Publicidade

Estado de Minas

Millennials defendem o globalismo e querem moldar o futuro


postado em 16/11/2017 23:30

Nova pesquisa encomendada pela Western Union demonstra que os millennials de 15 países estão unidos pela crença na globalização, querem a liberdade de vivenciar as oportunidades que ela oferece e desempenhar um papel na formação do futuro usando a tecnologia. A pesquisa com mais de 10.000 millennials revela que este grupo está confiante de que a globalização fará com que o mundo seja um lugar melhor para eles e para outras pessoas, e estão empenhados em liderar a mudança.

Este comunicado de imprensa inclui multimédia. Veja o comunicado completo aqui: http://www.businesswire.com/news/home/20171116006585/pt/

Global Citizens (Graphic: Business Wire)

Global Citizens (Graphic: Business Wire)

O mundo está em constante mudança política, econômica, social e tecnológica. Mas o que tudo isso significa para o nosso futuro? A Western Union Company (NYSE: WU) encomendou um estudo global pioneiro sobre as convicções, esperanças e aspirações dos millennials para o futuro e o mundo que desejam moldar para eles e para outras pessoas.

O estudo global da Western Union de 2017 ? "Globalization: A World View of the Future" (Globalização: uma visão mundial do futuro) ? entrevistou online pessoas nativas, de primeira geração e nascidas no estrangeiro na faixa etária dos 20 aos 36 anos na Austrália, Brasil, Canadá, China, Egito, Alemanha, Índia, Indonésia, México, Rússia, África do Sul, Emirados Árabes Unidos, Reino Unido, Estados Unidos e Vietnã. A maioria dos países pesquisados representa populações consideráveis de millennials.

A pesquisa demonstra que, em contraste marcante com a geopolítica atual, este grupo diversificado de formadores do futuro do amanhã está unido pela crença em um mundo de colaboração, sem as limitações das fronteiras geográficas.

O presidente e diretor executivo da Western Union, Hikmet Ersek, disse que "O mundo está mudando e existe uma nova mudança de poder econômico impulsionada por uma nova geração de cidadãos globais. Eles estão moldando o futuro e inspirando outras pessoas a fazer o mesmo. Estão redefinindo a globalização numa "globalização pessoal", onde a procura por um movimento transnacional ilimitado, comunicações digitais transnacionais e um estilo de vida criativo impulsionam um novo poder econômico.

"Estes formadores do futuro inspiradores são os líderes de amanhã e estão tentando descobrir como querem que o mundo seja, não apenas para eles, mas para todos. Esta geração é composta por todos os tipos de líderes do futuro ? empreendedores, corporativos, políticos e influenciadores sociais. É fundamentalmente importante compreender o que eles pensam e como querem que o mundo seja", disse Ersek.

A Western Union opera em 200 países e territórios em todo o mundo, e encomendou a pesquisa para compreender melhor seus clientes mais jovens que atende através de seus canais digitais.

As seguintes constatações principais são destacadas como importantes para os millennials (acesse os dados de apoio na seção "Constatações principais" abaixo):

Global Citizenship: The Way of the Future (Cidadania global: o caminho do futuro)

A cidadania global é essencial para criar o mundo que os millennials querem para o futuro, pois acreditam que o conceito de pertencer a um país individual está ultrapassado. Os millennials consideram a conexão e a colaboração como as etapas mais importantes para alcançar a cidadania global.

Liberdade para serem protetores globais do futuro

A ideia de movimentação ilimitada capacita os millennials, pois acreditam que isso permitirá que eles controlem o seu destino. A maioria dos millennials acredita que criar um mundo mais aberto revelará oportunidades de melhores ofertas de emprego e resultará em liberdade econômica, inclusive a facilidade de movimento de dinheiro.

Governar o futuro

Hoje, as fronteiras crescendo em todo o mundo ? e políticos e governos reafirmando o conceito de estado-nação ? estão fazendo com que muitos millennials acreditem que essas instituições não estão representando suas visões. Entretanto, um número significativo de millennials é inflexível com relação ao fato de a colaboração ser essencial e acreditam que moldar o futuro depende deles, e não de instituições.

Unidade e inclusão

Existem sentimentos confusos com relação ao mundo estar ou não em paz, considerando preocupações colocadas pelo racismo e o nativismo crescente que podem representar uma ameaça à cidadania global e a um mundo aberto. Os millennials acreditam que o atributo mais importante para erradicar a discriminação social é garantir que a diversidade seja respeitada.

Consulte o manifesto#LiveMore #ShareMore da Western Union, em tributo aos formadores do futuro do mundo.

