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Estado de Minas

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postado em 02/12/2018 05:02

(foto: Fábio Rodrigues Pozzebom/ABr %u2013 14/11/10 )
(foto: Fábio Rodrigues Pozzebom/ABr %u2013 14/11/10 )







Vem pra Roda de Natal

O Vem pra Roda, com a educadora parental Sílvia Compart, está com programação especial de Natal para dar aquela ajuda na criatividade e aumentar a conexão entre pais e filhos. Os encontros terão oficina de atividades para a família fazer em casa com os filhos, tendo como base a magia natalina e os preceitos das teorias da disciplina e da psicologia positivas. As crianças contarão com espaço para se divertir com a equipe do BEK – Buritis Espaço Kids. Os encontros serão realizados na terça-feira, das 14h às 16h30 e das 18h30 às 21h; na quinta-feira, das 14h às 16h30; e na sexta-feira, das 19h30 às 22h, no BEK (Rua Rubens Caporali Ribeiro, 752, Buritis). Inscrições no www.sympla.com.br. Informações pelo (31) 99246-0205.


SBCP completa 70 anos

Na sexta-feira, comemora-se o Dia Nacional do Cirurgião Plástico, data instituída pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), numa referência à fundação da entidade, que está completando 70 anos. Nesse dia, profissionais chamarão a atenção da população para a importância da escolha do especialista para realizar a cirurgia, uma vez que procedimentos inadequados podem provocar danos à saúde do paciente. Atualmente, o Brasil é o segundo no ranking mundial de cirurgias plásticas, com mais de 1,3 milhão de operações realizadas por ano, ficando atrás somente dos Estados Unidos. Também somos o segundo em procedimentos estéticos, como preenchimentos e peelings. Os dados da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica (Isaps) demonstram que as operações reparadoras, como em casos de acidentes, cicatrizes ou sequelas de doenças, são comuns no país, mas a busca pela beleza ainda é o que mais motiva os brasileiros a procurar um cirurgião plástico. Nos últimos anos, houve grande banalização dos procedimentos cirúrgicos relacionados à alteração da aparência física para os padrões estéticos aceitos na sociedade, diante do que é orientado pela mídia. Segundo o médico Rogério Bittencourt, o paciente deve ter no cirurgião plástico um referencial de confiança e profissionalismo. “É ideal que o paciente vá ao consultório com a mente aberta, acredite no médico e procure outras pessoas que já foram operadas por ele. Priorizando sempre aqueles que são especialistas, segundo os conselhos regionais de Medicina e da SBCP, pois são os mais qualificados para atender às expectativas de seus pacientes, com ética e responsabilidade”, explica o cirurgião.


Diabetes pode virar
epidemia em 2045




Estudos e pesquisas recentes sobre o quadro do diabetes entre os brasileiros estão trazendo números muito alarmantes. Numa projeção mundial, até 2045, a estimativa é de que cerca de 630 milhões de pessoas sejam diagnosticadas com o mal, representando aumento de 48%. “O diabetes é uma doença, digamos, traiçoeira. Ela ataca sorrateiramente e os sintomas aparecem aos poucos. Basicamente, o corpo começa a apresentar disfunção na produção da insulina – hormônio responsável pela absorção da glicose – por meio do pâncreas. A falta de glicose bem distribuída no organismo acarreta uma série de maus funcionamentos em vasos sanguíneos, levando complicações a órgãos como rins e olhos, além de ocasionar má circulação de sangue em extremidades do corpo, como a perna”, explica Henrique Eloy, clínico geral, especialista em cirurgia, endoscopia bariátrica e gastroenterologia. Diante disso, especialistas do mundo inteiro trabalham numa série de artigos conhecida como Atlas do Diabetes. Segundo os documentos, a Federação Internacional de Diabetes (IDF, na sigla em inglês) constatou aumento de 10 milhões de pessoas com a doença ao longo de 2016 e 2017. Hoje, são cerca de 310 milhões de registros no mundo, sendo a Índia o país com maior índice – 114 milhões de pessoas. O Brasil é o quarto da lista, com pouco mais de 12 milhões de doentes. Já na projeção para 2045, deveremos descer uma posição, seremos o quinto colocado. Porém, devido ao suposto aumento, poderemos chegar a mais de 20 milhões de casos. Todas essas pessoas serão 22% da população mundial. O que significa que ao menos dois a cada 10 indivíduos serão portadores da doença. Num outro ponto de vista, temos a questão de quanto custará tratar todas essas pessoas. Em 2017, foram gastos US$ 727 bilhões no mundo com a diabetes. Se o custeio dos tratamentos acompanhar a projeção de doentes, será gasto mais de US$ 1 trilhão apenas em 2045.



