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Estado de Minas

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postado em 27/10/2019 04:00 / atualizado em 24/10/2019 10:19

(foto: Abem.org.br/Reprodução)
(foto: Abem.org.br/Reprodução)

 
Entenda como funciona a Esclerose Múltipla

Sintomas como desequilíbrio, fraqueza e visão turva podem estar associados a muitas doenças, entre elas a esclerose múltipla (EM). Segundo o Dr. Rafael Paternò, médico neurologista do Hospital 9 de Julho, em São Paulo, a EM é uma doença autoimune, ou seja, acontece quando o sistema de defesa do corpo ataca o próprio organismo. O alvo dos ataques da EM é a mielina, uma capa de gordura que cobre e protege os neurônios. Segundo o neurologista, a doença é mais comum em jovens entre 20 e 30 anos. Perda de visão, tontura e formigamento ou dormência nos braços e pernas são os sintomas mais comuns da doença, que também apresenta sintomas invisíveis, como fadiga e dor. São chamados assim porque, na maior parte das vezes, surtos intercalados com períodos de melhora dificultam o diagnóstico. Por isso, o médico recomenda que, ao desconfiar dos sintomas, o paciente deve procurar um neurologista para fazer exames, como ressonância magnética e coleta de líquor, que ajudam a fechar o diagnóstico e orientar o tratamento. O tratamento é baseado em medicamentos que impedem o aparecimento dos surtos e diminuem as chances de o paciente desenvolver sequelas, como dificuldade de se locomover. “A partir do início do tratamento, a atividade da doença pode ser reduzida ou até interrompida” esclarece o Dr. Paterno. Ele explica que é imprescindível o acompanhamento multidisciplinar. “É importante que o paciente tenha um acompanhamento de fisioterapeutas e psicólogos que o ajudem a lidar com a doença.” O especialista esclarece que a doença não costuma ser fator limitante para que o paciente tenha uma rotina normal. “Adotar uma vida saudável e continuar com o tratamento são fatores determinantes para evitar os surtos e sequelas.”
 
(foto: Wikipedia/Reprodução)
(foto: Wikipedia/Reprodução)
 
 
Afta que não cura pode ser sinal de câncer bucal

Uma afta persistente? Atenção! Úlceras que não cicatrizam podem ser, na realidade, sinal de uma doença séria: o câncer de boca. Caracterizado pela multiplicação desordenada das células da mucosa bucal, esse câncer pode atingir desde a gengiva, céu da boca, até lábios e mucosa – revestimento interno da boca. O dentista Gustavo Menegucci explica que é comum confundir aftas com as feridas causadas pelo câncer de boca, devido à similaridade dos sintomas. “Apesar de serem condições com grau de gravidade distinto, ambas se manifestam por meio de úlceras e bolhas na boca.” Uma forma de identificar e distinguir esses machucados é observando a origem. Enquanto as aftas surgem a partir de alterações hormonais, imunológicas ou até mesmo consumo de alimentos que irritam os tecidos da boca, o câncer se refere ao estilo de vida do paciente. “Essa condição está relacionada aos maus hábitos. Sendo o tabagismo e o consumo excessivo de bebidas alcoólicas as principais causas”, alerta. Outra forma de identificar a doença é observando o tempo de cicatrização. Aftas que demoram mais de 15 dias para sumir devem ser investigadas. “Feridas relacionadas ao câncer bucal têm a característica de não cicatrizar por completo. Quando paciente manifesta esse tipo de quadro, acende-se um alerta vermelho.” Ao notar úlceras estranhas na boca, o ideal é procurar um profissional da odontologia para auxiliar na investigação, diagnóstico e tratamento do problema.
 
