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Estado de Minas

Brasil é o segundo país com mais shoppings da América Latina


postado em 05/01/2018 17:45

(foto: Dino)
(foto: Dino)
O setor de shoppings na América Latina cresceu em média 5% ao ano na última década, algo em torno de 100 novos empreendimentos a cada doze meses, como aponta um estudo realizado pela consultoria americana Lizan Retail Advisors.

Existem por volta de 1,9 mil shoppings na América Latina e, de acordo com um levantamento feito pela Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), o Brasil ocupa a segunda colocação do ranking com cerca de 600 centros comerciais deste tipo, ficando atrás apenas do México, que possui aproximadamente 650.

A Abrasce prevê a inauguração de cerca de 30 shoppings até o final de 2018. Segundo projeções do Grupo de Inteligência de Mercado para a América Latina do Conselho Internacional de Centros Comerciais (ICSC, sigla em inglês), o México se manterá na liderança até pelo menos o ano de 2025, quando deverá alcançar a marca de 760 shoppings prontos.

Um grupo de analistas calculou que no último ano foram construídos por volta de 50 novos shoppings na América Latina, número esse que, embora menor do que outros anos, não simboliza uma ação de queda em longo prazo.
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Ainda que o ritmo tenha diminuído neste ano, principalmente devido à recessão que o país está superando, os shoppings brasileiros conseguiram faturar R$ 157,9 bilhões só em 2016, segundo dados da Abrasce.

Dentre os fatores que influenciaram neste crescimento dos shoppings temos a ampliação da classe média, o aumento do Produto Interno Bruto (PIB) per capita e a expansão de investimentos estrangeiros.

Com os novos shoppings vêm à abertura de novas empresas, novos empreendedores no mercado e novas oportunidades para o trabalhador. Quando um shopping é inaugurado, outros setores são movimentados também. Se um empreendedor abrir uma franquia de alimentos naturais, por exemplo, seus produtos demandarão uma série de cuidados, um destes diz respeito às etiquetas utilizadas nos produtos. Segundo o CDC (Código de Defesa do Consumidor), no artigo 31:

Art. 31. A oferta e apresentação de produtos ou serviços devem assegurar informações corretas, claras, precisas, ostensivas e em língua portuguesa sobre suas características, qualidades, quantidade, composição, preço, garantia, prazos de validade e origem, entre outros dados, bem como sobre os riscos que apresentam à saúde e segurança dos consumidores.

Logo, produzir manualmente etiquetas com todas essas informações é um processo inviável. Além do mais, elas variam de acordo com o produto comercializado. A etiqueta utilizada na confecção de roupas é diferente da usada em uma caixa que será estocada. Também é importante saber e considerar que existem etiquetas em materiais específicos para produtos congelados ou resfriados, e até modelos que suportam altas temperaturas.

Para todas as situações, a Automatech , que é uma empresa especializada em automação comercial , possui etiquetas e impressoras de etiquetas que podem atender as necessidades dos empreendedores que buscam a melhor solução para o seu negócio.


Fontes: BBC G1 construindo-shoppings-enquanto-os-eua-estao-abandonando-o-modelo.ghtml ABRASCE

Website: http://www.automatech.com.br

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