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postado em 31/03/2019 05:08

Piscina resseca a pele

Você já reparou que ao ficar um tempo na piscina sua pele fica um pouco ressecada? O ressecamento da pele ocorre por um desequilíbrio na produção do manto hidrolipídico, película que recobre a epiderme e protege a pele. “Quando o manto hidrolipídico é alterado, a epiderme perde a sua capacidade de reter água e uma cascata inflamatória é desencadeada, em graus variáveis de intensidade, causando coceira, descamação, perda de viço”, explica a dermatologista Daniela Neves, de Belo Horizonte. Segundo ela, o cloro presente na água das piscinas interfere negativamente na película lipídica da pele. Ela explica, ainda, que o ressecamento da pele, por representar uma alteração da função epidérmica, pode causar doenças como dermatites e infecções bacterianas, virais e fúngicas, e dá dicas para melhorar a hidratação da pele:
– Água termal caracteriza-se pela presença de minerais na sua composição. Essa água pura e enriquecida com selênio e zinco, por exemplo, ajuda a reequilibrar a pele danificada, tornando-a mais hidratada e menos sensibilizada. É uma excelente opção de hidratação para pacientes com pele oleosa, que não se adaptam a cremes emolientes
– Os cremes hidratantes são os nossos grandes aliados no tratamento da pele seca. São os responsáveis por devolver os lipídios perdidos. A pele do rosto e do corpo deve receber cremes hidratantes pelo menos uma vez ao dia. O creme hidratante para o rosto geralmente difere do creme corporal, já que o rosto é mais rico em glândulas sebáceas (o creme deve ser não comedogênico). O melhor momento para usar o creme hidratante é com a pele ainda úmida, no pós-banho.
– Os óleos funcionam muito mais como uma barreira protetora do que como hidratantes. O uso de óleos durante o banho ajuda a preservar a barreira lipídica da pele, protegendo-a, por exemplo, da ação detergente dos sabonetes e da cetose causada pela água

Alimentação saudável no trabalho

Com a rotina corrida dos dias de hoje, fica cada vez mais difícil realizar as refeições de maneira adequada. De acordo com a nutricionista Cintya Bassi, do Grupo São Cristóvão Saúde, frutas oleaginosas, como castanhas, amêndoas e nozes, assim como barras de cereais de baixo valor calórico, frutas secas e biscoitos integrais são boas opções de lanche. Caso marmitas sejam uma opção viável no local de trabalho, a dica é montar uma alimentação balanceada, que inclua o maior número de fontes de nutrientes possível, como as indicadas pela especialista: carboidratos complexos, como arroz e massas integrais; grãos integrais, como linhaça e quinoa; vitaminas e minerais, presentes em frutas e hortaliças; gorduras de boa qualidade, como óleos e azeites; e proteínas.


Doenças respiratórias no outono

A chegada do outono significa o início das grandes variações de temperatura e da baixa umidade. Esses fatores, aliados à poluição, são considerados alguns dos responsáveis pelo aumento dos índices de doenças respiratórias durante esta época do ano. De acordo com Ricardo Souza Queiroz, alergista e imunologista do Grupo São Cristóvão Saúde, os problemas mais frequentes neste período são a asma, as rinites e as sinusites. Quando o tempo está seco, a mucosa nasal fica ressecada e passa a não filtrar corretamente o ar cheio de partículas poluentes e alergênicas, que vai aos pulmões. Em muitos casos, as pessoas já têm predisposição genética às alergias respiratórias, e quando são expostas a esses fatores, as alergias são desencadeadas, gerando reação do sistema imunológico, que inclui o corrimento nasal e o lacrimejamento. Uma boa noite de sono, a prática de atividades físicas e alimentação balanceada e rica em vitamina C são elementos que podem ajudar a melhorar a imunidade e, consequentemente, evitar ou amenizar o grau de intensidade dessas doenças.

Mulher é mais suscetível a contrair inflamação nas pálpebras

A mulher brasileira vive mais que o homem, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mas tem pouco o que comemorar quando o assunto é saúde ocular. De acordo com o oftalmologista Leôncio Queiroz Neto, do Instituto Penido Burnier de Campinas, nas salas de espera do hospital elas predominam. Levantamento feito pelo médico mostra que as doenças oculares são 50% maiores na população feminina. Até a blefarite, inflamação das pálpebras, é mais frequente entre mulheres. Isso porque estão mais expostas às oscilação hormonais, que predispõem ao aumento da oleosidade da pele. Além disso, o excesso de maquiagem pode provocar dois tipos de inflamação na pálpebra. Um deles é a blefarite seborreica, que corresponde a 70% dos casos. O outro é a alérgica, que corresponde a 30%. Queiroz Neto salienta que mulheres com pele oleosa devem evitar as maquiagens cremosas que contêm óleo na fórmula, para diminuir o risco de contrair blefarite.

