de pesquisa e negócios chamado Rede Construção Digital. Uma das ideias é realizar pesquisas de mercado para identificar as lacunas de desenvolvimento digital e estudar soluções tecnológicas adequadas à realidade brasileira.

Intel aposta na realidade virtual
A gigante americana Intel, maior fabricante de processadores de computadores do mundo, está superando as dificuldades dos últimos anos. Isso porque, em vez de apenas produzir chips, a empresa entrou em novos segmentos, como o de realidade virtual. Batizado de Vaunt, os óculos desenvolvidos pela Intel prometem transferir para o equipamento os recursos que hoje estão limitados a laptops e celulares, como GPS e recebimento de mensagens. As vendas começarão ainda em 2018.

Rapidinhas
A rede de academias Smart Fit, do grupo BioRitmo, está suando a camisa para se tornar, nos próximos dez anos, a maior do mundo. Sob o comando do empresário Edgar Corona, a empresa adquiriu a chilena O2 nesta semana e segue garimpando oportunidades no continente. A rede já protocolou seu pedido de abertura de capital na CVM e tem operações na Argentina, Colômbia e México.

Para ampliar sua capacidade em banda larga, a operadora de telefonia móvel TIM poderá comprar ativos das estatais de energia Cemig e Copel. A empresa aguarda a abertura dos processos de venda para formalizar a proposta. A Copel Telecom é avaliada em torno de R$ 1 bilhão e a Cemig Telecom, em R$ 200 milhões.

A Apple descobriu que precisa ajudar os fãs a comprar os produtos da marca, que estão cada vez mais caros. Nos Estados Unidos, a empresa negocia parceria com o Goldman Sachs para oferecer empréstimos financeiros aos clientes. A linhas de crédito serão criadas para a aquisição de aparelhos como Iphone X e iMac Pro.

O Brasil fechou 2017 com número recorde de 5,3 milhões de empresas inadimplentes, segundo dados da Serasa Experian, consultoria especializada em crédito. Em relação a 2016, houve aumento de 500 mil CNPJs com dívidas atrasadas (10,8%).

 

 

US$ 13 bilhões
Foi quanto o governo sul-coreano investiu na cidade de PyeongChang para a realização dos Jogos Olímpicos de Inverno, que começam oficialmente hoje.

 

 

“Tem muita gente frustrada com o Brexit. Eu sou uma delas”
George Soros, investidor húngaro-americano, que doou 400 mil libras para uma organização que defende a permanência do Reino Unido na União Europeia

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