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Estado de Minas

Helvécio Carlos


postado em 15/02/2019 05:07



EM CENA
ANIVERSÁRIO DE WILMA HENRIQUES

Entre todos os espetáculos em cartaz na Campanha de Popularização Teatro e Dança, Espelho será lembrado como o que mais emocionou a plateia. Em cena, Wilma Henriques contou um pouco de sua trajetória, iniciada na TV Itacolomi na década de 1950. A atriz construiu sólida carreira nos palcos, cinema e televisão. Por isso, ganhou do público o título Dama do Teatro Mineiro. “A primeira e única”, brincou ela no final da sessão de quarta-feira, quando completou 88 anos.



Atores e equipe técnica fizeram declarações de amor à atriz. Bem-humorada, Wilma se assustou quando o ator Carluty Ferreira lembrou que aquela é a quarta peça dos dois. “Não estou caduca, não. Estou emocionada”, disse, recebendo palmas da plateia. Nilmara Gomes contracenou com a dupla. Wilma passou o espetáculo na cadeira de rodas. Com a ajuda do elenco, ficou em pé para agradecer os aplausos. “Caí e quebrei o fêmur. Não estou andando, tenho medo de cair. Usava um andador, agora estou na cadeira de rodas”, explicou.



Bem-humorada, Wilma Henriques revelou ter visto muita gente daquela plateia crescer e se casar. “E eu aqui. Não vou embora!”, avisou. Sem saber da morte de Bibi Ferreira, ficou visivelmente emocionada quando Jair Raso dedicou a apresentação à atriz. “Você se lembram de Bibi Ferreira? Então, batam palmas pra ela”, convocou.

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STAFF INCLUSIVO
IDENTIDADE DE GÊNERO

Merece aplauso a iniciativa da produtora A Macaco Indústria Criativa de incluir transexuais no staff de seus eventos. Sábado e domingo, 20 deles integrarão a equipe do Festival Jângalove, trabalhando na bilheteria, bares, portaria e atendimento ao público. “Contratar transexuais é uma forma de mostrar que todos somos bem-vindos em qualquer atividade”, afirma Bell Magalhães, sócia da Macaco. Desde o início do projeto, há três anos, 200 trans passaram por treinamento. Ano passado, nos festivais Sarará e Sensacional, os transexuais ganharam colegas idosos e com síndrome de Down. “É a maneira que encontramos para combater a exclusão enfrentada por essa parcela da população”, diz Bell Magalhães.

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NO PRANCHÃO
MÚSICA BAIANA

Bell Marques e Xandy, do Harmonia do Samba, não fizeram pedidos complicados para os camarins do Bloquinho do Bell, que rola amanhã, a partir das 19h, no Bella Vista. Bell optou por salgadinhos (coxinha, pastel, empada e quibe), sanduíches de queijo e água de coco. Xandy solicitou aipim cozido, sanduíches, água mineral e água de coco. O Harmonia abrirá os shows, às 20h. Breno Gontijo vem na sequência e Bell deve subir no pranchão às 23h.


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