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Pussy Riot vem ao Brasil


postado em 21/01/2019 05:06

A banda feminista russa, famosa por sua crítica política a Putin e Trump, se apresentará em Recife e SP, em abril (foto: Scott Olson/Getty Images/AFP)
A banda feminista russa, famosa por sua crítica política a Putin e Trump, se apresentará em Recife e SP, em abril (foto: Scott Olson/Getty Images/AFP)

O grupo de punk rock feminista russo Pussy Riot anunciou em suas redes sociais a primeira vinda ao Brasil, para dois shows no mês de abril. A primeira apresentação será no Festival Abril Pro Rock, em Recife, no dia 19. Já a segunda apresentação será em São Paulo, em 20 de abril, no Fabrique Club, como parte do Festival Garotas à Frente.

Este último festival servirá também como lançamento do livro homônimo de Sarah Marcus, sobre a história do movimento Riot Grrrl nos Estados Unidos. Em São Paulo, se apresenta também a banda brasileira Sapataria. As informações sobre vendas ainda não foram divulgadas. No Abril Pro Rock, que será realizado em dois finais de semana, em Recife, se apresentam também as bandas Amorphis, da Finlândia, Nuclear Assault, dos EUA, e ainda as brasileiras Malefactor, The Mist e Eskröta. Os ingressos por dia de festival, por enquanto em lote promocional, são vendidos por R$ 50. Os shows serão realizados no Baile Perfumado, na capital pernambucana.

O Pussy Riot foi fundado em 2011 com o intuito de chamar a atenção para os direitos das mulheres na Rússia e protestar contra o governo do presidente Vladimir Putin. Começou fazendo shows improvisados, como provocação política, até que duas integrantes, Nadezhda Tolokonnikova e Maria Alyokhina foram presas pela primeira vez, por não terem autorização para uma apresentação pública.

Tolokonnikova e Alyokhina foram libertadas apenas no final de 2013. A prisão delas fez o grupo intensificar a sua luta e a repercussão do caso se tornou global.

A mais recente polêmica envolvendo a banda Pussy Riot foi um protesto na final da Copa do Mundo da Rússia, em 2018, quando alguns membros da banda invadiram o campo, em protesto. Os integrantes chegaram a passar alguns dias presos. Na música, o grupo chamou a atenção em 2016 ao lançar um videoclipe crítico à eleição de Donald Trump nos EUA, Make America great again.


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