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Estado de Minas

Informação e transportes puxam serviços em setembro


postado em 18/11/2014 10:01

Rio, 18 - A recuperação nos setores de informação e transportes puxou a alta na receita nominal bruta de serviços em setembro ante o mesmo período do ano passado, segundo dados da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) divulgada nesta terça-feira, 17, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Os serviços de informação e comunicação cresceram 2,7% em setembro, resultado superior às taxas de 1,7% de agosto e 2,1% de julho. Já os transportes, serviços auxiliares dos transportes e correio aumentaram 6,5%, também superior às variações de 3,2% registradas em agosto e 4,6% em julho. Os dois segmentos foram os que mais contribuíram para que o resultado de setembro ficasse em patamar superior ao dos meses anteriores. Os serviços como um todo tiveram crescimento de 6,4% no mês, ante um resultado de 4,5% em agosto e 4,6% em julho.

"Foi uma recuperação bem substancial. Na verdade, esses resultados de agosto e julho foram os menores da série. Então foi uma recuperação bastante satisfatória", apontou Roberto Saldanha, técnico da Coordenação de Serviços e comércio do IBGE.

Os serviços de informação e comunicação, atividade de maior peso na formação da taxa global da PMS, contribuiu 0,9 ponto porcentual para a taxa dos serviços no mês. Já os transportes, serviços auxiliares dos transportes e correio contribuíram com 2,1 ponto porcentual. "Tiveram recuperação os serviços que mais pesam, que são de informação e comunicação, administrativos e de transportes", enumerou Saldanha.

Os serviços profissionais, administrativos e complementares tiveram um salto de 11,1% em setembro, ante resultados de 7,7% em agosto e 7% em julho. Foi a maior contribuição para a taxa total de crescimento de serviços em setembro, de 2,3 ponto porcentual.

Já os serviços prestados às famílias cresceram 7,7% em setembro, contra altas de 9% em agosto e 5,4% em julho. Os outros serviços aumentaram 9% em setembro, ante taxas de 10,6% em agosto e 8,3% em julho.


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