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Estado de Minas

Conhecendo a cozinha


postado em 31/03/2019 05:08

Ravióli de magret de pato ao molho de laranja e lascas de trufa(foto: Marcos Vieira/EM/D.A Press)
Ravióli de magret de pato ao molho de laranja e lascas de trufa (foto: Marcos Vieira/EM/D.A Press)
Joia da cozinha

A Temporada de Trufas já começou no Un’Altra Volta. Pelo segundo ano, o restaurante italiano, no Bairro Sion, explora o ingrediente considerado uma joia da cozinha em diferentes receitas. O cardápio da vez tem cinco pratos. Quem não abre mão de carne tem como opção o short rib angus ao molho trufado. “Fizemos vários testes para chegar a um tempero que não anulasse o sabor da trufa. Então, chegamos a um molho com azeite trufado e molho madeira, que ganha leveza com creme de leite fresco”, informa o sócio do restaurante, Pedro Guimarães. No quesito desafio, venceu o tartar de filé-mignon trufado com ovo fresco, que fez a cozinha quebrar a cabeça para incluir a trufa em um prato com carne crua e outros sabores marcantes, como mostarda. Lascas de trufa também são usadas no ravióli de magret de pato ao molho de laranja (levemente adocicado), nhoque ao creme de queijo (simples, mas com muito sabor) e risoto de brie e damasco (inspirado em uma bruscheta que já fez sucesso). De entrada, a sugestão é uma burrata trufada com geleia de figo e torradas de ciabatta. Por enquanto, só não tem trufa nas sobremesas. Todos os pratos da Temporada de Trufas, que segue até 2 de maio, custam R$ 64 e estão disponíveis às terças, quartas e quintas, sempre no horário do jantar. Pedro explica que a ideia é trabalhar com preços atrativos para mostrar que as trufas(ele trabalha com a italiana, tartufo d’alba) não estão tão distantes da realidade. Dessa forma, muitos clientes têm a oportunidade de experimentar a iguaria pela primeira vez.

Unidos pela qualidade


De queijo francês a caviar, passando por mel e chocolate amazônico. A loja da Fazenda Alegria, em Nova Lima, não oferece apenas os produtos próprios, que são hortaliças orgânicas, orquídeas e cortes de gado wagyu, conhecido pela carne macia e saborosa, devido à gordura entremeada. Massimo Battaglini, chef da Osteria Mattiazzi, e José Francisco Gonçalves, diretor de novos negócios da empresa, viajam o Brasil todo em busca de produtores que também prezam pela qualidade máxima. “Nem todos os produtos são orgânicos, mas tudo é feito com toda a excelência, capricho e rigor como nós trabalhamos”, explica Helena Neiva, uma das herdeiras da fazenda, que funciona há mais de 30 anos em Funilândia. Aproximando o consumidor desses produtos, eles querem incentivar a agricultura familiar.

Coco em forma de creme

Água, leite de coco concentrado, tapioca e adoçante natural. A mistura desses ingredientes resulta em um creme de coco, produzido em Nova Lima, que rapidamente virou sucesso. O inglês Tim Ransley deixou o mercado financeiro para desenvolver a receita e oferecer aos brasileiros um produto que só conseguia comprar em Londres. “Sempre gostei do sabor do coco e aqui só encontrava iogurte, que é muito doce”, conta o fundador da Mar di Cô. Além do natural (só coco), a empresa trabalha com outros quatro sabores: abacaxi e canela, manga, maracujá e gengibre e frutas vermelhas (morango, amora e framboesa). Os cremes podem ser consumidos sozinhos, com granola e frutas ou em receitas como estrogonofe, risoto, bolos e molhos para salada. “A nossa proposta é oferecer um produto natural e gostoso para o maior número possível de pessoas, não só para quem é vegano ou tem alguma outra restrição alimentar”, pontua Tim, reforçando que não adiciona corantes, conservantes ou açúcar refinado. O inglês também desenvolveu uma linha de sobremesas com o creme de coco. Por enquanto, os sabores são chocolate belga e caramelo com sal rosa, que já alcançou o primeiro lugar nas vendas. A consistência é de mousse, mas o sabor está mais para doce de leite. Cinco meses depois de chegar ao mercado, os produtos da Mar di Cô já estão em 15 estados, incluindo Amazonas e Pará.


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