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Estado de Minas

Em Cumbica, a fase é de limpar as janelas


postado em 20/04/2014 09:01

São Paulo, 20 - A 20 dias da inauguração do terceiro terminal de Guarulhos, já é possível ver trabalhadores pendurados nas janelas limpando os vidros. Segundo a concessionária que administra o aeroporto, 98,5% das obras estavam concluídas, segundo dados de março, e só falta o acabamento do novo terminal. Para chegar nesse ponto, a obra seguiu 24 horas por dia e sete dias por semana e envolveu uma equipe de 8 mil operários.

Os testes para o início da operação começaram em 27 de fevereiro com as empresas que trabalharão no local. No dia 1º de abril, o Aeroporto de Guarulhos começou a simular operações de check-in, despacho de bagagens e embarque com passageiros. Ao todo, 4,7 mil pessoas participarão de testes no aeroporto até 5 de maio.

O dois novos pátios de aeronaves, que adicionarão posições para 34 aeronaves de grande porte, já tinham aviões estacionados na última sexta-feira. Do lado de fora, é possível ver as placas amarelas que indicam os balcões de check-in.

Ao todo, o terceiro terminal de Guarulhos terá 192 mil metros quadrados, área equivalente à soma dos três outros terminais em operação atualmente. A construção do terminal é considerada a principal obra do aeroporto, pois ampliará em 12 milhões de passageiros ao ano a capacidade de Guarulhos.

Exclusivo para voos internacionais, o novo terminal de Guarulhos funcionará com capacidade reduzida durante a Copa. A transferência das empresas para o terminal será feita em fases. As três primeiras a mudar para o novo espaço serão as companhias aéreas estrangeiras Swiss, Lufthansa e TAP. Até a Copa, oito empresas vão operar no terceiro terminal. As demais só serão transferidas após os jogos - no final, 25 companhias estarão naquela área.

Até a Copa, a GRU Airport terá investido R$ 2,9 bilhões no aeroporto. Além do terceiro terminal, a empresa ergueu um edifício-garagem com capacidade para 2.644 veículos, reformou banheiros e trocou a sinalização dos dois terminais antigos.

Outras obras ficarão para depois da Copa, como a construção de dois hotéis - um deles dentro da área de embarque, um conceito inédito no Brasil - e mais dois edifícios-garagem. As informações são do jornal

O Estado de S. Paulo.


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