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Estado de Minas HIT

helvécio carlos


postado em 10/07/2019 04:00 / atualizado em 09/07/2019 17:46



MEMÓRIAS 
50 ANOS DO HOMEM NA LUA

Para celebrar os 50 anos da chegada do homem à Lua, a professora da Escola Americana de Belo Horizonte Kristy Dempsey lançou o livro Papa put a man on the moon, disponível na Amazon. A obra é inspirada na história real de seu avô e de outros familiares que trabalharam na fábrica de tecidos de um vilarejo de Slater (Carolina do Sul), que produziu uma camada de tecido usada nos trajes dos astronautas na missão Apollo 11. O livro, em inglês, narra a contribuição desse vilarejo na produção do beta-cloth, criado pela Nasa, no momento em que a fábrica estava à beira da falência. O contrato para a confecção do tecido permitiu que a comunidade participasse de algo muito além do que todos pudessem sonhar. Segundo Kristy, o livro também retrata o sentimento de orgulho de uma filha pelo seu 
pai e pela nação, destacando o espírito de 
cooperação e pertencimento.

NA ESPLANADA 
encontro sertanejo

A estreia da turnê Amigos 20 anos – A história continua mudou de local. Deixou o Mineirão para a esplanada do Gigante da Pampulha. Segundo a assessoria de imprensa do evento, a mudança foi para atender a uma demanda da produção do evento, que viu na Esplanada espaço melhor para facilitar a montagem de toda a estrutura. O palco tem 42 metros de boca de cena, visão de 180 graus. Serão 20 toneladas de equipamentos.
 
AO MEIO-DIA
MÚSICA DE QUALIDADE

Intervalo de almoço no Centro da cidade, acredite, tem seu charme. Pelo menos a cada 15 dias, quem está próximo ao Palácio das Artes pode passar o tempo no Grande Teatro assistindo à apresentação ou da Orquestra Sinfônica ou do Coral Lírico de Minas Gerais. Ontem, o público foi presenteado com as duas atrações, interpretando trechos das óperas Macbeth, Nabucco, I Vespri Siciliani e Don Carlo, com regência do maestro Sílvio Viegas. As peças de Verdi serão apresentadas hoje à noite, em mais uma edição da Sinfônica e Lírico em concerto.
 
***

Diferentemente do concerto desta noite, as apresentações da Sinfônica ao Meio-dia são informais. Tanto que, pouco antes do início da apresentação, o maestro escolhe quatro pessoas da plateia para acompanhar a apresentação, literalmente, no meio da orquestra e do coro. É tão descontraída, que, dentro do limite, quem sobe ao palco pode levar o celular para fazer filmes e fotos – sem flash, claro. Viegas defendeu a iniciativa da Fundação Clóvis Salgado como uma forma de estreitar o diálogo entre orquestra, coro e público. “É importante saber o que vocês querem ouvir, o que vocês gostam de escutar, o que tiraria vocês de casa para vir ao Palácio das Artes assistir a um concerto, a uma sinfonia.”
 
***

Myrian Pessoa Nogueira foi uma das escolhidas para acompanhar a apresentação no palco. Ela conta que foi preciso uma tática especial para conseguir a chance de assistir ao concerto no meio dos músicos e do coro. “Em outras vezes, sentei muito na frente, e o maestro não me via. Desta vez, fiquei lá no fundo e levantei o braço”, diz, satisfeita com a experiência. Para ela, uma nova forma de se emocionar com um concerto. “Você vê a expressão do maestro, que fica de costas para a plateia e de frente para os músicos. Você acompanha de pertinho o trabalho dos músicos, vendo como eles mudam a partitura”, apontou. 

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