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O futuro da advocacia é agora


postado em 19/04/2019 05:06

O direito está intrinsecamente ligado ao cotidiano da sociedade como um todo, sendo a ciência imprescindível na forma de resolução de conflito.  Hoje, em pleno século 21, a sociedade vive uma grande virada de “chave”, permitindo-nos vivenciar novas formas de conflitos, e o que antes se materializava apenas em meio físico, hoje temos no meio virtual.

Se analisarmos até pouco tempo atrás, a internet não tinha o significado e a abrangência que tem hoje. Que a evolução foi rápida é inegável, chegando-se hoje ao que chamamos de terceira revolução: a informação. Dessa forma, pode-se dizer que vivemos em uma sociedade digital, lastreada pela tecnologia (sendo esse um modelo de negócio que tem crescido de forma expressiva).

Frente a tantas evoluções, o direito também se viu influenciado por essa nova realidade, que segundo Pinheiro “toda mudança tecnológica é uma mudança social, comportamental, portanto jurídica” e continua: “É importante compreender que vivemos em um momento único, tanto no aspecto tecnológico como no econômico e social. O profissional de qualquer área, em especial o do direito, tem a obrigação de estar em sintonia com as transformações que ocorrem na sociedade” (PINHEIRO, 2013, p.47).

Dessa forma, o profissional do direito deve estar preparado para esta nova realidade. Os campos das discussões jurídicas que se abrem são inúmeros, como por exemplo: Lei Geral de Proteção de Dados; GDPR; sigilo e confidencialidade; privacidade de informações na rede; contrato de Outsourcing; políticas digitais; certificação digital; auditoria legal-digital; cyberbullyng; fraude eletrônica; política de segurança da informação (PSI); cloud computing (nuvem privada, nuvem pública, nuvem comunitária e nuvem híbrida); tecnologia blockchain e criptomoedas; startups; blogs, fotologs, redes socais; paper less e gestão eletrônica de documentos; jurimetria; compliance e programação.

Dessa forma, a sociedade digital baseada na informação precisa de profissionais que auxiliem as empresas a terem segurança jurídica nas relações estabelecidas, que não seguirão um padrão, dependerá de cada negócio celebrado. É preciso adaptabilidade e sobretudo desenvolver novas habilidades.

A premissa de que não haverá advogados no futuro é errônea, talvez o correto seja dizer que a advocacia futura (e, diga-se de passagem, a que já começou) não comportará advogados que não se reinventem diariamente, frente à velocidade da tecnologia e novos modelos de negócio.

É tempo de mudança de mindset. O profissional do futuro já são os profissionais de hoje. Inove.


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