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Estado de Minas

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15/11/2020 04:00

(foto: Pixabay)
(foto: Pixabay)

 
Frutas, legumes e 
verduras de novembro

As frutas da estação geralmente são mais frescas, mais saborosas e mais nutritivas. Quando comemos alimentos na época certa, desfrutamos não apenas de um melhor sabor, como também dos ingredientes adequados às necessidades do corpo. Além disso, costumam ter o melhor preço. A nutricionista Adriana Stavro separou uma lista das frutas e vegetais ideais para serem consumidos durante o mês de novembro. Confira:

Frutas: abacaxi, acerola, banana-nanica, banana-prata, caju, coco verde, framboesa, jaca, 
laranja-pera, maçã, mamão, manga, maracujá, melancia, melão, nectarina, pêssego e tangerina.

Legumes: abobrinha, aspargos, berinjela, beterraba, cenoura, inhame, maxixe, nabo, pepino, pimentão e tomate.

Verduras: alho-poró, almeirão, brócolis, cebolinha, endívia, erva-doce, espinafre e folha de uva
 
 
Congresso Mineiro de Endocrinologia

O Congresso Mineiro de Endocrinologia e Metabologia – 18º Congremem ocorrerá em 21 e 22 de novembro, com a participação de renomados palestrantes de vários estados. Pela primeira vez no formato on-line, a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia – Regional Minas Gerais (SBEM-MG) proporcionará a participação de especialistas de todo o Brasil com temas sobre os problemas de saúde relacionados ao diabetes, obesidade, dislipidemia e doenças da hipófise, gônadas, tireoide e glândulas adrenais. As inscrições são gratuitas para sócios adimplentes da SBEM de qualquer regional, com vagas limitadas. Para se inscrever e obter mais informações, acesse congremem.com.br.
 
Bruxismo

Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) revelam que o bruxismo afeta 40% da população brasileira. A desordem funcional, que consiste em ranger e apertar os dentes, causa dores na face, mandíbula e na cabeça, além de possíveis fraturas dentárias. O problema tem entre os fatores de risco descontroles emocionais e pode se agravar quando o paciente vive momentos de maior tensão, ansiedade e estresse. Como prevenção, a cirurgiã-dentista Ana Tereza Cardoso Nunes recomenda cuidados com o bem-estar físico e mental. “Atividade física com regularidade e sono eficiente são peças-chave para o controle do problema”, orienta. Ela diz ser importante ficar atento e sempre que necessário marcar uma avaliação com um dentista especialista em disfunção da articulação temporomandibular (DTM) para identificar o bruxismo e alternativas para controle.
 
Roer unhas? Nunca mais!

O ato de roer as unhas é recorrente e não está relacionado à faixa etária. Os motivos vão desde nervosismo, ansiedade, fome, insegurança, tédio ou até mesmo decepção.  O vício faz com que o organismo humano fique exposto a inúmeros perigos em razão da remoção da cutícula, responsável pela proteção da unha e do corpo. Além disso, o ato de roer as unhas pode provocar graves problemas gastrointestinais, como esofagite infecciosa e gastrite, e até prejudicar a dentição, a musculatura do maxilar e a articulação. Luzia Costa, fundadora da Sóbrancelhas, lista cinco dicas para ajudar a controlar esse hábito. Confira:

Identifique os momentos que despertam a mania. Esse é o primeiro passo para saber se o hábito está relacionado a problemas no trabalho, na vida pessoal, e assim por diante.

Roer as unhas é um alerta. Ansiedade, tédio, estresse, tristeza, tudo isso pode interferir de maneira direta no costume. Procure um médico ou especialista para fazer um acompanhamento.

Mantenha a boca ocupada. Mastigue um chiclete, bala ou algo do gênero, mudar o foco é importante, principalmente em momentos de ansiedade ou incertezas.

Tenha um kit manicure por perto. Toda vez que você pensar em roer as unhas, tire da bolsa um "kit manicure", use alicate, lixas etc. Com o hábito de lixar ou cortar, amenizamos a ação de roer.

Mantenha as unhas feitas. Esse hábito aumenta a chance de não levar a mão na boca. 
 
(foto: Reprodução)
(foto: Reprodução)
 
 
Rotina de saúde 
de forma leve e lúdica

Quando falamos de coronavírus, as pessoas com síndrome de Down podem ter fatores de risco, como um sistema de defesa que nem sempre consegue protegê-las de maneira adequada. De maneira simples e didática, o material desenvolvido pela MSP, a cartilha Dicas para familiares de pessoas com síndrome de Down em tempos de coronavírus, orienta o dia a dia das famílias e pessoas com síndrome de Down. A cartilha aborda uma sugestão de rotina equilibrada com atividades que evitam a ansiedade, desespero ou estresse. Para Mônica Sousa, diretora-executiva da MSP, é fundamental que as informações e orientações cheguem a todos de maneira clara e eficaz. "A fim de contribuir com a nova realidade de familiares e cuidadores de pessoas com síndrome de Down, trazemos essa nova cartilha para que possamos auxiliá-los a passar por este momento com as informações adequadas sobre prevenção e saúde, mas também de forma mais leve e lúdica", explica. Para acessar o material, http://turmadamonica.uol.com.br/juntoscontraocoronavirus/.
 
(foto: Pixabay)
(foto: Pixabay)
 
 
Alimentação e prevenção 
do câncer de próstata

O câncer de próstata, de acordo o Instituto Nacional de Câncer – Inca, é o segundo tipo mais comum entre os homens, ficando atrás apenas do câncer de pele não melanoma. Ainda segundo o instituto, 75% dos indivíduos que apresentam essa doença têm mais de 65 anos. Por isso, para a comunidade médica, a chave nessa luta ainda é a prevenção. Pensando nisso, uma dieta balanceada pode ser grande aliada no processo. A Bio Mundo separou uma lista de cinco alimentos para manter o cardápio saudável e ajudar na prevenção do câncer de próstata. Confira:

1 – Soja: a genisteína, presente na sua composição, aumenta a capacidade de autodestruição das células cancerígenas.

2 – Oleaginosas: esse sal mineral é antioxidante e ajuda na renovação das células. Além disso, a vitamina E presente nas oleaginosas é responsável pela melhora do funcionamento do sistema imunológico.

3 – Brócolis: esse vegetal tem ácido fólico na sua composição, que combate o efeito dos radicais livres nas células, que, em excesso, podem contribuir para o desenvolvimento de câncer.

4  Chá verde: a catequina, substância encontrada em abundância na bebida, além de inibir o crescimento das células cancerígenas também reduz a quantidade de testosterona presente no corpo – hormônio relacionado ao desenvolvimento do tumor.

5 – Romã: substâncias ativas no suco de romã têm impacto na adesão e na migração de células cancerosas no câncer de próstata já em estado de metástase. 


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