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Estado de Minas

Viva o espírito natalino!

Reuniões familiares brindam o encerramento do ano com comida farta, alegria e solidariedade. Data fortalece nas pessoas a cultura do amor, do afeto e da união


postado em 23/12/2018 05:02

Com os filhos Henrique e Rafaella, Susi e Evandro fazem questão de decorar toda a casa com a família reunida(foto: Marcos Vieira/EM/D.A Press )
Com os filhos Henrique e Rafaella, Susi e Evandro fazem questão de decorar toda a casa com a família reunida (foto: Marcos Vieira/EM/D.A Press )

 

 

 

 










A tradicional festa natalina tem sido instilada de geração em geração, promovendo valores como o carinho e a união, além de fortalecer o vínculo que existe entre familiares. Décadas de memórias acalentadas aquecem corações de avós, pais, tios, primos e até os queridos agregados. Por mais que algumas dessas tradições mudem para acomodar os desejos e planos com as gerações vindouras, o Natal é momento propício para esse tempo em família, em casa, curtindo uns aos outros, seja em volta da mesa ou da árvore de Natal.

Para o casal Susi Meire, pedagoga, e Evandro Gonçalves Chaves, bancário, o Natal representa amor, família, paz e solidariedade. “O nascimento de Jesus nos traz toda esperança, prosperidade e magia para essa época tão iluminada”, comenta Suzi. Além disso, a época de fim de ano sempre foi marcante dentro do lar, da família, já que se transformou em tradição a decoração de toda a casa em clima natalino e do encontro familiar que se faz presente na memória de todos. “Gostamos de comemorar todos juntos e levar essa tradição e magia para nossos filhos, como nossos pais fizeram conosco”, destaca.

Esse costume, segundo o casal, se tornou ainda mais encantador com o nascimento dos filhos, Rafaella e Henrique. “O Natal tomou outra dimensão, um momento único de ver toda essa união e carinho mútuos. Sem dúvida, os Natais se tornaram ainda mais marcantes quando passaram a ter a presença dos nossos filhos”, afirma Evandro. A ceia, o amigo-oculto, a árvore e toda a decoração envolvida, comuns em diversas famílias, se reinventam e dão sentido a essas festividades. Cada família apropria-se da festa, organizando-a à sua maneira e atribuindo-lhe os seus próprios valores.

VIVÊNCIA

 “Confesso que parei de acreditar em Papai Noel já grandinha, beirando meus 13 anos. Mas a magia do Natal e esse encantamento nunca deixaram de existir, não é à toa que é minha data preferida, por isso, faço questão de manter essa tradição”, comenta a arquiteta Rafaella Guerra, filha do casal. “Os preparativos, as decorações, a procura pelos presentes, tudo isso vem sendo feito desde o início do mês”, conta.

Na véspera de Natal, cerca de 40 pessoas se reúnem na casa da mãe de Susi, a vó Zilda, e fazem uma festa com uma ceia bem farta, decoração natalina, amigo-oculto e um vídeo, tradição desde 2009. “A festa é sempre muito alegre e mágica. Fazemos questão de sempre nos unir à 0h e rezar em agradecimento àquele momento, e lembrando o verdadeiro significado do Natal, que é o nascimento de Jesus Cristo”, enfatiza Rafaella. Nesse dia, ela e os primos maternos produzem um vídeo, com fotos, vídeos antigos e momentos especiais daquele ano para relembrar e celebrar mais ainda aquele momento em família. No dia seguinte, a festa é na casa da vó Marlene, mãe do bancário, em que há o tradicional almoço e troca de presentes.

CARIDADE 

A solidariedade não fica de fora da festa da família, aliás, permanece o ano inteiro. “Durante o ano, fazemos questão de ajudar alguma instituição ou alguma família carente, doando roupas, brinquedos e alimentos, entre outros itens”, conta Susi Guerra. Para a filha, Rafaella, esse lado solidário dos pais foi decisivo para transformar sua personalidade. “Meu caráter e os meus ideais foram desenvolvidos por meio dessas memórias afetivas, que guardo com muito carinho. Vejo esperança e bondade nas pessoas. É época de ajudar ao próximo e celebrar tudo que o ano que passou trouxe de bom. O espírito natalino só existe se for compartilhado”, diz.

Solidariedade, crescimento espiritual, união familiar e reflexão pessoal fazem parte do cerne de outras famílias que contaram suas histórias de Natal para esta edição do Bem Viver.


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