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Estado de Minas

Inventário florestal analisa 87 mil quilômetros da Bacia do Rio Doce

Estudo analisará a situação ambiental em Minas Gerais e Espírito Santo depois do rompimento da Barragem do Fundão


postado em 11/02/2020 04:00 / atualizado em 10/02/2020 17:51

Estudo vai mapear as condições do Rio Doce e sua bacia nos territórios mineiro e capixaba (foto: Leandro Couri/EM/D.A Press)
Estudo vai mapear as condições do Rio Doce e sua bacia nos territórios mineiro e capixaba (foto: Leandro Couri/EM/D.A Press)
Estudo para mapear a biodiversidade da flora, condições do solo e da paisagem nas áreas de nascentes, nas margens de rios e a recarga hídrica da Bacia do Rio Doce está em andamento em Minas Gerais e no Espírito Santo para analisar a situação ambiental dessas regiões depois do rompimento da barragem do Fundão, em Mariana. O levantamento é considerado o maior inventário florestal realizado no Brasil. Abrange 87 mil quilômetros quadrados em sua área amostral, cobrindo 230 municípios. O estudo, que utiliza tecnologia avançada, pretende monitorar 500 mil árvores. Tudo para fazer um grande banco digital da Bacia do Rio Doce. Agora é esperar os resultados.

OSCAR
TINHA QUE SER MINAS

Caso a cineasta Petra Costa, mineira de BH, ganhasse o Oscar com o documentário Democracia em vertigem, seria o primeiro brasileiro (ou a primeira brasileira) a ser presenteado com a honraria, considerada o prêmio máximo do cinema mundial. Portanto, é de se lembrar que se isso acontecesse, o general Guedes afirmaria orgulhosamente: “Tinha de ser Minas”. Desde 1945, o Brasil concorre esporadicamente ao Oscar – o primeiro brasileiro cotado para receber o galardão foi o mineiro Ary Barroso. Disputou o Oscar de melhor canção original com Aquarela do Brasil, mas não ganhou.

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Em 1960, o filme Orfeu negro, produção franco-ítalo-brasileira realizada em nosso país, ganhou o Oscar de melhor filme estrangeiro, mas a estatueta foi dada à França. E por aí a coisa tem ido. Como a Academia de Artes Cinematográficas não dá prêmios para filmes com roteiro 100% político, Oscar para brasileiro parece ser a mesma coisa que Prêmio Nobel. Comenta-se muito, mas na hora H, néris de pitibiriba.

VIAGEM DE NEGÓCIOS
EM CINGAPURA

A Câmara e o Sindicato das Empresas do Mercado Imobiliário, que em setembro levaram com sucesso missão de empresários mineiros do setor imobiliário a Dubai e Abu Dhabi, nos Emirados Árabes, já lançaram a segunda viagem do grupo ao exterior. Desta vez a Cingapura, de 28 de maio a 2 de junho. A cidade-estado da Ásia é um dos maiores fenômenos mundiais em matéria de progresso imobiliário e desenvolvimento humano. O executivo Renato de Castro, especialista em smart cities, comandará o grupo. Inscrições abertas.

JAPÃO
MISSÃO EM BH

Importante missão de empresários nipônicos, representando 13 grandes grupos industriais e tecnológicos japoneses, estará amanhã em BH a fim de participar do Encontro de Negócios entre Minas Gerais e Japão, no Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG). Os empresários mineiros interessados no evento já fizeram suas inscrições. Entre as participantes estão a Micoto Technology (fabricação e comercialização de robôs e simuladores para uso em medicina), Agritree (geração de energia solar fotovoltaica aliada à agricultura), Koyo Kosan (resíduos industriais e obras ambientais) e Yumari Farm (exportação de suínos e ishigaki beef). Das 8h30 às 18h.

BDMG 
EM BUSCA DE INVESTIMENTOS

O presidente do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG), Sérgio Gusmão, passa toda esta semana nos Estados Unidos, em encontros com dirigentes financeiros e de programas de desenvolvimento. Em Nova York, ele se reúne com diretores do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, da Fundação Rockfeller, e com o casal de milionários Bill e Melinda Gates. Em Washington, terá reuniões com diretores do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e do IFC, braço de investimentos do Banco Mundial. Como se vê, uma pauta danada de movimentada.

TCE-MG
PRESTAÇÃO DE CONTAS

Amanhã, haverá uma reunião interessante no Tribunal de Contas de Minas Gerais, que irá decidir a aprovação ou rejeição da prestação de contas da administração Fernando Pimentel no exercício de 2018. Na primeira sessão sobre a matéria, dos sete conselheiros, três – Durval Ângelo, Sebastião Helvécio e o substituto Licurgo Mourão – votaram pela aprovação e dois – José Alves Viana e Wanderley Ávila – pela rejeição. O conselheiro Cláudio Terrão pediu vista do processo. Amanhã, dará seu voto definitivo. Se houver empate, o presidente da corte, Mauri Torres, resolverá o impasse.

MARANHÃO
ESTÁ DIFÍCIL

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PC do B), já declarou que é candidato à Presidência da República em 2022. Muito justo, já que Luciano Huck também diz que é candidato e tem título de eleitor. O diabo é que, mesmo comunista, Flávio Dino enfrenta o velho problema dos comunistas pragmáticos. Não consegue aumentar a renda dos mais pobres e desafortunados de maneira alguma. O Maranhão continua líder em matéria de extrema pobreza: 17,75% da população está nessa situação. O estado também lidera o índice de miséria no país: 20% da população tenta não morrer de fome com o salário mensal de R$ 145. Aí fica difícil. Mesmo com os esforços da dedicada família Sarney para salvar o estado.

CRUZEIROS
NAVIOS À DERIVA

Vejam vocês o que o coronavírus anda fazendo. Um grupo de 21 navios de cruzeiro que passaram em janeiro por portos da China vêm sendo recusados por quase todos os portos da Ásia e da Oceania em que são obrigados a fazer escala e atracar. Autoridades portuárias da Tailândia, do Japão, Cingapura e Indonésia mantêm esses navios nas proximidades da costa ou recusam de vez o atracamento. Os passageiros, que não têm nada com isso, vivem um drama terrível. A situação, se não for resolvida logo, vai dar um bafafá internacional dos diabos. 

TURISMO
PREVISÕES OTIMISTAS

O Ministério do Turismo, comandadado pelo mineiro Marcelo Álvaro Antônio, vem demonstrando o maior otimismo a respeito da movimentação de foliões nas principais cidades do país. A previsão é que carnaval paulistano contará com 15 milhões de foliões. Um espanto. No Rio, serão 7 milhões. Já Belo Horizonte, será a maior surpresa do circuito, com 5 milhões, total superior ao de Salvador, que deve receber 3 milhões de pessoas. Enfim, milhões de foliões é o que não vai faltar no carnaval brasileiro.

 

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