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Estado de Minas

MERCADO S/A


postado em 25/01/2018 12:00 / atualizado em 25/01/2018 08:29


A nova presidente da Procter & Gamble e a presença da mulher no mundo corporativo

Em 2 de fevereiro próximo, a fabricante americana de bens de consumo Procter & Gamble, dona das marcas Gillette, Oral-B e Pampers, estará sob nova direção no Brasil. Pela primeira desde que desembarcou no país, há 31 anos, a subsidiária será comandada por uma mulher. Juliana Azevedo (foto) ingressou na empresa como estagiária e passou pelas áreas de marketing, vendas e gestão em diversos países. Antes de se tornar CEO, atuou como vice-presidente global de cuidados femininos na sede da companhia, em Cincinnati (EUA). A promoção de Juliana é um símbolo do avanço feminino no meio corporativo, mas há longo caminho pela frente. Segundo pesquisa da consultoria Grant Thornton, apenas 16% das grandes empresas instaladas o Brasil são comandadas por mulheres (o estudo considera presidência e diretoria-executiva). Em 2016, o índice era de 11%. Em 2015, 5%. A P&G tem papel importante na inclusão feminina. Em 1884, se tornou uma das primeiras empresas do mundo a empregar mulheres em suas fábricas.

Ele não pilota só o fogão
O empresário Reinaldo Varela, dono da rede de restaurantes Divino Fogão, tem demonstrado vocação para negócios além da culinária. Ele venceu o Dakar 2018, se tornando o segundo piloto brasileiro na história a alcançar o feito. Varela conquistou a categoria SxS da maior prova off-road do planeta, bancando com recursos próprios uma equipe de vinte pessoas e todas as despesas da aventura no deserto. Em 2018, foram 15 dias de disputa e 9 mil quilômetros percorridos.

"Com o avanço da inteligência artificial, uma nova classe de pessoas vai surgir: a dos inúteis. São pessoas que não serão apenas desempregadas, mas que não serão empregáveis"
Yuval Noah Harari, autor do best-seller Sapiens – Uma breve história da humanidade

Negócio da China para o Carrefour pode afetar operação brasileira
A compra de uma fatia do Carrefour pela Tencent, gigante chinesa de tecnologia, com valor de mercado de US$ 570 bilhões, pode mudar a rotina da operação brasileira. Embora a transação inclua apenas a subsidiária da China, fontes do varejo afirmam que a próxima rodada de negociações incluirá a aquisição de participações em outras operações pelo mundo. E não é novidade que a matriz francesa está descontente há tempos com o desempenho da marca no Brasil.

US$ 39 milhões
é quanto a Netflix perdeu com o escândalo envolvendo o ator Kevin Spacey (foto), acusado de assédio sexual. O valor está relacionado à interrupção da última temporada de House of Cards e outros projetos que teriam o artista na linha de frente

RAPIDINHAS

O laboratório britânico Sinclair Pharma está empolgado com as perspectivas de negócios no mercado brasileiro. A multinacional acaba de receber sinal verde da Anvisa para comercializar no país o seu principal produto, o Ellansé, fórmula dermatológica responsável pelo crescimento de 30% das vendas globais da Sinclair no último trimestre de 2017.

Uma das principais empresas privadas do setor de saneamento ambiental, a paulista Opersan começou o ano com velocidade máxima. Segundo o presidente, José Fernando Rodrigues, muitos projetos, que superam R$ 50 milhões e que estavam engavetados durante a crise, voltaram com tudo neste mês.

A fabricante de câmeras de vigilância Shenzhen, sediada na metrópole chinesa de mesmo nome, vai se instalar no Brasil em 2018, inclusive com produção local. A empresa está entre as 10 maiores do mundo desse mercado e tentará disputar licitações previstas em várias grandes cidades brasileiras.

As montadoras alemãs Mercedes-Benz e BMW vão lançar neste ano um serviço de assinatura para seus veículos. Funcionará assim: o motorista paga uma taxa mensal e terá direito a dirigir, por alguns dias, os carros de luxo das marcas. Para os grandes fabricantes, o compartilhamento é o futuro da indústria automotiva.

 

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