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Estado de Minas

Conhecendo a cozinha


postado em 28/04/2019 05:07

(foto: Kanpai/Divulgação)
(foto: Kanpai/Divulgação)
Japonês diferente

Da cozinha até o salão, tudo o que se faz no Kanpai envolve inovação. Os sócios do restaurante se juntaram justamente porque queriam criar uma experiência diferente com comida japonesa e estão sempre em busca de novidades. O chef Adair Silva usa a criatividade para pensar em combinações que surpreendam os clientes. Na última mudança do cardápio, entraram pratos como sashimi de anchova negra com ovas de massago, lâmina de alho negro, azeite trufado e flor de sal; camarão envolto em lâmina de hadock com cream cheese ao molho de ervas finas e cubos de salmão maçaricado com cream cheese, crisp de batata-doce e geleia de pimenta. Os drinques também fogem do padrão. O Kanpai Geese é um bom exemplo. Feita com maracujá, laranja e espuma de limão siciliano, a bebida é servida em uma gaiola que contém fumaça de ervas. A surpresa está em sentir o aroma antes mesmo de ter contato com os sabores cítricos. A vontade de inovar ainda está presente no atendimento. Os pedidos são feitos através de um tablet que fica o tempo inteiro na mesa e mostra fotos e descrições de todos os itens. “Descobrimos que a principal dificuldade em um restaurante japonês é em relação ao nome dos pratos. Com esse sistema, alinhamos totalmente a expectativa à realidade e o cliente tem independência para pedir na hora em que quiser”, aponta o sócio Lucas Oliveira. Por outro lado, o garçom fica mais disponível para ouvir os frequentadores e focar em relacionamento, sem falar que a comida chega em menos tempo.

Confeitaria inclusiva

É assim que Débora Vieira descreve a sua linha de trabalho. À frente do Ateliê Chocolate Lab, que fica no Bairro Santa Tereza, ela desenvolve receitas sem ovo, leite ou derivados, mas avisa que não são apenas para veganos. Pessoas com alergias, intolerâncias alimentares ou que simplesmente buscam doces mais saudáveis também são bem-vindas. Inquieta e muito criativa, a confeiteira batalha para criar demanda por sabores que não são cópia. “Esse público ainda fica muito refém da gastronomia tradicional e me pede adaptações do que tem no mercado, mas gosto de pensar em sabores que não se parecem com nada já existente”, destaca Débora, que se define como vegetariana estrita. Recentemente, ela lançou o doce pecadito, que mistura suspiro de aquafaba (água do cozimento do grão-de-bico, que substitui a clara do ovo) com cumaru, nozes e cobertura de cacau. O bombom com amendoim e crocante de arroz banhado em chocolate também faz sucesso. Entre os bolos, que são sua especialidade, a confeiteira destaca o que tem massa de baunilha e recheios de pistache e frutas vermelhas. O próximo curso sobre bolos veganos confeitados no Chocolate Lab está confirmado para 19 de maio. Nele, Débora ensina vários truques para os alunos, como usar leite de castanha-de-caju em vez de leite condensado, leite de coco no lugar de creme de leite para fazer ganache e substituir ovo por aquafaba na hora de preparar o chantili.

Receita coletiva

Em iniciativa inédita, a cervejaria Vinil convidou o público para ajudar na elaboração do seu próximo lançamento. Até terça-feira, os interessados podem responder ao questionário disponível no site cervejavinil.com com as suas preferências em relação a lúpulo, malte, aromas, graduação alcoólica e outros componentes. Com base nessas informações, a marca fará vários testes para desenvolver o seu novo rótulo, que já tem nome – Mi Fa La – e será lançado até agosto. “Não queremos perder a essência de cervejaria artesanal, que envolve experimentação e estar junto com o público”, aponta o gestor de marketing Daniel Cordeiro. O plano é repetir a ação duas a três vezes por ano.


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