Voluntário para
tratar dor no ombro

O Programa de Pós-Graduação em Fisioterapia (PPGFt) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) está recrutando voluntários para um estudo que compara dois tipos de exercícios aplicados no tratamento da dor no ombro. A pesquisa é realizada no Laboratório de Avaliação e Intervenção do Complexo do Ombro, instalado no Departamento de Fisioterapia (DFisio) da universidade, e o atendimento aos voluntários é gratuito. O estudo é conduzido pelo doutorando Danilo Harudy Kamonseki, sob orientação de Paula Rezende Camargo, docente do DFisio. O objetivo da pesquisa é comparar dois protocolos de exercícios para tratamento de pacientes com dor no ombro. Podem participar da pesquisa pessoas de ambos os sexos, com idade entre 18 e 60 anos, índice de massa corporal (IMC) menor que 28 kg/m², e que apresentem dor durante a elevação do braço há três meses, no mínimo. Os participantes não podem ter feito cirurgias ou sofrido fratura na região do ombro.Interessados devem entrar em contato com o pesquisador até maio pelos telefones (16) 3306-6695 e (16) 98184-8229 ou pelo projetoombro@gmail.com.

Mitos e verdades sobre o hormônio do crescimento

O tamanho que uma criança vai ter na vida adulta depende, principalmente, da hereditariedade. Mas, a má alimentação, situações de estresse ou doenças podem influenciar o desenvolvimento. Há ainda crianças que apresentam deficiência na produção do chamado “hormônio do crescimento”, substância produzida na glândula hipófise, que desempenha um papel central na modulação do crescimento do corpo, desde o nascimento até o final da puberdade. O endocrinologista Daniel Freire, gerente de assuntos médicos da Sandoz, esclarece o que realmente procede quando o assunto é deficiência do hormônio do crescimento.

1) O tamanho da criança é influenciado pelos genes herdados dos pais:
– Verdade. Adultos altos tendem a ter crianças altas. O contrário também é válido: pais baixos têm grandes chances de gerar crianças baixas.

2) Não dá para ter ideia do tamanho que uma pessoa vai ter quando crescer:
– Mito. É possível estimar a altura da criança usando uma fórmula matemática com base na altura dos pais.

3) O crescimento pode ser afetado por coisas que ocorrem na vida das crianças:
– Verdade. Os motivos pelos quais algumas crianças não crescem adequadamente podem ter a ver com condições externas – em países em guerra, por exemplo, há maior dificuldade para encontrar alimentos próprios para o consumo. A vida em ambientes estressantes, famílias em circunstâncias desfavoráveis também são capazes de alterar a curva de crescimento.

Anticoncepcional deve ser receitado por especialista

Quando os anticoncepcionais surgiram, na década de 1960, foi um grande avanço no campo da sexualidade feminina. Porém, atualmente, eles têm sido os vilões da saúde e bem-estar da mulher em diferentes formas e sintomas. Eles têm sido associados a doenças das mais variadas, como trombose, AVC, hipertensão etc., independentemente da idade. Além de tudo isso, eles estão sendo associados também à ansiedade, falta de energia, desânimo e depressão, ocasionando problemas nos relacionamentos entre pessoas e a realização de sonhos e conquistas. “A mulher está sempre em busca de uma vida mais saudável, em se cuidar, se manter bonita e com saúde, mas, muitas vezes, não sabe dos perigos que está colocando dentro do seu próprio corpo tomando esse tipo de medicamento”, afirma Paula Vasconcelos, médica nutróloga do Espaço Volpi. Ela conta que todas essas questões estão presentes nas bulas dos remédios, mas que, na maioria das vezes, as pacientes iniciam sua vida sexual e começam a tomá-los por conta própria, sem consultar um médico especialista. O importante é sempre se consultar com ginecologista e nutrologista para as devidas orientações e nunca esquecer de alinhar as suas expectativas com


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