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Estado de Minas

Trabalhar no exterior legalmente: solução para viajar pelo mundo com pouco dinheiro


postado em 04/12/2017 15:45

(foto: Dino)
(foto: Dino)
Muitas pessoas sonham em conhecer o mundo, passar um tempo no exterior e conhecer outros países, mas não estão exatamente com dinheiro sobrando para isso.

Mas se a vontade for grande mesmo, existe uma solução que tem atraído cada vez mais brasileiros: o intercâmbio de estudo e trabalho , que permite se matricular em uma escola de idiomas e trabalhar meio período, legalmente, em países como Irlanda, Nova Zelândia e Austrália.

É o que conta Tuyla Maia, que gostou tanto da experiência que prolongou seu intercâmbio na Irlanda por 1 ano :

"Desde que eu cheguei na aqui, já faço intercâmbio na Irlanda há 1 ano ou mais, trabalho como cleaner, limpando escritórios. Para quem vai morar fora, é importante estar com a cabeça aberta para qualquer tipo de trabalho. O principal motivo para ficar mais um ano em Dublin foi já estar fora do país e aproveitar essa oportunidade. Eu queria viajar e aperfeiçoar ainda mais meu inglês."

Como Tulya, milhares de outros brasileiros têm realizado o sonho de morar fora e ainda trabalhar legalmente e estudar o idioma local.
Para conseguir isso, no entanto, é preciso tomar algumas providências.

COMO TRABALHAR E ESTUDAR NO EXTERIOR LEGALMENTE
Além da Irlanda, Austrália e Nova Zelândia são outros dois países que oferecem a oportunidade de intercâmbio de estudo e trabalho.
Basicamente, é preciso estar matriculado em um curso de inglês oficial e atender a algumas outras exigências.

No caso da Irlanda, por exemplo, é preciso estar matriculado em um curso de no mínimo 25 semanas o que dá o direito de permanecer ainda mais 8 semanas no país "de férias".

Além de passaporte válido, é necessária uma carta da escola mostrando sua matrícula, comprovar que tem 3 mil euros guardados para a viagem toda, ter um seguro saúde, pode ser o governamental da Irlanda, e tirar um certificado chamado GNIB, que custa 300 euros.

Parece muito? Não foi o que achou Carlos Oliveira, que passou seu intercâmbio na Irlanda em uma escola de inglês em Cork , por um ano:

"Trabalhei na Irlanda por dois meses, no fim do intercâmbio, porque me planejei financeiramente para ficar um ano no país apenas estudando. No primeiro mês de intercâmbio em Cork, morei em uma casa de família. Depois, me mudei para uma residência estudantil muito bem localizada e estruturada. Pagava 420 euros por mês, mas era mais cara que outras, mais distantes do centro." ? ele conta.

Na Austrália e Nova Zelândia os procedimentos são muito parecidos, mas a vantagem é que o curso de inglês pode ser bem mais curto, de 14 semanas.

Depois de preencher uma série de formulários online, comprovar sua matrícula e o pagamento integral do curso, é preciso mostrar também a passagem de volta e demonstrar que tem condições de se sustentar no país, mesmo que com ajuda de terceiros.

Quem morou na Nova Zelândia por 5 meses, fazendo intercâmbio em Auckland , e gostou muito da experiência foi Clícia Almeida, que comenta:

"O custo do intercâmbio em Auckland, na Nova Zelândia, é acessível, se comparado com outros países. A maior diferença de preço é em relação ao custo de vida: aluguel, comida e transporte são alguns dos itens mais caros."

Para quem deseja fazer uma viagem internacional longa, economizar algum dinheiro para as despesas iniciais e se manter durante a viagem trabalhando legalmente é uma excelente alternativa proporcionada por esse tipo de intercâmbio.

Se quiser informações completas sobre como fazer isso, existem diversos sites na internet que podem ajudar. Neste link é possível até baixar um e-book gratuito: Intercâmbio Estudo & trabalho .

Website: http://www.descubraomundo.com/

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