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Estado de Minas

Padú Cozinha Festiva promove viagem gastronômica pelo Brasil

Comandado pelo chef Zito Cavalcante, restaurante dá toque especial à culinária do Norte, Nordeste e Sul do país. Pratos remetem a lembranças ligadas às férias


postado em 17/01/2020 04:00 / atualizado em 17/01/2020 12:46

O chef Zito Cavalcante recriou pratos do Nordeste, Norte e Sul do país(foto: Marcos Vieira/EM/D.A Press)
O chef Zito Cavalcante recriou pratos do Nordeste, Norte e Sul do país (foto: Marcos Vieira/EM/D.A Press)
Comandado pelo chef Zito Cavalcante, Padú Cozinha Festiva tem clima de férias. “Adotada” pelas crianças, uma rede está afixada nas paredes do saguão. Cadeiras brancas com pátina remetem a móveis praianos desgastados pela maresia. Mesas estão espalhadas pelo alpendre, um visual “clássico” das cidadezinhas do interior.

Nesse ambiente aconchegante, o cliente até se esquece de que está num dos pontos mais movimentados – e íngremes – da Rua Leopoldina, no alto do Santo Antônio.

O cardápio é uma espécie de roteiro turístico pelo Brasil, mas sem clichês culinários. O Nordeste comparece em pratos como a Laialadaia sabadana ave-maria (R$ 48), nome pitoresco do bobó de camarão com arroz de abóbora, leite de coco e amendoim temperado. O Sul marca presença com o Churras da Feliz (R$ 58, de duas a três pessoas), parrilha estilizada com fraldinha e linguiça na brasa, queijo coalho tostado, aipim, farofa de alho e vinagrete de cebola assada.

Inspirada na cozinha nortista, a Moqueca de Rio (R$ 58) traz o tambaqui acompanhado de arroz de baião e farofa de bacon de pirarucu (sim, um bacon de peixe).

Com sua marcante personalidade gastronômica, Minas Gerais não foi convocada ao menu – pelo menos diretamente. “Quis criar um cardápio que transmitisse a nostalgia da comida de família, aquela que a gente come quando viaja para a casa da avó e volta falando dos pratos, e, ao mesmo tempo, conectar as rotas do país inteiro. No entanto, fugi ao máximo da comida mineira. A culinária daqui aparece de forma mais ampla, por meio de ingredientes pulverizados em diversas criações”, explica o chef do restaurante, Zito Cavalcante.

Cai Pira: galinhada com milho e gema curada no tucupi
Cai Pira: galinhada com milho e gema curada no tucupi


MOELINHA 
Entre as iguarias que carregam as sutilezas de Minas Gerais, destaca-se o Cai Pira (R$ 32) – galinhada com moelinha, batata, milho, farofa de pele de frango e gema curada no tucupi. Duas entradas – a linguiça com creme de queijo manteiga (R$ 26) e o torresmo de rolo (R$ 20) – não demoram mais do que uma garfada para exibir o sotaque local.

A mineiridade também está nas cachaças, como a Jotapê de Jabuticaba (R$ 9), produzida em Sabará, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Ganha uma dose dose de aguardente  quem pedir a porção Pastel 21, cujos pasteizinhos são recheados com feijoada e molho de laranja (R$ 16).

“Se a pessoa não gostar de cachaça, pode oferecê-la pro santo, despejando a dose numa cumbuca em frente à imagem de São Benedito, que fica no balcão do bar”, sugere Zito.

Aos doceiros de plantão, fica a dica: a sobremesa Agora guenta coração (R$ 19) é uma bola sorvete com o icônico guaraná Jesus, fabricado no Maranhão, salpicada com guarda-chuvinhas de chocolate.
 
PADÚ COZINHA FESTIVA
Rua Leopoldina, 639, Santo Antônio. Abre de terça a sexta, das 18h às 23h; sábado, das 17h à 0h30; e domingo, das 12h às 17h. Reservas e informações: (31) 3143-0802. 
Rua Leopoldina, 639, Santo Antônio. Abre de terça a sexta, das 18h às 23h; sábado, das 17h à 0h30; e domingo, das 12h às 17h. Reservas e informações: (31) 3143-0802.  


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