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Estado de Minas

Barry volta com (mais) dilemas


postado em 05/05/2019 05:08

Bill Hader vive o protagonista da produção da HBO (foto: HBO/divulgação)
Bill Hader vive o protagonista da produção da HBO (foto: HBO/divulgação)


Em sua recém-lançada segunda temporada, a série Barry, da HBO, traz na bagagem elogios não só do público, como também da crítica, que gostaram da ideia de acompanhar o personagem-título, vivido por Bill Hader, numa situação de vida pouco comum. Ele é um assassino de aluguel, mas quer abandonar o mundo do crime para se dedicar ao seu grande sonho de ser ator.

Pelo papel, Hader, que ficou conhecido por atuar no programa de esquetes Saturday night live, venceu, em 2018, o Emmy de melhor ator em série de comédia. Concorreu ainda ao Globo de Ouro e ao SAG Awards deste ano.

Mas, agora, Barry tem um novo desafio nesta segunda temporada, com oito episódios, que é manter a receita que atraiu o público desde a estreia. A série é também disponibilizada pelo serviço de streaming HBO Go.

Neste novo ano, Barry vai tentar dedicar-se exclusivamente ao teatro e ao seu relacionamento com Sally (Sarah Goldberg). Mas não vai ser fácil cortar os laços com a máfia chechena, que agora é liderada por Noho Hank (Anthony Carrigan). As facções criminosas de bolivianos e birmaneses, além de alguns detetives de Los Angeles, também continuam no pé de Barry. Enquanto isso, Monroe Fuches (Stephen Root), seu antigo chefe, tenta, sem sucesso, encontrar um substituto à altura do seu ex-melhor assassino.

A boa notícia é que o professor de artes dramáticas do protagonista, Gene Cousineau (Henry Winkler), permite que Barry volte às aulas de atuação. Por sua performance na atração, Winkler também venceu um Emmy no ano passado, de melhor ator coadjuvante em série de comédia.

“Barry está num dilema e começa a se tornar mestre na arte da negação”, diz Bill Hader, de 40 anos, sobre a nova temporada, para a revista Variety. “A ideia é que a coisa em que você é bom está te matando. E na coisa em que você desejaria ser bom e na qual você está gastando toda a sua energia, você naturalmente não é bom.”

Para o ator, que também é o criador da série, junto de Alec Berg (Silicon Valley), o sucesso de Barry vem de misturar dois mundos completamente distintos. “O assassino de aluguel trabalha na escuridão, tem de ser anônimo, enquanto atores buscam os holofotes e serem conhecidos.” (Agência Estado)



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