Alimentos que protegem as vistas

Com a chegada de dias mais quentes a proteção dos olhos durante a exposição ao sol vai muito além do uso de óculos, chapéu ou boné. De acordo com o oftalmologista Leôncio Queiroz Neto, do Instituto Penido Burnier, os cuidados com a visão devem começar na mesa, com a inclusão na dieta de alimentos antioxidantes e outros nutrientes que aumentem a defesa metabólica dos olhos. O problema é que os prontuários de 670 pacientes mostram que oito em cada 10 desconhecem quais alimentos protegem os olhos da radiação ultravioleta (UV). Para que a alimentação tenha efeito protetor durante exposição ao sol, o oftalmologista afirma que quanto antes forem feitas alterações na dieta, melhor. A dieta adequada reduz o risco de contrair catarata. Prova disso é um estudo recente da Fiocruz, que aponta a prevalência de 25% entre brasileiros com mais de 50 anos, contra a estimativa da Organização Mundial da Saúde (OMS) de 17% para quem tem de 55 a 65 anos. Uma das causas dessa antecipação é a exposição ao sol sem óculos que filtrem 100% da radiação UV. Isso porque estudos comprovam que a exposição ao sol sem proteção aumenta em 60% a chance de contrair a doença. Outro fator, observa, é o excesso de luz azul emitida pelos celulares e computadores. Isso porque a catarata é a opacificação do cristalino provocada pela degeneração de suas células e a luz azul acelera esse processo. O terceiro fator, ressalta, é o aumento no Brasil do número de portadores de diabetes, doença que dobra o risco de contrair catarata. Segundo o especialista, para proteger os olhos dessas doenças é recomendável comer cereais integrais, amêndoas, amendoim, avelã, cenoura, abóbora, mamão, goiaba, sardinha, salmão, tomate etc.







Efeitos da síndrome de Burnout

Além das tradicionais doenças que afetam a mente do trabalhador, como a depressão, o pânico e a ansiedade generalizada, outra patologia que o vem atingindo de forma brutal é a síndrome de Burnout, mais conhecida como síndrome de Exaustão Profissional. Segundo pesquisa realizada pela International Stress Management Association (Isma), cerca de 30% dos mais de 100 milhões de trabalhadores brasileiros sofrem com o problema. De acordo com Maria Inês Vasconcelos, advogada trabalhista especializada em direito do trabalho, é importante registrar que um dos sintomas mais marcantes da síndrome de Exaustão Profissional é a despersonalização, seguida da fase de sentimento de incompetência e inadequação para o trabalho. Essa fase é caracterizada pelo comportamento do trabalhador, que passa a duvidar de sua capacidade de realizar as mais simples tarefas, não conseguindo mais se adequar à organização, costumando, ainda, adotar postura cínica e insensível perante colegas de trabalho e o próprio patrão. A síndrome de Burnout está prevista na Lei 8.213/91, figurando na lista de transtornos mentais e do comportamento relacionado ao trabalho, autorizando o requerimento de auxílio-doença previdenciário e estabilidade provisória no emprego, quando constatado que a doença guarda conexão direta com o serviço, em que o trabalhador poderá até mesmo fazer jus a uma indenização no curso de ação judicial. A exaustão profissional ocorrida física e psiquicamente é bastante limitadora, trazendo impedimentos, pelo menos na fase mais aguda, para se realizar tarefas normais e ter uma vida de qualidade. “Portadores dessa síndrome que chegam ao escritório relatam a perda de memória, sintoma decorrente das pressões excessivas sofridas no ambiente laboral”, finaliza Maria Inês.


Relação entre refluxo e obesidade

Ter a recorrente sensação de queimação, azia e náuseas pode ser sintoma da doença do refluxo gastroesofágico, conhecido apenas como refluxo. A doença diz respeito à volta do alimento do estômago para o esôfago, junto com ácido gástrico, causando tais desconfortos. E, como se não bastasse, o refluxo ainda tem relação direta com a obesidade. De acordo com estudos clínicos, a obesidade é uma das principais causas da enfermidade. Juntas, são responsáveis por duas das doenças mais prevalentes na população brasileira: enquanto o refluxo acomete cerca de 12% da população, a obesidade já atinge 20% dos brasileiros. No caso, o excesso de peso faz com que aumente a pressão intra-abdominal, forçando a volta do conteúdo gástrico para dentro do esôfago, além de enfraquecer a válvula da junção esofagogástrica, cuja função é justamente impedir o refluxo gástrico. Além disso, a obesidade está habitualmente associada a maus hábitos alimentares, que também pioram o refluxo. Por isso, na maioria das vezes, a doença é satisfatoriamente controlada em conjunto com reorientação alimentar, perda de peso e atividades físicas, além dos medicamentos indicados. “Acredito que uma alimentação baseada em frutas, verduras, grãos e oleaginosas pode ajudar a amenizar e tratar a doença em seu estágio mais brando”, esclarece o médico Henrique Eloy, especialista em cirurgia e endoscopia bariátrica e gastroenterologia. O tratamento cirúrgico está indicado somente para os casos mais graves. Se o paciente for portador de obesidade mórbida associada, a operação bariátrica está indicada. Nesses casos, deve-se optar pela técnica do by-pass gástrico, para evitar a recidiva do refluxo a longo prazo.


Mano Down realiza mostra

O Instituto Mano Down realiza, sábado, a mostra de desenvolvimento Somos Capazes de Tudo, para apresentar à sociedade um pouco do trabalho realizado com as pessoas com deficiência atendidas pela entidade ao longo de 2018. O público poderá assistir a apresentações de canto, zumba, teatro, capoeira, dança de salão, percussão, hip-hop, ioga, slackline e até uma exposição de fotos, resultado das aulas de fotografia. Além das atividades, a mostra também é o momento de prestação de contas do Instituto Mano Down sobre os frutos colhidos no último ano nas ações de saúde, culturais, esportivas, pedagógicas e de mobilização para autonomia. Em 2018, o número de educandos cresceu para 52 e foram realizados mais de 100 atendimentos clínicos, além de uma série de outras conquistas. O evento vai ocorrer na Faculdade Estácio de Sá (Rua Erê, 207, Bairro Prado) das 8h às 12h. Interessados podem retirar ingressos antecipados no próprio instituto (Rua Japão, 180, Bairro Barroca), mediante a doação de um quilo de alimento não perecível. Mais informações pelo (31) 3371-3739 e no www.manodown.com.br.

 


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