WU-G

Sobre a Western Union

The Western Union Company(NYSE: WU) é líder global em serviços de pagamento. Juntamente com os serviços de pagamentos das marcas Vigo, Orlandi Valuta, Pago Facil e Western Union Business Solutions, a Western Union oferece aos consumidores e empresas meios rápidos, confiáveis e convenientes de enviar e receber dinheiro em todo o mundo, enviar pagamentos e adquirir ordens de pagamento. Em 30 de setembro de 2017, os serviços das marcas Western Union, Vigo e Orlandi Valuta eram oferecidos através de uma rede combinada de mais de 550.000 agentes em 200 países e territórios, e mais de 150.000 caixas eletrônicos e quiosques, com a capacidade de transferir dinheiro para bilhões de contas. Em 2016, The Western Union Company realizou 268 milhões de transações entre consumidores no mundo todo, movimentando US$ 80 bilhões de capital entre esses usuários, além de 523 milhões em pagamentos comerciais. Para obter mais informações, acesse www.westernunion.com.

Constatações principais do estudo global da Western Union de 2017
- "Globalization: A World View of the Future" (Globalização: uma visão mundial do futuro):

Global Citizenship: The Way of the Future (Cidadania global: o caminho do futuro)

A cidadania global é essencial para criar o mundo que os millennials querem para o futuro, pois eles acreditam que o conceito de pertencer a um país individual está ultrapassado. Os millennials consideram a conexão e a colaboração como as etapas mais importantes para alcançar a cidadania global.

  • A maioria se considera individualmente como cidadão global, em vez de um cidadão de um país específico. Esta visão é compartilhada independentemente de serem nativos, de primeira geração ou nascidos no estrangeiro (57%).
  • Aproximadamente 90% concordam que um futuro global melhor pode ser alcançado através da colaboração. Eles acreditam que os países precisam colaborar, e não competir mutuamente, para alcançar um futuro global melhor (88%).
  • Mais de 8 em 10 declaram que o aumento da mídia social desempenhou um papel significativo em unir o mundo, promover a transparência, encorajar o debate sobre problemas globais e contribuir para uma maior união comunitária (84%).
  • Aproximadamente dois terços acreditam que a livre circulação transnacional de tecnologia (60%) e informação (57%) ficará mais fácil, mas antecipam que a circulação de ideias políticas (61%) e pessoas (60%) ficará mais difícil ou continuará parada.
  • A maioria considera a conexão como uma etapa fundamental para alcançar a cidadania global. Permanecer conectado a notícias globais através da mídia social (49%), conectar com pessoas de diferentes culturas (47%), viajar para novos locais (43%) e interagir com pessoas diferentes (42%) é a maneira deles de criar um mundo que querem para o futuro.

Liberdade para serem protetores globais do futuro

A ideia de movimentação ilimitada capacita os millennials, pois acreditam que isso permitirá que eles controlem o seu destino. A maioria dos millennials acredita que criar um mundo mais aberto revelará oportunidades de melhores ofertas de emprego e resultará em liberdade econômica, inclusive a facilidade de movimento de dinheiro.

  • O desejo de cidadania global também significa que os jovens protegerão o futuro deles. Quase 8 em 10 concordam que a ideia de um futuro com movimento ilimitado ao redor do mundo os capacita (79%).
  • Mais de dois terços concordam que vivem melhor financeiramente devido à sua capacidade de viver e trabalhar em outros países (71%).
  • Mais de 8 em 10 concordam que sua capacidade de viver e trabalhar em outros países revelará oportunidades de emprego e educação melhores (86%), e é um componente principal para a sua liberdade pessoal e econômica (82%).
  • Também há esperança de que pessoas e empresas trabalhem juntas, e que o intercâmbio comercial e de dinheiro fique mais fácil até 2030. Mais de metade acredita que enviar dinheiro a uma pessoa em outro país será mais fácil em 2030 (56%), com um terço defendendo que uma moeda única global promoveria uma ótima unidade global (29%).
  • Eventualmente, eles acreditam que o mundo adotará uma perspectiva mais globalizada, com 79% acreditando que o futuro se adequará às aspirações de cidadãos globais.

Governar o futuro

Hoje, as fronteiras que crescem em todo o mundo ? e políticos e governos reafirmando o conceito de estado-nação ? estão fazendo com que muitos millennials acreditem que essas instituições não estão representando suas visões. Entretanto, um número significativo de millennials é inflexível com relação ao fato de a colaboração ser essencial e acreditam que moldar o futuro depende deles, e não de instituições.

