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Estado de Minas COLUNA HIT

Carlos Hess é o convidado de hoje da seção 'Cidade Pandêmica'

Fotógrafo revela sua visão de como o pandemia mudou o ritmo de vida na capital mineira


02/12/2020 04:00 - atualizado 02/12/2020 09:54

Um fotógrafo de rua em preto e branco(foto: Carlos Hess/divulgação)
Um fotógrafo de rua em preto e branco (foto: Carlos Hess/divulgação)
“Esta foto foi tirada na Rodoviária de Belo Horizonte. Uma visão incomum do vazio em algum dia de isolamento de alguma semana qualquer.”


ON-LINE
NO MUNDO DOS APPS

Com as pessoas passando mais tempo em casa em 2020, não é surpresa que downloads de aplicativos tenham aumentado. É o que revela o Mobile App Trenas Report, da Liftoff, com as principais tendências do setor. “Devido à pandemia da COVID-19, houve crescimento expressivo do uso de aplicativos, com a população sendo forçada a se adaptar ao smartphone como um dos únicos meios de comunicação com comércios, empresas, prestadores de serviços e familiares, entre outros usos”, ressalta Antonio Affonseca, general manager da Liftoff para o mercado brasileiro.

BULLYING
FICÇÃO AUTOBIOGRÁFICA

O ator e autor mineiro Hernane Cardoso lança seu primeiro livro, Maior que o mundo, nos formatos e-book e impresso. A obra, publicada pela Ubook, é fruto da adaptação da peça homônima, que fez sucesso em sua turnê por teatros brasileiros. Maior que o mundoconta a história de João, um rapaz de 29 anos que decide fazer cirurgia bariátrica depois de se apaixonar por uma mulher. Para escrever essa espécie de “ficção autobiográfica”, Hernane contou com experiências pessoais, histórias vividas por amigos e muita pesquisa sobre o assunto, com o objetivo de retratar de forma mais verdadeira e profunda a história de João. A missão do livro é discutir e trazer à tona temas como gordofobia, preconceito, bullying e autoaceitação.

LISPECTOR
PELO ZOOM
Odilon Esteves em sua sala de ensaio (foto: Fernando Badharó/Divulgação)
Odilon Esteves em sua sala de ensaio (foto: Fernando Badharó/Divulgação)

Domingo, Odilon Esteves estreia a peça literária Na sala com Clarice, no CCBB, por meio da plataforma Zoom. Criada durante o isolamento social do ator, a montagem será transmitida do apartamento dele, em São Paulo. Sobre os dias que antecedem a apresentação, Odilon conta que a sala de estar virou sala de ensaio. “Já não tem como ligar a TV há semanas, sempre há algum equipamento na frente dela ou ocupando o sofá. Nesta fase, às vésperas da estreia, o iluminador Lucas Pradino trouxe tanta coisa para a gente experimentar que é um puxa extensão pra cá, um refletor pra lá, monta e desmonta, testa uma luz, gosta, não gosta, faz de novo. E por aí vai”, revela.

***
Ao longo desse período, aconteceram coisas divertidas. “Moro no 12º andar, e muitos vizinhos de janela já montaram pisca-piscas para o Natal. Outro dia, um deles nos viu, de novo, mexendo com as luzes da peça. Nos vimos de relance, foi mesmo rápido, mas jurei ter visto um balãozinho de pensamento em cima da cabeça dele escrito assim: 'Esses aí, coitados... mas que dificuldade em arrumar uma simples iluminação de Natal!'. E ligou, feliz, o pisca-pisca colorido e vibrante da casa dele”, diz Odilon, que está morando em São Paulo desde março. “Me mudei 10 dias antes de começar o isolamento.”


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