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postado em 28/04/2019 05:06

Mitos e verdades sobre intolerância à lactose

A intolerância à lactose é a incapacidade total ou parcial de digestão do açúcar do leite. Essa condição, que pode surgir em qualquer momento da vida, ainda gera muitas dúvidas, desde sua origem a como se comportar quando é realmente diagnosticada. Para responder a algumas das dúvidas mais comuns, o gastroenterologista Décio Chinzon preparou alguns mitos e verdades. Confira:

3  Todo indivíduo que tem intolerância à lactose sabe
Mito. A intolerância pode ter intensidades diferentes de individuo para individuo. Muitas pessoas sentem sintomas, como distensão abdominal, cólica, diarreia, náusea ou flatulência após comer alimentos à base de leite e nem percebem que o mal está relacionado ao alimento. Outras toleram quantidades menores de ingestão de leite ou derivados.

3  A lactose está presente em todos os alimentos à base de leite
Mito. Nem todos os alimentos elaborados a partir do leite têm lactose. Em alguns tipos de queijos, por exemplo, a lactose já é degradada durante o processo de fabricação.

3  Todo leite de origem animal tem lactose
Depende. Os leites de origem animal têm naturalmente lactose em sua composição, inclusive o leite materno. No entanto, existem técnicas industriais que reduzem drasticamente o conteúdo de lactose no leite, tornando possível a fabricação de leites de origem animal com “baixo teor de lactose”. Os leites de origem vegetal, como os de arroz, soja, coco e amêndoa, não têm lactose na sua composição e podem, em geral, ser consumidos por quem tem intolerância.

3  Alergia e intolerância à lactose
são a mesma coisa
Mito. A alergia ao leite de vaca (APLV) é uma reação do sistema imunológico às proteínas do leite de vaca e é mais comum em bebês e crianças. Os sintomas são variáveis de caso para caso e podem incluir placas vermelhas e coceira na pele, diarreia, sangue nas fezes, perda de peso e infecções respiratórias de repetição. Já a intolerância à lactose é a incapacidade de digestão do açúcar do leite pelo organismo e é mais comum em adultos e idosos, provocando sintomas como diarreia, cólica, inchaço abdominal e flatulência.

3 A quantidade de lactose muda conforme o alimento
Verdade. Alguns alimentos contêm menos lactose e podem até ser tolerados.

3  Pessoas que fazem dieta de restrição aos lácteos necessitam fazer uma suplementação de cálcio
Verdade. O leite e seus derivados são as fontes mais comuns e de melhor absorção de cálcio. Quando os alimentos lácteos estão ausentes da dieta, pode ser necessária a suplementação de cálcio para que se alcance a recomendação de ingestão diária desse mineral. O cálcio de origem vegetal, como o presente em brócolis, espinafre e gergelim, em geral, não é suficiente para suprir a necessidade do organismo.

3  Pessoas com intolerância à lactose não devem consumir nenhum alimento lácteo e viver pra sempre sem lactose
Mito. A condição da intolerância é bastante individualizada. Cada pessoa tem um grau maior ou menor de intolerância, podendo consumir alimentos de baixo teor de lactose sem sofrer mal-estar. O fracionamento da dieta que contém lactose pode também ajudar. Além disso, existem no mercado os comprimidos de enzima lactase, como latolise, que ajudam as pessoas a comer alimentos lácteos e não se privar da riqueza nutricional desses alimentos e nem das delícias da vida.

Terapia manual para bebês

Poucas coisas são mais angustiantes para a mãe do que ver seu bebê recém-nascido inquieto, irritado, com insônia ou chorando sem parar por motivo desconhecido. Mas saiba que existe um método de terapia manual capaz de acalmar esses estados, e até mesmo ajudar o bebê a ter uma longa noite de sono. O Método Busquet promove a descompressão dos tecidos e relaxamento de tensões, trabalha cadeias globais aliando conhecimento do estado visceral do corpo com o músculo esquelético e, aplicado ao bebê, induz uma sensação positiva, permitindo que os estímulos que o bebê recebe, como luminosidade, ruídos, temperatura externa e quaisquer outros sejam recebidos com suavidade, ajudando na integração e utilização dessas informações sem que o bebê se sinta agredido. “O recém-nascido vive as tensões do corpo. Expressando-as em hiperatividade, inquietude, irritação, esse desconforto pode monopolizar sua energia a ponto de fazer com que todos os estímulos externos se tornem uma agressão para ele. A manipulação por meio do Método Busquet traz equilíbrio a esse processo e, assim, o bebê tem uma sensação de bem-estar, se desenvolve melhor, dorme melhor, tem comportamento mais calmo etc.”, explica o fisioterapeuta Vitor Alvarenga, um dos poucos fisioterapeutas mineiros com expertise em aplicação do método.

