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Estado de Minas MUNDO DOS NEGÓCIOS

Guru dos empreendedores, Eric Ries mostra a lição das startups enxutas

Para não morrerem, empresas devem adotar mentalidade das empresas inovadoras e com alto potencial de crescimento, que criam produto viável, fazem testes, mudam, testam de novo e o ajustam, em ciclo infinito


postado em 02/11/2019 06:00 / atualizado em 02/11/2019 08:16

Os livros de Eric Ries %u2013 Startup Enxuta e O Estilo Startup, pela Editora Leya %u2013 se espalharam pelo mundo(foto: Arquivo pessoal )
Os livros de Eric Ries %u2013 Startup Enxuta e O Estilo Startup, pela Editora Leya %u2013 se espalharam pelo mundo (foto: Arquivo pessoal )


Depois de criar a teoria da Lean Startup, ou Startup enxuta, Eric Ries (foto) tornou-se guru do empreendedorismo. Desde o lançamento de seu livro, que traz no título o mesmo nome, A startup enxuta (Editora Leya), suas “regras” se espalharam pelo mundo e tornaram-se um mantra para empreendedores do ecossistema digital: criar um produto minimamente viável, testar, mudar, testar de novo e ajustar ao mesmo tempo em que conquista o mercado, em uma espécie de ciclo infinito.

Há dois anos, foi a vez de Ries lançar O estilo startup (Editora Leya), no qual evidenciou que todas as empresas devem adotar a mentalidade de startup se não quiserem morrer. Ele virá ao Brasil, na próxima semana, para dar palestra no HSM Expo 2019, e concedeu entrevista exclusiva ao Estado de Minas.
 
Em um mundo de incertezas cada vez mais contundentes, independentemente das peculiaridades – e situações graves – vividas em cada país, nutre-se uma crise de confiança, mas também um otimismo quanto ao futuro. Ries compartilha da análise de que, se de um lado as pessoas não confiam mais em lideranças políticas, de outro também desconfiam das grandes companhias de tecnologia.

A esperança vem da força de pessoas, coletivos, projetos e empreendimentos com o propósito de impactar positivamente a humanidade e, especialmente, com consciência para não cometer os erros de seus antecessores.
 
Confira três provocações de Ries:

“Pessoas em geral, e empresas que querem deixar legado, podem começar pequenas. Em vez de tentar mudar a empresa inteira de uma só vez, comece com uma divisão, uma equipe, ou mesmo um gerente. Cada empresa enfrenta um conjunto diferente de desafios que a impedem de inovar. Se começar pequena, é possível testar quais são essas barreiras, aprender sobre elas e descobrir como escalá-las.”

“As técnicas de gerenciamento estão sempre mudando e se adaptando. Pensar como uma startup hoje é adotar uma abordagem flexível baseada na psicologia humana.”

“No futuro, todas as empresas serão digitais, seja por transformação ou interrupção, é inevitável. Cabe aos empreendedores decidirem quais caminhos seguirão.”


Futuros da Mobilidade
O Singularity University Belo Horizonte Chapter, representação local da universidade criada por Google e Nasa, no Vale do Silício (EUA), reuniu referências do setor de transportes, como Localiza, Uber, Buser e CargoX, no Órbi Conecta, em Belo Horizonte, nesta semana. André Petenussi, CTO da Localiza, líder no setor de aluguel de carros na América Latina, chamou a atenção para como os smartphones criaram oportunidades para a mobilidade. “Hoje, por exemplo, oferecemos o aplicativo Localiza Fast, que permite ao usuário abrir um carro somente com o celular”, afirmou.

 
(foto: Camila Rocha/Divulgação )
(foto: Camila Rocha/Divulgação )
 
"Quem não pensa sobre o futuro resolve o presente com as ferramentas do passado"
Tiago Mattos, 
cofundador da Aerolito, considerado um 
dos principais futuristas da nova geração, durante o evento Futuros da Mobilidade


Carros para motoristas de app
Pegando carona no fenômeno da "uberização", foi criada a Kovi, startup de aluguel e gestão de frota para motoristas de aplicativos de mobilidade urbana. A expectativa é, ao final do ano, superar os 5 mil usuários. Apenas a Uber tem cerca de 600 mil motoristas brasileiros cadastrados. Os motoristas de aplicativo começaram, de uma forma geral, usando seus próprios veículos nos aplicativos de mobilidade urbana 99, Cabify e Uber. Entretanto, trabalhadores sem automóveis próprios passaram a alugar carros para obter uma renda extra pelos mesmos apps. Assista à entrevista com o cofundador da Kovi, João Costa, que já foi gestor de produto do aplicativo brasileiro 99, no link https://youtu.be/BLK0Ki7Smmw.
 


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