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Debate sobre as fases do câncer de próstata


postado em 04/11/2018 05:06



Estimativas do Instituto Nacional do Câncer José de Alencar Silveira (Inca) apontam para 68.220 novos casos de câncer de próstata no Brasil, em 2018. É o segundo que mais mata homens no país. Cerca de seis em cada 10 casos são diagnosticados em indivíduos com mais de 65 anos. O tema será debatido na quarta-feira (7), a partir das 20h, e veiculado ao vivo via Facebook. Sócios da Associação Médica de Minas Gerais (AMMG) podem assistir também pela plataforma Workplace. O encontro reúne especialistas para esclarecer dúvidas sobre as fases da doença, englobando desde o rastreamento até o tratamento em fase avançada. Ao final, os internautas poderão esclarecer suas dúvidas. De acordo com o urologista Carlos Corradi, que participa do encontro, o câncer de próstata não é passível de prevenção e o que aumenta as chances de cura é o diagnóstico logo na fase inicial. Corradi alerta que o principal problema para o diagnóstico precoce do câncer de próstata é o preconceito quanto ao toque retal e o receio de se descobrir a doença. “O medo é o que mata, pois a doença, diagnosticada numa fase precoce, é totalmente curável, sem deixar sequelas.”


Impactos do horário de verão

O horário de verão no Brasil começou hoje, mesma data do primeiro dia da prova do Enem, que tem confirmados mais de 5 milhões de inscritos. Como ocorre todo ano, a maioria das pessoas reclama do horário de verão e da dificuldade de se adaptar à mudança. Entre as principais queixas está a alteração da qualidade do sono, que pode gerar outros problemas, como a dificuldade de concentração e perda de apetite. De acordo com o clínico da Unimed-BH Valério Trindade, existem alguns malefícios para o organismo com a antecipação de uma hora no relógio. “A mudança de horário afeta o ciclo circadiano, que designa o período de 24 horas sobre o qual se baseia nosso relógio biológico. Adiantar em uma hora o relógio impacta principalmente a ação de alguns hormônios produzidos durante o sono e o período de vigília, a melatonina e o cortisol, respectivamente”, afirma o especialista. Para o médico, o desconforto causado pelo horário de verão é físico e psicológico. “É um mal-estar inespecífico, que pode ser comparado ao que sentimos quando viajamos para outro país e o fuso horário é diferente”, relata. O especialista explica que, como o ciclo hormonal está alterado, o ato de acordar uma hora mais cedo pode causar alterações no sono, dificuldade para dormir à noite, dificuldade de concentração, alteração no apetite e dores de cabeça, entre outros sintomas.


Congresso de aromatologia

Belo Horizonte vai sediar um dos maiores congressos, presencial e on-line, de aromatologia e óleos essenciais da América Latina, que traz, em sua programação, palestras com personalidades nacionais e internacionais conceituadas, que aplicam a aromaterapia em diversas partes do mundo. A terceira edição do evento ocorre presencialmente em Belo Horizonte, de 23 a 25 deste mês, no Centro Médico Unimed e Centro de Inovação Unimed, e contará com algumas palestras on-line a partir do dia 16. O evento vai contar com 15 palestras ao todo, em que serão abordados diversos temas do universo da aromatologia e óleos essenciais. Para realizar a inscrição e conhecer a programação completa acesse o site www.ciaroma.com.br.

