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O compromisso tem de ser de todos


postado em 23/06/2019 04:05

Carolina Soares Freire, nutricionista do Coleguium, diz que desde 2017 a cantina da escola já não vende guloseimas(foto: Edésio Ferreira/EM/D.A Press )
Carolina Soares Freire, nutricionista do Coleguium, diz que desde 2017 a cantina da escola já não vende guloseimas (foto: Edésio Ferreira/EM/D.A Press )

 

 

 

 




O cuidado com o que é disponibilizado para o consumo dentro da escola sempre foi uma preocupação do Coleguium Rede de Ensino, que acaba de ampliar seus cuidados com a implantação do Programa de Educação Nutricional (PEN), projetado para que os alunos entre 2 e 9 anos tenham alimentação balanceada e equilibrada. Do infantil ao 3º ano do ensino fundamental.

Carolina Soares Freire, nutricionista do Coleguium, ressalta que, desde 2017, a instituição já não vende balas, doces, refrigerantes ou salgados fritos. Agora, haverá apenas uma adequação diante das novas exigências. Como, por exemplo, a retirada do suco de caixinha (tem o natural e o de polpa) e a adaptação de receitas dos salgados, com a retirada da gordura hidrogenada, que será substituída por óleo de soja ou de girassol. “São medidas importantes, em vista da quantidade de crianças obesas, sem falar que a má alimentação influencia no desenvolvimento e no déficit de atenção, que é prejudicado. Mas essa é uma preocupação do Coleguium desde sempre e que requer o envolvimento não só da escola, mas de todos. Começa em casa, com os pais. A família precisar estar alinhada a esse mesmo propósito e adotar alimentação de qualidade, mais natural.”

No colégio, Carolina explica que há o lanche coletivo, com a comida sendo preparada pelas cozinheiras. No cardápio, duas bebias (uma láctea e um suco de polpa), um carboidrato (cupcake de cenoura ou sanduíche natural) e dois tipos de frutas. “O lanche é dividido nos intervalos. No primeiro, de 20 minutos, é hora do carboidrato e de uma bebida e, nos 10 minutos restantes, próximo ao fim da aula, a fruta. Juntos, se alimentam melhor, são mais estimulados, experimentam mais”, conta Carolina, destacando que o Coleguium “faz um trabalho de educação alimentar nutricional”. Há aulas a respeito, com novos projetos a cada ano. “Já desenvolvi a cabra-cega das frutas, com receitas como suco verde e sorvete de banana. Com olhos vendados, eles têm de descobrir os sabores. Este ano, estamos preparando uma horta, a Plantar, colher e comer. Assim, eles também desenvolvem o paladar, há interação e são estimulados até a plantar em casa. Muitas vezes, chegam me contando que nasceu um tomatinho.”


RECEITAS ESPECIAIS

A nutricionista destaca que, em datas comemorativas, há receitas especiais, sem abrir mão do que é saudável. Na Páscoa, ela entregou um brownie sem lactose e, para a festa junina, o preparo será broa de queijo com goiabada e canjica com leite de coco. “A resistência das crianças com certos alimentos faz com que alguns pais desistam de introduzir algumas frutas e verduras que elas rejeitam. Brincar com a comida, trazendo uma apresentação mais lúdica, é uma excelente alternativa.” Ela lembra que até os 4 anos tudo é mais fácil; depois dos 5, a rejeição começa e é aí que é preciso conquistá-los para que permaneçam na linha.

Outra forma que o Coleguium tem de investir na educação alimentar é um canal de comunicação direto entre a nutricionista e os pais, por meio do e-mail e telefone, em que podem tirar dúvidas sobre a alimentação. Além disso, o colégio envia, mensalmente, uma newsletter com dicas nutricionais. “É o ‘Canal da nutre’. Envio duas receitas por mês, mais elaboradas, para que os pais façam com os filhos. E, depois, quero ver as fotos da preparação e do resultado.” A instituição disponibiliza um aplicativo, o Nutrebem, em que os pais têm acesso às compras dos filhos e podem consultar a classificação nutricional dos lanches que os filhos consomem.






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