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Point democrático

Buritis II vira polo boêmio com gastronomia variada, mimos para os clientes e até "boteco de praia"


postado em 14/12/2018 05:05

Henrique Carvalho e Ananda Oliveira Carvalho comandam o Quioxque Botequim Carioca (D), que se inspira no Rio de Janeiro(foto: Fotos: Marcos Vieira/EM/D.A Press )
Henrique Carvalho e Ananda Oliveira Carvalho comandam o Quioxque Botequim Carioca (D), que se inspira no Rio de Janeiro (foto: Fotos: Marcos Vieira/EM/D.A Press )

 

Surgido na década de 1970, o Buritis, na Região Oeste, é um dos bairros caçulas de Belo Horizonte. Depois de experimentar um surto de crescimento, ele se tornou polo boêmio, atraindo jovens casais e universitários moradores das imediações. Agora, o “temporão” Buritis II está roubando a cena.

Basta dar uma volta pela Avenida Aggeo Pio Sobrinho e pela Rua Henrique Badaró Portugal para comprovar: BH ganhou outro point, com bares e restaurantes especializados nos mais variados tipos de gastronomia. O novo cinturão boêmio tem pizzarias, hamburguerias, comida alemã, síria e japonesa, espetinhos e botequins com comida mineira.

Dois estabelecimentos eram figurinhas conhecidas na região: o Divina Pizza e o Quioxque Botequim Carioca. Já funcionavam na área antiga do bairro, perto do Centro Universitário de Belo Horizonte (UniBH), mas resolveram migrar para o Buritis II.

“Mudamos porque queríamos dar um passo a mais, ter um espaço melhor para atender o nosso público”, afirma o proprietário da Divina Pizza, Orlando Gallinari. A casa, que funcionava num shopping, servia apenas as redondas tradicionais. Agora, o cardápio é variado, com opções de entradinhas para beliscar. É o caso da crostini, feita de massa de pizza finíssima salpicada com parmesão, alecrim e regada com azeite (R$ 10 para duas pessoas).

DIVINAS No “setor pizza”, o cardápio se divide em Divinas – redondas com ingredientes especiais, molho ao sugo e muçarela – e Santas, sabores tradicionais, também à base de molho ao sugo e muçarela.

O carro-chefe das Divinas é a Todo santo ajuda (muçarela, lombo canadense, champignon, manjericão, alho torrado e catupiri), seguida de perto pela Sou divina, mas não sou santa (muçarela, carpaccio, alcaparras, parmesão e azeite).

A campeã de vendas entre as Santas, informa Orlando Gallinari, é a Venezia (muçarela, palmito, pimentão, tomate, cebola, azeitona, champignon e orégano). No caso das Santas, o preço é R$ 16 (uma pessoa), R$ 50 (seis fatias) e R$ 60 (oito fatias). As Divinas custam R$ 19 (pessoa), R$ 55 (seis fatias) e R$ 65 (oito fatias).

Não foi só o ponto que mudou. A casa adotou novas formas de servir o cliente. “Nossas pizzas têm a massa bem fina e são cortadas em pedaços pequenos, o que convida a comer com as mãos. Oferecemos luvas descartáveis, em vez de pratos. As pessoas adoram”, revela Gallinari. Pratos e talheres continuam a postos para quem preferir assim.


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