As unhas
merecem atenção

Aproximadamente 20% da população mundial sofre com quebra ou descamação das unhas, problema que tem a ver com fatores locais (microtraumatismos repetidos por uso de produtos químicos ou cosméticos) ou sintoma de afecções dermatológicas (psoríase e onicomicose) ou sistêmicas (anemia e carências vitamínicas). O problema, com incidência maior em mulheres, vai além de um incômodo estético, já que a fragilidade pode representar desconforto e até dor. “Unhas enfraquecidas podem ser sinal de carência de zinco e até mesmo de vitamina D. Mas existem doenças, como anemia e hipotireoidismo, que apresentam esse tipo de alteração nas unhas. Antes mesmo de tentar resolver os sintomas, é necessário investigar a causa”, afirma Renata Domingues, médica especializada em nutrologia, diretora responsável da Clínica Adah, e vice-presidente da Associação Brasileira de Nutrologia Médica (Abranutro). A médica afirma que alguns alimentos e elementos podem fortalecer as unhas de dentro para fora. “Frutas ricas em vitamina C, como tangerina, acerola, mamão, limão, morango, grãos, nozes, sementes e folhas escuras, ricas em vitamina E; alimentos que contêm biotina, como peixes de água salgada; órgãos de animais, como fígado e rins; grãos integrais; ovo cozido e cogumelos cozidos; alimentos que contêm zinco, como ostras, tubérculos, castanhas, carnes, peixe e frango; além de alimentos que impulsionam a produção de queratina, como couve, brócolis, alho, feijão, soja, cereais e uva”, diz a médica. Além disso, a médica lembra que ingerir alimentos ricos em proteínas oferece ao organismo os aminoácidos de que ele necessita para produzir os elementos essenciais para a saúde e o fortalecimento das unhas.



Ganho de peso depois de
bariátrica é preocupante

Decepção, sentimento de impotência, descrédito em si mesmo e baixa autoestima. Esses são alguns dos sintomas de pacientes que, depois de se submeter à cirurgia bariátrica, observam que seu peso voltou a aumentar descontroladamente. O pós-operatório é a principal causa da recidiva. De acordo com a Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM), a deficiência no tratamento é quando o paciente recupera 50% ou mais do peso perdido ou teve recidiva de 20%. Segundo o médico Henrique Eloy, especialista em cirurgia e endoscopia bariátrica e gastroenterologia, nos pacientes que têm problema com álcool, em média 25%, seu uso abusivo no pós-operatório é uma das principais causas da recidiva. “Isso ocorre devido à mudança na absorção de álcool pelo organismo depois da cirurgia. Com a alteração do aparelho digestório, a substância passa direto para o intestino e é absorvida mais rapidamente, além de demorar mais tempo para ser eliminada”, explica Eloy. Ainda conforme o especialista, além de bebidas alcoólicas, fica também o alerta para outros produtos de aspecto pastoso e gelatinoso, como o leite condensado, milk-shake, refrigerantes, energéticos, sucos engarrafados, iogurtes e outros industrializados. O bom resultado vai depender da mudança dos hábitos de vida do paciente, se ele aprendeu a se alimentar direito e se está fazendo alguma atividade física. Esses e outros fatores comportamentais e biológicos ajudam a evitar a recidiva de peso.



Mitos e verdades sobre hidratação dos cabelos

Não importa a cor, textura ou comprimento, toda mulher quer manter seu cabelo bem cuidado e sedoso. Afinal, a hidratação capilar é tão importante quanto hidratar a pele. Isso porque, entre outras coisas, ela repõe a umidade dos cabelos, oferece suavidade, maciez, mais brilho e minimiza o frizz, ajudando a deixá-los mais bonitos e saudáveis. A hidratação pode ser feita em todos os tipos de cabelos, seja liso ou crespo, com ou sem procedimentos químicos. Contudo, ainda existem dúvidas sobre o procedimento, e a dermatologista Monalisy Rodrigues esclarece os mitos e verdades da hidratação capilar.

A água quente do banho interfere na trançação dos fios
Verdade. A água quente altera tanto a pele quanto o couro cabeludo, que pode ressecar. Com o ressecamento, as glândulas sebáceas tentam compensar, produzindo óleo, o que faz com que aumente a oleosidade no cabelo. Mas isso não significa que o banho precisa ser frio. A melhor opção é banhar-se com água morna.

Máscara hidratante não deve ser utilizada na raiz do cabelo
Verdade. O couro cabeludo tem a sua hidratação natural, ou seja, não precisa colocar mais.

A hidratação pode ajudar a evitar a queda de cabelo
Mito. A queda de cabelo tem a ver com fatores internos, como níveis hormonais e de nutrição, e não externos, como a hidratação. Mas a hidratação pode ajudar a evitar a quebra dos fios, por torná-los mais saudáveis.

 


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