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Estado de Minas

Nova recomendação da Sociedade Brasileira de Cardiologia marca o dia nacional de combate ao colesterol


postado em 08/08/2017 01:00

No dia 8 de agosto celebra-se o Dia Nacional do Combate ao Colesterol. O LDL, colesterol ruim, é um dos grandes responsáveis pelas doenças cardiovasculares - causa principal de morte em todo o mundo, totalizando 30% de todos os óbitos avaliados (17,3 milhões). No Brasil é responsável pela morte de 350 mil pessoas todo ano, uma a cada 40 segundos.

A chegada dos inibidores de PCSK9, como Repatha® (evolocumabe), mudou o tratamento do colesterol ruim alto (LDL-c), principalmente para pacientes com dificuldade de atingir as metas estabelecidas pelos especialistas com a prática de exercícios, hábitos saudáveis e fazendo o uso da terapia padrão, as estatinas. Hoje, os pacientes que fazem uso deste tipo de tratamento conseguem baixar drasticamente os níveis de LDL-c, contribuindo para evitar eventos cardiovasculares como infarto do miocárdio, AVC isquêmico ou revascularização coronariana.

Levando em conta estudos clínicos robustos com esta nova classe de medicamentos, a Sociedade Brasileira de Cardiologia publicou em julho deste ano a atualização da Diretriz Brasileira de Dislipidemias e Prevenção da Aterosclerose. De acordo com o documento, para pacientes de muito alto risco, a nova recomendação de meta para o LDL-c deve ser < 50 mg/dL e não mais 70mg/dL recomendados anteriormente, acompanhando as novas diretrizes de outras sociedades médicas pelo mundo como a Europeia e a Americana.

"Os inibidores de PCSK9 trouxeram uma quebra de paradigma para o tratamento do colesterol alto com uma queda nos níveis de LDL-c que não era possível com o tratamento padrão, principalmente para pacientes com um risco maior de ter um evento ou morte cardiovascular. Hoje conseguimos que esse paciente chegue a níveis inferiores a 70mg/dL com mais facilidade, por isso baixamos a recomendação. Quanto menor o LDL, melhor para o paciente", diz o Dr. André Arpad Faludi, Presidente da Sociedade Brasileira de Aterosclerose e um dos coordenadores da diretriz atualizada.

Entre os estudos considerados pela Sociedade estão o GLAGOV e FOURIER, ambos da Amgen, que avaliaram os benefícios do medicamento Repatha® (evolocumabe) para pacientes de alto risco cardiovascular. O GLAGOV avaliou os efeitos do medicamento em pacientes de alto risco cardiovascular com relação a regressão da placa aterosclerótica e mostrou que 90% dos pacientes conseguiram diminuir os níveis de LDL-c abaixo de 70mg/dL e 64% dos pacientes tiveram regressão nas placas ateroscleróticas, duas vezes mais que o proporcionado pela estatina, o tratamento padrão. Já o estudo de desfechos cardiovasculares, FOURIER, apresentado no início de 2017, estabeleceu uma redução adicional de eventos cardiovasculares de 20%, que incluem infarto do miocárdio, com redução de 27%, AVC isquêmico, 21%, ou revascularização coronariana, 22%. O estudo demonstrou ainda uma redução de LDL-c para níveis abaixo de 25 mg/dl em 42% dos pacientes, com resultados ainda mais significativos do que os índices atuais recomendados pelos especialistas com a mesma segurança para os pacientes.

Sobre o Repatha® (evolocumabe) - Repatha® (evolocumabe) é um anticorpo monoclonal totalmente humano que inibe a pró-proteína convertase subtilisina/kexina tipo 9 (PCSK9). Repatha® se liga à PCSK9 e inibe a ligação da PCSK9 circulante ao receptor (LDLR) da lipoproteína de baixa densidade (LDL), prevenindo a degradação do LDLR mediado pela PCSK9 e permitindo que o LDLR se recicle de volta para superfície da célula hepática. Ao inibir a ligação de PCSK9 ao LDLR, Repatha® aumenta o número de LDLRs disponível para captar o LDL do sangue, reduzindo assim os níveis de LDL-c.
Repatha® está aprovado em mais de 40 países, incluindo o Brasil, EUA, Japão, Canadá e em todos os 28 países membros da União Europeia. Solicitações em outros países estão pendentes.
Para informações sobre locais de comercialização e programa de suporte aos pacientes no Brasil, entre em contato com o SAC pelo telefone 0800-264-0800 ou pelo endereço de e-mail: sacbrasil@amgen.com

Referências:
1. World Health Organization, Cardiovascular Diseases
2. Sociedade Brasileira de Cardiologia. Cardiômetro http://www.cardiometro.com.br/sobre.asp. Acesso em Março de 2017.


Website: http://www.amgen.com.br

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