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Estado de Minas

Da comédia ao terror

Taylor Schilling, a Piper Chapman de Orange is the new black, migra de gênero e faz sua estreia em Maligno. No filme, ela é mãe de um garoto possuído pelo espírito de um assassino


postado em 07/02/2019 05:07

Em Maligno, Taylor Schilling vive Sarah, mãe de Miles, papel de Jackson Robert Scott. Longa tem estreia prevista para 14 de março no Brasil(foto: Jackson Robert Scott/Divulgação)
Em Maligno, Taylor Schilling vive Sarah, mãe de Miles, papel de Jackson Robert Scott. Longa tem estreia prevista para 14 de março no Brasil (foto: Jackson Robert Scott/Divulgação)

Conhecida por seu papel como Piper Chapman na série Orange is the new black  – que termina este ano –, Taylor Schilling deu seus primeiros passos em um gênero muito particular de filme de terror com Maligno, a história de um garoto possuído pelo espírito de um assassino em série. No Brasil, o longa tem estreia prevista para 14 de março.

No filme, Taylor é Sarah, mãe de Miles, um garoto prodígio que começa a apresentar comportamento violento, dominado por forças do mal. Sarah fará tudo que puder para recuperar seu filho. “Foi isso que me fez decidir fazer este filme: os esforços que ela faz para proteger seu filho e tentar salvá-lo”, explica a atriz. “Foi o que mais me impressionou nessa mulher, realmente disposta a tudo”, completou.

Taylor Schilling, de 34 anos, diz nunca ter sido uma grande fã de filmes do gênero, mas admite que se divertiu muito na produção. Também contou ter sentido um pouco de medo em algumas cenas. E Jackson Robert Scott, que interpreta Miles, contribuiu muito para isso, com sua capacidade de passar, num piscar de olhos, de uma inocente criança para um ser impiedoso. “Jackson tem realmente muito talento”, elogiou Schilling. Com apenas 10 anos, Jackson Robert Scott acumula experiência. Ele é o garoto de capa amarela e balão vermelho em It: A coisa, filme inspirado no livro de Stephen King.

Felizmente para Taylor Schilling, ela “nunca cruzou com um Miles” quando trabalhou como babá, antes de começar a viver da comédia. “As crianças podem se tornar assustadoras quando é hora de ir para a cama e quando não querem dormir, mas devo dizer que nunca encontrei uma assim”, brinca a atriz.

Na vida real, o que realmente amedronta a atriz é “a ideia de perder a cabeça”. “Uma coisa que me afetou, de verdade, no papel da Sarah é quando ela não tem mais a capacidade de confiar em sua própria realidade, quando ela não sabe se fala com Miles, ou com a outra entidade”, comenta.

NOVAS VOZES
Taylor também tem medo de tubarão e do fogo, mas não tem medo algum de se despedir de Piper Chapman, a personagem que lhe valeu indicações ao Globo de Ouro e ao Emmy Awards. “Piper se virou bem”, considera a atriz, que está filmando a sétima e última temporada de Orange is the new black.

“É como se fosse o fim de uma época. Dizer adeus a esta família que nós criamos vai ser emocionante”, reconhece ela, referindo-se ao pequeno mundo, ao qual se juntou em 2013, da prisão para mulheres de Litchfield. “Vivemos muitas mudanças, e acho muito encorajador que as novas vozes possam se fazer ouvir”, responde Taylor, ao ser questionada sobre o movimento #MeToo contra o assédio às mulheres.

“Espero que ‘Orange’ sirva de referência para as mulheres e que haja mais lugares para contar histórias diferentes”, completou. (AFP)


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