(foto: Holding Comunicações/Divulgação)
(foto: Holding Comunicações/Divulgação)
 
 
Hábitos que acentuam  o surgimento de rugas

“Envelhecer faz parte do ciclo da vida, mas podemos interferir neste ciclo de forma positiva ou negativa. O modo como levamos a vida e nossos cuidados interferem diretamente em como será o processo de envelhecimento”, afirma o cirurgião plástico Dr. Mário Farinazzo, membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP). Ele aproveita para explicar a relação entre o envelhecimento da pele e seis hábitos:

Privação de sono – Pacientes que sofrem com insônia têm o ciclo circadiano afetado, o que altera o metabolismo e compromete o tempo necessário para que ocorra o reparo e regeneração durante o período noturno. É de noite que temos uma reorganização celular, uma vez que nosso metabolismo basal está mais baixo.

Estresse – O estresse, por meio de descargas constantes de adrenalina, cortisol e prolactina, potencializa o estado inflamatório persistente na pele e reduz o tempo de vida e a atividade das células. Isso afeta a proliferação e a renovação celular, deixando também o tecido cutâneo mais desprotegido.

Exposição ao Sol – Nada é mais agressivo à pele que a exposição solar sem fotoproteção. O dano é cumulativo e provoca envelhecimento precoce (rugas, flacidez e manchas), além de inflamação e um aumento do risco de cancerização. O filtro solar deve ser de amplo espectro e usado todos os dias do ano (independentemente da estação), sendo reaplicado a cada três horas em exposição direta e a cada quatro horas em ambientes fechados.

Alimentação inadequada – Um dos maiores problemas das dietas atualmente é a alta ingestão de açúcar, que, em excesso, colabora para um processo de glicação, que é quando as fibras de colágeno e elastina endurecem por reagir com esses açúcares. Com isso, elas perdem flexibilidade e a capacidade de sustentação e ancoragem da pele. Atenção também aos carboidratos, que viram açúcar no fim da digestão. 
 
 
Longeviver com saúde e alegria

Belo Horizonte nunca viu uma programação tão extensa e interativa pensada exclusivamente para o público 60+. E o melhor: totalmente gratuita. Até 24 de novembro, a programação do 1º Encontro Longeviver segue intensa com a proposta de mudar a rotina de idosos e idosas de toda a cidade. Um dos projetos pioneiros em apresentar atividades com foco sociocultural no Fundo do Idoso, o encontro é idealizado e produzido por grandes protagonistas e referências na cena da terceira idade belorizontina: o Grupo Cultural Meninas de Sinhá. “A expectativa de vida da população está aumentando e até 2025 seremos a quinta maior população de idosos do mundo. Está na hora de pensarmos desde já como queremos viver o resto das nossas vidas e como ser feliz e saudável hoje, no presente”, explica Patrícia Lacerda, coordenadora Geral do projeto e produtora das Meninas de Sinhá. Desde ontem, o Parque Municipal se tornou ponto de encontro do festival. Hoje, das 10h às 16h, várias atrações, como o Conversamba, com moradoras da Pedreira Prado Lopes resgatando a história do samba da Lagoinha. Para acompanhar a programação completa acesse www.meninasdesinha.org.br.
 
(foto: Marcelo Alcântara/Divulgação)
(foto: Marcelo Alcântara/Divulgação)
 
 
 
Outubro Rosa recolhe lenços

Logo mais, a partir das 10h, a Cia Athletica BH realiza evento em prol da Campanha Outubro Rosa, no 13º andar do Hospital Mater Dei (Av. do Contorno, 900, Barro Preto). Professores da academia farão uma aula especial gratuita de ioga. Além disso, serão recolhidos lenços de cabelo, que serão doados para o Instituto Mário Penna. A cada lenço doado, a Cia Athletica, em parceria com a Agrata, doará mais um. São 50 vagas, com inscrições no https://www.sympla.com.br/yoga-outubro-rosa__684760.


LIVRO

Eu, minha irmã e seu universo particular
De: Eileen Garvin
Editora Agir, 204 páginas, R$ 29,90

Com olhar sensível e honesto, a jornalista norte-americana Eileen Garvin narra seu cotidiano ao lado da irmã mais velha e autista, Margaret, que foi diagnosticada com o transtorno aos 3 anos, no mesmo mês em que Eileen nasceu. Enquanto relembra as situações inusitadas pelas quais passaram juntas, Eileen expõe a terna dinâmica estabelecida entre as duas.
 


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