Birra pode ser por algum distúrbio

O transtorno opositor desafiador (TOD) acomete crianças e adolescentes e, como o próprio nome indica, caracteriza-se por explosões de raiva com desobediência contínua às figuras de autoridade, como pais e professores, provocações, baixa tolerância à frustração, transferência constante da responsabilidade, comportamento antissocial e impulsividade. “Se não for tratado, o TOD pode desencadear, na vida adulta, o transtorno de conduta caracterizado pela violação de normas sociais ou direitos individuais, comportamento contrário às normas sociais de conduta, levando a furtos, vandalismo e crueldade com animais, por exemplo, e, em casos extremos, acarretando o transtorno de personalidade antissocial”, alerta a psiquiatra infantojuvenil Jaqueline Bifano. Os sintomas geralmente começam entre os 6 e os 8 anos e causam problemas em casa e/ou na escola. As causas são desconhecidas e envolvem uma combinação de fatores genéticos e ambientais. De acordo com a médica, além do tratamento da criança, o comportamento dos que estão à volta deve ser adequado, já que, caso contrário, pode reforçar na criança ou no adolescente os episódios de explosão. “Quando uma criança é agressiva na escola, professores e colegas automaticamente voltam sua atenção a ela e, muitas vezes, o que ela quer é justamente atenção.”

Curso de ioga


Belo Horizonte vai receber curso de ioga oferecido pela Premananda Yoga School, que será realizado de 31 de maio e 3 de novembro. A proposta das aulas é formar interessados que queiram incorporar a ioga em sua vida, em suas atuações profissionais e, ainda, para quem deseja se tornar instrutor, inclusive no exterior. As aulas serão realizadas na Casa Amadoria, no Bairro Floresta. O curso associa prática e teoria para que os alunos possam experimentar a metodologia Premanada Yoga, que se adapta a todos os níveis de prática. Dividido em oito módulos, o curso terá um encontro de fim de semana por mês, das 20h às 22h nas sextas-feiras, e das 8h30 às 18h30 aos sábados e domingos, totalizando 200 horas de imersão. Ao fim do curso, haverá um retiro de três dias. Mais informações e inscrições até o início do curso ou lotação máxima da turma no https://premanandayoga.com.br/formacao/belo-horizonte/.

Como usar salto e evitar problemas nos pés

“Não sei quem inventou o salto alto, mas todas as mulheres devem muito a essa pessoa.” A icônica frase de Marilyn Monroe é um exemplo da relação de amor e ódio das mulheres com o salto alto. Sinônimo de feminilidade e elegância, esse tipo de sapato pode ser também desconfortável e prejudicar as articulações dos pés. Segundo Cristina Lopes, coordenadora técnica e podóloga da Doctor Feet, com até três centímetros de altura os saltos não são prejudiciais à saúde, e podem até trazer benefícios, como ajudar no processo circulatório. “O salto, quando muito alto ou fino, faz com que a pessoa descarregue o peso do corpo somente na parte da frente dos pés, o que leva a calosidades”, comenta a especialista, que dá dicas para quem faz uso mais frequente desse tipo de sapato e quer evitar problemas.

3 Escolha modelos com salto mais grosso ou anabela: quanto mais largo o salto, melhor ele distribui o peso do corpo e ajuda na estabilidade, diminuindo a tensão entre os dedos e o calcanhar. O uso de sapato pouco confortável pode gerar tensão nos pés e desencadear um processo inflamatório, levando à fascite plantar.

3 Fique atento ao formato do sapato: os de bico fino, por exemplo, espremem os dedos, o que leva à formação de calos dorsais. O sobrepeso também é outro problema que exige atenção no formato do sapato, que deve distribuir bem o pé e trazer ainda mais sustentabilidade.

3 Palmilhas e protetores: protetores de calos e dedos ajudam a diminuir o desconforto do salto e impedem que o atrito entre o material reforce ainda mais os problemas como calos e fascite plantar

3 Massageie os pés e tornozelos após o uso do salto: uma massagem ou escalda-pés pode ajudar a relaxar a tensão dos pés e tornozelos após um dia intenso com salto. Use um creme específico para essa parte do corpo, com função terapêutica de relaxamento, e massageie a planta e o peito dos pés para também diminuir as dores do cansaço.

3 Intercale o uso de salto alto com salto baixo: ao usar salto alto, intercale no dia seguinte com um sapato baixo, para ajudar os pés a se recuperarem. Chinelos e rasteirinhas também não devem ser usados como se fossem sapatos normais, pois são para a praia ou piscina, e não oferecem suporte ao calcanhar, além de forçar o joelho.


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