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Estado de Minas EM DIA COM A POLÍTICA

O Brasil continua mal com Bolsonaro na política externa com países vizinhos

Internamente, o senador Rodrigo Pacheco e colegas já estão criticando a politica externa de Ernesto Araújo


27/03/2021 04:00 - atualizado 27/03/2021 07:26

(foto: Paulo Filgueiras/EM/D.Apress)
(foto: Paulo Filgueiras/EM/D.Apress)

É uma honra estar acompanhado do presidente Alberto Fernández e dos presidentes amigos irmãos do Mercosul. Jair Bolsonaro, do Brasil, que vejo que não está, mas, mesmo assim, quero cumprimentá-lo…

Antes de deixar o evento virtual, o presidente Bolsonaro ressaltou as “diferenças de perspectivas que existam entre nós, de natureza política ou econômica não deve afetar ao andamento do projeto de integração, desde que respeitados os princípios que balizam o bloco”.

Melhor completar a declaração, já que é uma espécie de resumo da reunião: “Entendemos que a regra do consenso não pode ser transformada em instrumento de veto ou de freio permanente. O princípio de flexibilidade está escrito no próprio tratado de Assunção”. Ainda do presidente da República do Brasil.

Pena que antes ele não ouviu o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG). É dele a declaração: "A política externa do Brasil precisa melhorar, precisamos ter melhores relações com todos os países que podem nos ajudar neste momento e que nós ao longo da história ajudamos.

E ecologicamente continuou: “Demos segurança alimentar, temos um apelo ambiental, pelo menos biomas que são muito importantes para o mundo, inclusive o bioma amazônico e esse valor do Brasil precisa ser reconhecido pela comunidade internacional”.

Só que no fim da manhã, o senador Rodrigo Pacheco, recebeu o presidente Jair Messias Bolsonaro, na residência oficial do presidente do Senado para uma visita de cortesia. E não foi tão cortês assim, muito antes pelo contrário.

Melhor ele próprio deixar claro: “O que nos cabe é cobrar ações, fiscalizar. Nós consideramos que a política externa do Brasil ainda está falha. Ela precisa ser corrigida, ela precisa melhorar a relação com os demais países, inclusive com a China, que é o maior parceiro comercial do Brasil”. O senador mineiro fez o papel que lhe cabe.

Já que estamos no Congresso, vale alguns registros. “Mais uma prova da enorme importância dos investimentos em ciência e tecnologia para o Brasil! Vacina só se desenvolve com pesquisa, e pesquisa precisa de recursos. E nossa prioridade é a vacina”. Quem diz é o senador Izalci Lucas (PSDB-DF).

E foi acompanhado pelo senador Jarbas Vasconcelos (MDB-PE): “O anúncio que veio do Instituto Butantan renova a esperança do povo brasileiro”. E tem ainda, antes encerrar, o senador José Serra (PSDB-SP): “Imenso orgulho do Instituto Butantan pela criação da Butanvac!” Basta por hoje.

EM DIA


Fato do dia
O Instituto Butantan anunciou ontem que começou a desenvolver a produção-piloto da primeira vacina brasileira contra a COVID-19. A expectativa é que os ensaios clínicos em humanos comecem em abril, mas depende de autorização da Anvisa. A ButanVac é desenvolvida e produzida totalmente no Butantan, sem importação do Insumo Farmacêutico Ativo. Os resultados dos testes pré-clínicos com animais foram “promissores” e permitem evoluir para estudos clínicos em humanos. Quem comanda? O governador paulista de São Paulo, João Doria Júnior (foto) (PSDB).


E a corrida
Pela vacina. Horas antes, “no meu ponto de vista, não tem nada a ver um ponto com o outro. Coincidência. É bom para o país”. Basta este trecho. Quem ressaltou foi o ministro astronauta de Ciência, Tecnologia e Inovações, Marcos Pontes. E exibiu uma folha de papel para comprovar o pedido por ele feito. E ressaltou que uma delas, foi desenvolvida no interior de São Paulo e está em estágio mais avançado. Ainda mandou a política para o espaço: “no meu ponto de vista, não tem nada a ver um ponto com o outro”.

É frase
“Eu estava aqui conversando com amigos e lembrando que na época da Copa, a nação se une, se chama pátria de chuteira. Agora, é a pátria de máscara. Pátria de máscara. É um pedido que faço a cada um dos brasileiros: usem a máscara”. Quem diz é o ministro da Saúde, o médico Marcelo Queiroga que pelo jeito chegou chegando para mostrar serviço, ou, pelo menos, tentar conter a pandemia da COVID-19. E ele acrescentou: “O presidente Bolsonaro me deu autonomia para que montássemos uma equipe técnica no Ministério da saúde”. Tomara mesmo, melhor o presidente não se meter em questões médicas. A “gripezinha” já mostrou aonde foi.



“Todo Poderoso”
E tem trilha sonora: “Passei dias difíceis, lutando pela vida, devido ao agravamento do quadro da COVID. Durante o período que estive internado, pessoas de todo Brasil utilizaram essa música para orarem pela minha cura. Agora, em franca recuperação, quero oferecer esse clipe a todos que estão passando pelo que eu passei e a todos que torceram por mim!”. Tudo isso foi declaração do cantor, médico veterinário e político Eros Biondini (Pros), de 49 anos, que lança hoje o clipe da sua mais nova música de trabalho.

Pátria de chuteira
“Eu estava aqui conversando com amigos e lembrando que, na época da Copa, a nação se une, se chama pátria de chuteira. Agora, é a pátria de máscara. Pátria de máscara. É um pedido que faço a cada um dos brasileiros: usem a máscara.” Quem diz é o ministro da Saúde, o médico Marcelo Queiroga, que pelo jeito chegou chegando para mostrar serviço, ou, pelo menos, tentar conter a pandemia da COVID-19. E ele acrescentou: “O presidente Bolsonaro me deu autonomia para que montássemos uma equipe técnica no Ministério da Saúde”. Tomara mesmo, melhor o presidente não se meter em questões médicas. A “gripezinha” já mostrou aonde foi.

PINGAS

Melhor então apagar o fogo político. Melhor tratar de outro incêndio, só que é boa notícia. Brigadistas voluntários e bombeiros civis e militares da Bahia conseguiram apagar integralmente as chamas que consumiam parte da vegetação do Parque Nacional da Chapada Diamantina.

O Instituto Chico Mendes de Biodiversidade estava ainda calculando o tamanho da área do parque nacional incinerada. Um alojamento improvisado chegou a ser montado em uma creche de Lençóis para servir de ponto de apoio logístico e de local de descanso para que participava da ação.

Em tempo, ainda sobre o presidente do Senado: a declaração foi feita depois de Rodrigo Pacheco ter se reunido virtualmente durante três horas com governadores de 23 estados e do Distrito Federal, logo no início da manhã, bem cedinho mesmo, de ontem.

Mais um, sobre a nota Dactiloscopia: o chanceler Ernesto Araújo conseguiu verdadeira façanha, já que a senadora Kátia Abreu (foto) deixou sua praia para atacá-lo. Ela é a líder ruralista, primeira mulher a chefiar o Ministério da Agricultura e presidiu a Confederação da Agricultura e Pecuária (CNA).

Se a batata do chanceler Ernesto Araújo está queimando, basta por hoje. Afinal, as notícias já diziam o chavão: “Pede para sair”. Sendo assim, já basta de novo. FIM!




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