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Novo livro sobre Tiradentes, figura emblemática da história de Minas

Na quinta-feira (5), a historiadora Mariana de Carvalho Dolci vai autografar 'Tiradentes: Nem patriota nem frade' no Museu da Inconfidência, em Ouro Preto


postado em 03/03/2020 04:00

 (foto: Beto Novaes/EM/D.A Press)
(foto: Beto Novaes/EM/D.A Press)

Vem aí mais um livro sobre Tiradentes, desta vez da lavra de uma historiadora de São Paulo. Trata-se de Tiradentes – Nem patriota, nem frade, de autoria de Mariana de Carvalho Dolci, ph.D em história pela PUC SP, que será lançado na quinta-feira, às 19h, no Museu da Inconfidência, em Ouro Preto. O livro pode causar polêmica, pois o título dá a entender que Tiradentes não seria patriota. E nem “frade”. Será isso mesmo?

STF
INTERESSE GERAL

A sessão de julgamento a se realizar no Supremo Tribunal Federal em 26 de março, na qual figura como o mais importante item da pauta a decisão sobre a manutenção da prisão especial para portadores de diploma de ensino superior, fato ao qual a coluna já fez referência, deverá competir, em matéria de interesse público,com o coronavírus e com as declarações polêmicas de Bolsonaro. Em 2019, o senador Fabiano Contarato (Rede/ES) apresentou projeto para extinção do privilégio que atinge também os inscritos no “Livro do Mérito” da República. Tem gente que advoga a tese de que o senador deveria incluir, acompanhando a onda, o fim de privilégios que ainda restam no setor da administração da justiça, beneficiando detentores de cargos nos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. Ou nos locupletamos todos ou restaure-se a moralidade.

CÂNCER DE MAMA
MENOS AGRESSÃO

Professores do Instituto de Química de São Carlos, que faz parte da Universidade de São Paulo, estão trabalhando em medicamento menos agressivo para o tratamento do câncer da mama, que evitaria perda de cabelo, perda de peso, náuseas, problemas cardíacos e outros efeitos colaterais. A proposta é das mais ambiciosas. O novo composto, usado junto com a doxorrubicina, um dos quimioterápicos empregados no combate à doença, permitiu que a droga, de ação agressiva, tivesse 95% de sua concentração reduzida, mas mantendo a mesma eficácia. Se os cientistas de São Carlos alcançarem seu objetivo, poderão até concorrer ao Prêmio Nobel de Medicina.

COIMBRA
HONORIS CAUSA

A respeito da nota de domingo sobre as comemorações dos 730 anos da Universidade de Coimbra, em Portugal, onde estudaram muitos brasileiros (e mineiros), o padre Ronaldo de Oliveira, da Igreja de São José, em BH, enviou e-mail lembrando que a instituição portuguesa concedeu ao ex-presidente Lula, em 30 de março de 2011, o título de doutor honoris causa. A propósito, outro leitor também enviou e-mail observando que o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso foi presenteado por Coimbra com o mesmo título em 1997. Tudo bem. Nada contra.

***

Aliás, é interessante lembrar: nessa área de honoris causa, o ex-presidente Lula foi muito mais prestigiado do que FHC. O petista, que só tem o curso primário, recebeu cinco títulos de universidades estrangeiras e nove de universidades brasileiras. Já FHC ganhou dois de estrangeiras e nenhum de instituições brasileiras. E olhe que FHC é sociólogo, escritor, membro da Academia Brasileira de Letras, professor universitário, etc. Coisas da vida.

TELEFONE
PEDRO II E GRAHAM BELL

A data de hoje marca o aniversário de 173 anos do nascimento de Alexander Graham Bell, o inventor do telefone, e de vários outros aparelhos. O cientista inglês presenteou o mundo com um dos instrumentos mais utilizados pelo ser humano, embora não tivesse muita confiança em seu invento. A nota aqui vai porque a criação de Bell só começou a deslanchar quando o nosso imperador dom Pedro II, ao visitar a exposição mundial de Filadélfia, em 1876, nos Estados Unidos, interessou-se pelo aparelho no estande abandonado de Graham Bell. Além de ficar entusiasmado (“Ele fala!”), dom Pedro foi o primeiro a comprar ações da Bell Telephone Company. De volta ao Brasil, foi o primeiro governante do mundo a falar com seus ministros por telefone.

BIOGRAFIA
ELKE MARAVILHA

Acaba de ser lançada em São Paulo uma biografia de Elke Maravilha, a extravagante figura do show business brasileiro que despontou para o cenário artístico em Belo Horizonte como Elke Grunupp. Trata-se de um audiobook de autoria do jornalista Chico Felitti, transformado em livro. No trabalho, Elke passa direto de seus primórdios mineiros à agitada vida artística e boêmia no Rio e São Paulo. O autor afirma que ela sempre fantasiou dados de sua vida, forjando passagens. Não teria nascido em São Petersburgo, na Rússia, mas em Leutkirch, na Alemanha. Usava três nomes: Elke Grunupp, Melissa Vassiliki e Elke Evremidis. O audiobook desfaz mitos, mas não apaga a grandeza extravagante de Elke.

PIERRE CARDIN
ESTAMOS AÍ

O famoso costureiro francês Pierre Cardin, que aos 97 anos continua mandando brasa, na presente temporada de apresentação de coleções em Paris lançou um um novo estilista: Pierre Courtial, de 27 anos, que acabou fazendo um sucesso dos diabos. O fato se deu nos desfiles que Cardin promoveu em seu ateliê, no Faubourg Saint-Honoré. Bom na área, foi ele quem lançou no mercado Jean-Paul Gaultier, que virou astro mundial. O mestre disse que só vai se aposentar quando fizer 100 anos.

PEDRO ALEIXO
TAMBÉM PRESIDENTE

O tempo passa, o tempo voa. Completam-se hoje 45 anos da morte do político mineiro Pedro Aleixo, que na deflagração do Estado Novo, regime ditatorial imposto por Getúlio Vargas, foi deposto da presidência da Câmara dos Deputados. Voltou para Minas Gerais, onde atuou com destaque na vida política. Eleito vice-presidente da República em 1966, na chapa do general Costa e Silva, foi impedido de assumir o cargo na morte deste. Em 2010, foi reabilitado pelo Congresso Nacional, que mandou incluir seu nome na relação dos presidentes da República do Brasil. Assim como Tancredo Neves, foi o presidente que não chegou a ser.

POSSE NA CULTURA
QUAL SERÁ O CLIMA?

A solenidade de posse da atriz Regina Duarte como secretária especial de Cultura do governo Bolsonaro, a se realizar amanhã, no Palácio do Planalto, no que toca ao público presente pode dar uma ideia de como andam as relações entre o mundo das artes e a administração da República. Ninguém contesta que declarações e pontos de vista do presidente da República têm provocado uma série de polêmicas, divergências e confrontos com a classe cultural. Regina Duarte, boa atriz que é, vai ter de caprichar na estreia.















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