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A precisão dos mapas mentais


postado em 20/01/2019 05:08

(foto: Arquivo Pessoal)
(foto: Arquivo Pessoal)


Gente jovem com problema de memória? Pode ocorrer, essa não é uma questão restrita aos mais velhos. Paulo Henrique Lima de Resende Chaves, de 33 anos, bancário, revela que “a minha memória nunca foi boa, sempre esqueço coisas do dia a dia. Sempre decorei fazendo repetições, o que não é errado. Mas com algumas técnicas de estudo percebi que não é uma maneira eficiente”.

Incomodado com seus esquecimentos, Paulo conta que decidiu fazer um curso de mapas mentais para aprimorar a técnica: “Para quem estuda para concurso é um diferencial. Atualmente, os concursos estão muitos disputados, o volume de matérias é altíssimo e qualquer ponto faz a diferença”. Ele, como um concurseiro, tratou logo de buscar ajuda: “Durante os estudos, faço um rascunho dos mapas mentais. Com eles, em outro momento, faço o mapa definitivo, desenhando e colorindo. O ato de desenhar ajuda na memorização do conteúdo”.

Paulo destaca que hoje trabalha no Banco do Brasil, é concursado, mas continua estudando para novos certames: “Com os mapas mentais, consigo fazer uma revisão de grande quantidade de matéria em pouco tempo, ajudando a memorização das informações. Depois que comecei a usar os mapas mentais para estudar tive melhores resultados em alguns concursos, chegando a fazer a prova oral (que é a última etapa) em duas oportunidades”.

Satisfeito com o resultado e sua evolução, Paulo explica que o curso de mapas mentais mostra como as imagens auxiliam na memorização, e o fato de desenhar ajuda ainda mais. “Não é preciso desenhos bonitos, qualquer desenho, por mais amador que seja, já facilita a memorização. O que mais gostei no curso é entender que o mapa mental é algo pessoal, nós aprendemos criando os mapas. Caso eu estude por um mapa mental feito por outra pessoa o resultado não é tão eficaz.”

Conforme a explicação de Paulo, os mapas mentais facilitam no armazenamento das informações a longo prazo: “Com eles, é possível fazer a revisão de uma grande quantidade de informações em menor tempo. Para quem estuda, ou trabalha com uma grande quantidade de informações, é uma técnica excelente”.

TECNOLOGIA

Para Paulo, o estresse, cansaço e avanço da tecnologia podem ser apontados como possíveis responsáveis por uma memória mais instável, que às vezes falha: “Acho que isso tem relação com como usamos a tecnologia. Dificilmente escrevemos no papel, usamos o computador e o ato de escrever ajuda mais a reter informações do que digitando. Hoje, os números dos telefones estão todos na agenda do celular, não discamos mais, apenas clicamos no nome da pessoa e a ligação é efetuada. Para fazer uma compra com cartão não precisamos mais digitar a senha, basta apenas aproximar o celular que o pagamento é efetuado com a confirmação da nossa digital (como o Apple Pay ou Samsung Pay). São tecnologias que facilitam o nosso dia a dia, mas acabamos utilizando menos o cérebro, a nossa memória. Acho que isso tem relação com a falta de memória da geração totalmente tecnológica”.
O bancário Paulo Henrique Lima de
Resende Chaves, de 33 anos, desenvolveu técnicas de estudo para memorizar o conteúdo para concursos


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