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No CCBB, 'Vaivém' reúne obras de artistas indígenas e não indígenas

Ibã Huni Kuin, do Coletivo Movimento de Artistas Huni Kuin (Mahku), do Acre, acompanhou a abertura da mostra


postado em 13/03/2020 04:00

NO CCBB
ARTE INDÍGENA
Ibã Huni Kuin(foto: Hugo Cordeiro/Divulgacao)
Ibã Huni Kuin (foto: Hugo Cordeiro/Divulgacao)

Fundador do coletivo Movimento de Artistas Huni Kuin (Mahku) (foto), que reúne artistas indígenas de Jordão, no Acre, na fronteira do Brasil com o Peru, Ibã Huni Kuin foi uma das presenças na abertura da mostra Vaivém, em cartaz no CCBB. São deles os três murais que integram o acervo. Um foi pintado em quatro dias, de quinta-feira a domingo, no espaço da Praça da Liberdade. O acreano Ibã já morou na Serra do Cipó. Ele diz adorar Belo Horizonte, “uma cidade com pessoas muito acolhedoras”. Acompanhado da mulher, Kássia Borges, mineira de Uberlândia, ele aproveitou a estada na cidade para visitar o Mercado Central.
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Vaivém reúne trabalhos dos artistas indígenas Arissana Pataxó, Denilson Baniwá, Duhigó Tukano, Gustavo Caboco, Jaider Esbell e do coletivo Mahku, além de obras de Bené Fonteles, Artur Bispo do Rosário, Claudia Andujar, Djanira, Ernesto Neto, Luiz Braga, Mestre Vitalino, Tarsila do 
Amaral e Tunga.

NA COZINHA
DOMADORA DO FOGO

Com 13 anos de estrada, a carioca Tainá Maia (foto) passou pelas cozinhas de gente famosa, como Claude Troisgros, José Hugo Celidônio e Henrique Fogaça. Quando foi convidada pelo Grupo Chalezinho para assumir a chefia do Restaurante Cozinha de Fogo, no BH Shopping, nem titubeou: “Vim correndo”, diz a chef, especialista em proteínas, principalmente carne vermelha.

CHICO BUARQUE
PARA A MENINADA

Canções do repertório de Chico Buarque formam o roteiro do espetáculo infantil ParaChicos – Buarqueando para crianças, que será apresentado no dia  22, às 10h30, no Memorial Vale. A atriz e cantora Mariana Arruda, do Grupo Maria Cutia de Teatro, vai interpretar João e Maria, Pedro Pedreiro, Valsa dos clowns e clássicos das trilhas de Os Saltimbancos e Os Saltimbancos Trapalhões. “Minha história com o Chico vem desde menina. Lembro-me de ficar deitada na cerâmica alaranjada de casa, lá em São Francisco, no Norte de Minas, ouvindo A banda e imaginando todas aquelas personagens. Essa foi uma das primeiras canções que cantei quando criança”, conta Mariana.

NICOLAU NETO
LINGUIÇA E CHUCHU

Nicolau Neto, colunista social do Estado de Minas durante muitos anos, será homenageado durante o circuito gastronômico do Festival de Luz 2020, em Pedro Leopoldo, cidade natal dele. Dez restaurantes terão como desafio criar pratos usando linguiça caseira e chuchu, ingredientes preferidos de Nicolau. O evento será realizado de 2 a 5 de abril, na Praça da Estação. Marcus Vianna fará show no dia 4, com entrada franca. Uma das figuras que fizeram história no colunismo social e na organização de concursos de beleza, Nicolau morreu há 23 anos.

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