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Estado de Minas

Indústria alimentícia investe em tecnologia para crescer em mercado de R$ 614 bilhões


postado em 02/01/2018 12:45

(foto: Dino)
(foto: Dino)
A indústria alimentícia é uma das que mais movimenta receitas no Brasil: em 2016, o setor fechou com faturamento de R$ 614,3 bilhões no país, alta de 9,3% na comparação anual, segundo a Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação (Abia). Em exportações, este setor cresceu 3,4% no ano, elevando os ganhos no exterior para US$ 36,4 bilhões.

Só no segmento de balas e doces, o faturamento foi de R$ 9 bilhões.

Os números alavancam a indústria do segmento e motivam investimentos na expansão da produção e melhora dos processos administrativos. Um exemplo é a Peccin, fabricante brasileira de balas e chocolates que vende para mais de 70 países. A empresa implementou tecnologia de Business Intelligence (BI) para agilizar o levantamento de informações para obtenção de visão do desempenho das operações, visando à melhoria das tomadas de decisão nas esferas comercial e estratégica.

A companhia, que está no mercado há mais de 60 anos, buscava uma solução para otimizar a coleta, tabulação e leitura de dados operacionais e de resultados, resultando em melhor acompanhamento e controle para potencializar as decisões de gestão, em especial, as referentes a movimentos de expansão e investimentos.

O software escolhido foi o BIMachine, implantado pela equipe interna de TI da Peccin, na sede, em Erechim-RS, e pela SOL7 ? Tecnologia de Gestão, consultoria responsável pela solução.

Até então, a empresa usava relatórios e planilhas eletrônicas. Com o BIMachine, os dados passaram a ficar disponíveis em camada única, podendo ser acessados a partir de qualquer lugar, inclusive via mobile.

Desta forma, a fabricante de doces passou de um cenário complexo, em que era necessário acessar várias bases de dados para confeccionar um único relatório e realizar inúmeras conexões em bases diferentes, dependendo do tipo de consulta, para um ambiente de simplicidade no manejo das informações e geração de gráficos e relatórios.

Com isso, o tempo despendido para ações de coleta e análise de informações reduziu significativamente, e, como consequência, houve melhor aproveitamento dos recursos tecnológicos e humanos, direcionados a atividades mais ligadas ao core business da empresa e menos às tarefas puramente operacionais.

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