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Songbook reúne cifras de canções dos 25 anos de carreira do Jota Quest

Publicação da Neutra Editora teve de simplificar para violão harmonias e arranjos da banda mineira, conhecida por sua variedade de instrumentos nos palcos


postado em 10/07/2019 04:09 / atualizado em 10/07/2019 15:00

Com 140 canções autorais e 25 anos de carreira, o Jota Quest lança seu primeiro songbook, que reúne 58 composições próprias e algumas de terceiros que foram sucesso com a banda(foto: JPSOFRANS/DIVULGAÇÃO)
Com 140 canções autorais e 25 anos de carreira, o Jota Quest lança seu primeiro songbook, que reúne 58 composições próprias e algumas de terceiros que foram sucesso com a banda (foto: JPSOFRANS/DIVULGAÇÃO)

Em 25 anos de trajetória, o Jota Quest contabiliza 140 canções – 90% delas de autoria da própria banda. Uma boa parte dessa trajetória foi traduzida em cifras no Songbook Jota Quest. Iniciativa da Neutra Editora, que já publicou obras do gênero dos compositores Beto Guedes, Lô Borges, Flávio Venturini, Milton Nascimento e Pato Fu, o livro será lançado nesta quinta-feira (11), no Rio de Janeiro. Belo Horizonte, pelo menos por ora, não terá uma noite de autógrafos oficial.

Dos cinco integrantes do grupo, foi o tecladista Márcio Buzelin quem participou ativamente da confecção do songbook. Iniciativa de Barral Lima, o livro de 207 páginas reúne cifras e partituras para voz e violão de 58 canções – o músico Guilherme Racanti foi o responsável pela transcrição. “Ele me chamava no estúdio e tocava no violão conforme tinha entendido cada música. Parece simples, mas deu muito trabalho”, comenta Buzelin.

Como o Jota é uma banda com uma quantidade boa de instrumentos, as harmonias e os arranjos tiveram que ser simplificados para o violão. Estão ali canções autorais como Fácil, O vento, Dias melhores, Só hoje, Amor maior, bem como músicas de terceiros incorporadas ao repertório do grupo – As dores do mundo, o primeiro hi, de Hyldon, e Tempos modernos, de Lulu Santos, entre elas. Há ainda alguns lados B, como Paralelepípedo, Entre sem bater e Sem sentido.

INTUIÇÃO “Durante este tempo todo de banda, a gente nunca tinha parado para fazer uma análise pragmática. Descobrimos como somos intuitivos, e só agora percebi alguns traquejos”, conta Buzelin. Uma das descobertas que ele cita é a preparação que a banda faz para “entregar cada refrão, que se parece muito com a música pop dos anos 1980”.

O livro tem prefácio assinado pelo crítico musical Mauro Ferreira. Colorindo todo o material, certas curiosidades sobre a banda. “A cartinha que a Fernanda Mello escreveu para o Rogério e que gerou as letras de Só hoje e O que eu também não entendo. Há também as primeiras cifras que escrevi para O vento, em um guardanapo, e um pouquinho da história de cada música”, afirma o tecladista.

O lançamento no Rio do Songbook Jota Quest vai ser um dia antes no show de encerramento da turnê Acústico (na sexta, no Vivo Rio). Foram quase dois anos rodando com a versão desplugada dos sucessos. Com o fim da turnê, a banda começa a pensar no próximo álbum. No início de agosto, o grupo inicia as reuniões para produzir novas canções em seu estúdio – Minério de Ferro – no Belvedere.

“Vamos começar tudo de novo. E queremos uma história nova, algo diferente”, diz  Buzelin. Ainda bem embrionário, o novo álbum do Jota deverá ser lançado no primeiro semestre de 2020. 

Songbook Jota Quest
Lançamento nesta quinta (11), a partir das 19h, na Livraria Argumento (Rua Dias Ferreira, 417, Leblon), no Rio de Janeiro. O livro está à venda no site www.freenote.com.br por R$ 89,99.


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