  • Mais de 8 em 10 (88%) querem participar ou dar sua opinião sobre assuntos futuros de importância nacional e global. Eles acreditam que a tecnologia pode capacitar as pessoas para que suas opiniões sejam escutadas mais facilmente.
  • Sete em dez acreditam que os governos futuros serão híbridos de instituições democráticas e indivíduos ? representando o poder das pessoas (70%).
  • Mais de dois terços acreditam que moldar o futuro depende deles, e não de governos (71%).
  • Quarenta por cento acreditam que a criação de um mundo globalizado exige responsabilidade compartilhada por todos. Isso inclui partes interessadas nacionais e globais, tais como organizações internacionais, governos, o setor privado, comunidades locais e indivíduos, todos se responsabilizando.
  • Muitos expressaram preocupações de que os governos atuais não estão atendendo às suas esperanças ou representando as visões de sua geração. Dois terços acreditam que instituições globais, como as Nações Unidas, representam eles mais do que os governos locais ou nacionais (61% vs. 44% e 48%). Dos 15 países avaliados, os millennials
    • nos EUA, no Reino Unido, Brasil, México e Alemanha disseram que, depois das instituições globais, eram melhor representados pelo seu governo local do que o governo nacional.
    • China, Egito, Indonésia e Vietnã disseram que, depois das instituições globais, eram melhor representados pelo governo nacional do que pelo governo local.
    • Canadá, Rússia e Emirados Árabes Unidos disseram que eram melhor representados pelo governo nacional do que pelas instituições globais e pelo governo local.
    • E na Índia disseram que eram igualmente representados pelo governo nacional e instituições globais, enquanto na África do Sul acreditam que eram igualmente representados pelo governo local e nacional, depois das instituições globais.

Unidade e inclusão

Existem sentimentos confusos com relação a se o mundo está em paz, considerando preocupações de que o racismo e o nativismo crescentes possam representar uma ameaça à cidadania global e a um mundo aberto. Os millennials acreditam que o atributo mais importante para erradicar a discriminação social é garantir que a diversidade seja respeitada.

  • Os millennials estão mais divididos do que unidos sobre o mundo estar ou não em paz atualmente. Aproximadamente 8 em 10 dizem que o mundo está mais dividido agora do que em 2015. Mais de metade acredita que estará mais dividido até 2030 (53%), enquanto mais de 4 em 10 acreditam que o mundo estará mais unido (47%).
  • Os que foram entrevistados identificam o racismo e o medo de imigrantes como as maiores ameaças à cidadania global e um mundo aberto (36%), seguidas por políticas nacionalistas, diferenças religiosas e políticas de imigração desatualizadas.
  • Os atributos mais importantes para alcançar cidadania global e erradicar a discriminação social é garantir que a diversidade seja respeitada, bem como a capacidade de aceitar outros países. Os que foram entrevistados identificam o respeito pela diversidade (46%), a capacidade de aceitar outras culturas (43%) e a adaptabilidade (39%) como os atributos mais importantes de um cidadão global.
  • Estes formadores do futuro acreditam que enfrentar problemas de racismo, xenofobia, intolerância religiosa, desigualdade de gêneros e a liberdade de estar em qualquer lugar do mundo é importante para criar um mundo futuro ideal. Um futuro sem racismo (42%); barreiras com base em gênero, religião, cultura ou nacionalidade (38%); e a capacidade de viver, trabalhar e se divertir em qualquer lugar do mundo (37%) foram mencionados como os três fatores mais importantes para o sucesso.

O estudo incluiu uma pesquisa com 11.060 millennials (dos 20 aos 36) em 15 países com uma margem de erro de +1% globalmente. A pesquisa foi concluída nos seguintes países: Austrália (n=1.104, +3%), Brasil (n=660, +4%), Canadá (1.004, +3%), China (n=731, +3%), Egito (n=578, +4%), Alemanha (n=505, +4%), Índia (n=844, +3%), Indonésia (n=716, +4%), México (n=654, +4%), Rússia (n=654,+4%), África do Sul (n=664, +4%), os Emirados Árabes Unidos (n=500, +4%), o Reino Unido (n=1.009, +3%), os Estados Unidos (n=1.004, +3%) e Vietnã (n=523, +4%). Um relatório completo sobre cada país, bem como os resultados globais, estão disponíveis mediante solicitação. A pesquisa foi realizada pela Research Now através de entrevistas online entre 26 de setembro e 6 de outubro de 2017.

O texto no idioma original deste anúncio é a versão oficial autorizada. As traduções são fornecidas apenas como uma facilidade e devem se referir ao texto no idioma original, que é a única versão do texto que tem efeito legal.


Contato:

Contatos da mídia da Western Union:
Global:
Pia De Lima, 1-954-260-5732
pia.delima@wu.com
ou
América do Norte:
Sarah Meske, 1-303-250-9102
sarah.meske@wu.com
ou
América Latina:
Paula Barifouse, +1-954-803-8589
paula.barifouse@wu.com
ou
UE e CEI:
Carolina Laurijssen, +44 (0) 7740 542 203
carolina.laurijssen@wu.com
ou
Ásia-Pacífico:
Ingrid Sahu, +97 14 437-3656
ingrid.sahu@wu.com
ou
Contatos de imprensa da Fleishman:
FleishmanHillard EUA
fh.wu.mto@fleishman.com
ou
FleishmanHillard Reino Unido
WU.CABWTY@fhflondon.co.uk
ou
FleishmanHillard Canadá
Jannine.Rane@fleishman.ca


Fonte: BUSINESS WIRE

Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor. As mensagens estão sujeitas a moderação prévia antes da publicação

Publicidade