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Estado de Minas

Certificação em segurança: quem precisa fazer?


postado em 27/11/2017 12:15

(foto: Dino)
(foto: Dino)
O desenvolvimento acelerado das tecnologias alcançou proporções que seriam inimagináveis há alguns anos. É possível afirmar, sem correr o risco de exageros, que a cada dia novos processos tecnológicos surgem ou passam por algum tipo de aprimoramento. Essa tendência tornou-se tão presente no dia a dia das empresas que hoje é difícil citar alguma operação que seja realizada sem nenhum tipo de interferência dos sistemas digitais.


Diante desse quadro, é natural que se pense no suporte necessário a toda essa tecnologia, principalmente, quando se fala em segurança. As notícias sobre ataques de hackers, vazamentos de dados sigilosos e até prejuízos milionários em decorrência dessas circunstâncias, têm sido cada vez mais comuns. E a lógica é simples: quanto mais pessoas estão conectadas às redes e dependentes das tecnologias, mais vulneráveis se tornam os sistemas digitais.


As estatísticas mais atuais do Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil (CERT), que monitora e analisa as questões relacionadas à segurança digital, mostram que de 2015 para 2016 os incidentes reportados caíram de 722 mil para pouco mais de 647 mil, uma redução de aproximadamente 10,3% no número de casos.


Entretanto, se for considerado o intervalo compreendido entre os anos de 2006 e 2016, houve um aumento de quase 230%! Considerando que o CERT trabalha apenas com incidentes reportados voluntariamente pelas vítimas, os números de incidentes relacionados à segurança no meio digital podem ser ainda mais alarmantes.


Há motivos para preocupação?


Ninguém está imune a esses perigos. Se até mesmo os usuários domésticos sofrem com transtornos causados por vírus e malwares, para as empresas os danos podem assumir proporções assustadoras: informações financeiras, planos de negócios e dados de clientes precisam ter a segurança redobrada para que a credibilidade e a confiabilidade sejam mantidas intactas.


Para isso o mercado de Tecnologia da Informação cresce na mesma proporção das próprias tecnologias. Existe uma demanda - que só aumenta - por profissionais que ofereçam soluções eficazes para a fragilidade dos sistemas e criem um ambiente digital seguro e bem menos vulnerável. Entretanto, o mercado ainda apresenta um déficit de profissionais de TI realmente qualificados.


"Saber o básico não é mais suficiente para atender a demanda. Um bom profissional de TI precisa possuir certificação em segurança para alcançar resultados onde quer que ele desempenhe seus serviços. Mais do que uma necessidade, a certificação precisa ser uma prioridade", explica Dario Caraponale, sócio da Strong Security Brasil (www.strongsecurity.com.br).


Como se defender?


Investir na prevenção ainda é mais rentável do que tentar consertar os danos. Um monitoramento de segurança eficiente, feito por uma equipe de profissionais de TI bem treinada e com certificação em segurança digital, é um aspecto determinante e de extrema relevância para o crescimento e fortalecimento da imagem de uma empresa.


A Strong Security Brasil é considerada referência no oferecimento de produtos e prestação de serviços no segmento de segurança da informação. Especialista em proteção digital, a empresa oferece diversos treinamentos corporativos e para profissionais de TI com o objetivo de reforçar as orientações sobre o risco de ataques cibernéticos.


Um alerta extremamente necessário porque, infelizmente, a falácia de que somente as mega empresas estrangeiras são alvos dos ataques ainda faz parte do senso comum. Pesquisas das maiores empresas de segurança digital do mundo mostram justamente o contrário.


Os números divulgados em 2016 pela russa Kaspersky Lab apontam que o Brasil é o país que recebe mais ataques cibernéticos em toda a América Latina. No ranking mundial, o país ocupa a nona posição. Já o relatório Norton Cyber Security Insights indica que, também em 2016, mais de 42 milhões de brasileiros foram afetados pelos cibercrimes.


"Uma certificação em Segurança da Informação pode mudar a carreira de um profissional de TI. Não só pela ampliação da gama de serviços que ele pode prestar como também na qualidade dos resultados obtidos nas empresas onde esses serviços são prestados. E resultados práticos são o melhor portfólio que existe", finaliza Caraponale.


Saiba mais


A Strong Security Brasil já foi diversas vezes premiada como melhor centro de treinamento de segurança da informação. Entre os treinamentos oferecidos estão as principais certificações internacionais desenvolvidas em parceria com referências mundiais do setor (EC-COUNCIL, (ISC)2, CompTIA, PECB). Para mais informações, acesse o site: https://www.strongsecurity.com.br/.




Website: https://www.strongsecurity.com.br/

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