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Estado de Minas EM DIA COM A POLíTICA

Provável novo ministro da Educação quer mostrar aulas remotas a Bolsonaro

Bem diferente do ex-ministro Weintraub, né? O fato é que Renato Feder esteve reunido, na manhã de ontem, com Bolsonaro no Palácio do Planalto


postado em 24/06/2020 04:00 / atualizado em 24/06/2020 07:12

Secretário de Educação no Paraná, o professor Renato Feder levou a o presidente o modelo de aulas adotado no estado durante a pandemia(foto: Facebook/Reprodução)
Secretário de Educação no Paraná, o professor Renato Feder levou a o presidente o modelo de aulas adotado no estado durante a pandemia (foto: Facebook/Reprodução)

“Eu não entendi por quê”, declarou ontem o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM–RJ). “Estranho, né?”, ele acrescentou. “Ele estava fugindo de alguém? Geralmente, é o contrário: as pessoas fogem porque estão sendo perseguidas pelo governo. Então, eu acho que é uma coisa meio atabalhoada, né?”

Já deu para matar a charada de que se trata do ex-ministro Abraham Weintraub. A novela continua, recheada de lanches em casas de fast-food. Mas o melhor ainda estava por vir: “É uma coisa meio atabalhoada, né?”. É, claro que é, mas deixa para lá. Virou novela.

O próximo capítulo, por outro lado, traz um tom de modernidade, que anda difícil nestes tempos de pandemia da COVID-19. Vale o registro personalizado. Ele vem do secretário de Educação do Paraná, professor Renato Feder.

“No Paraná, as aulas remotas estão dando muito certo. Os jovens têm aulas pelo celular, podem interagir com o professor pelo aplicativo, além de as escolas terem um acompanhamento diário da frequência dos estudantes. Mostrei ao presidente os nossos projetos e soluções que podem ser adotados em todo o país.” Só para ficar claro, a declaração é de Feder.

Bem diferente do ex-ministro Weintraub, né? O fato é que Renato Feder esteve reunido, na manhã de ontem, com o presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido). Melhor o cotado para futuro ministro relatar a conversa: “O presidente se demonstrou muito preocupado com a educação, quis mais detalhes sobre a educação remota que implantamos no Paraná e também conversamos sobre o Fundeb, sobre a importância da aprovação desse fundo pelo Congresso”.

Deve ter agradado. Afinal, Bolsonaro teve uma agenda bem cheia ontem, mas o primeiro compromisso incluiu Antônio Paulo Vogel, ministro de Estado da Educação substituto; Luiz Eduardo Ramos, ministro-chefe da Secretaria de Governo da Presidência da República; e Augusto Heleno, ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República. Fica óbvio que o tema da reunião logo cedo era o novo, ou melhor, o futuro ministro.

Só que, no país, o futuro já chegou. Vale o registro oficial: foi inaugurado, em Brasília, o Centro de Operações Espaciais (Cope), referência nacional e internacional pela complexidade e modernidade de suas instalações. Entre as atribuições da base estão: atender a diversos satélites geoestacionários e satélites de baixa órbita. Com a inauguração de ontem, todas as estações terrestres do projeto Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC) estão concluídas.


Cotado para a Educação

Fabio Malina Losso, advogado com trânsito no meio jurídico, é um dos nomes cotados para o Ministério da Educação, na vaga deixada pelo ex-ministro Abraham Weintraub, que anunciou sua saída na última quinta-feira. Muito respeitado na comunidade acadêmica internacional, com doutorados no Brasil e nos Estados Unidos, Losso é professor na Universidade do Paraná e na Universidade de Chicago, instituição na qual integra o Conselho da Escola de Políticas Públicas desde 2009.

Na Academia

Com o objetivo de valorizar a cultura nacional, a Academia Brasileira de Letras (ABL) e a TV Câmara farão uma parceria para exibição de programas, vídeos e documentários produzidos pela Academia. A cerimônia para marcar o início do acordo ocorre hoje, às 14h, de forma virtual. A transmissão será feita no canal da Câmara no YouTube e no site da ABL. Quem informa, e vale o nome completo, é o deputado Enrico van Blarcum de Graaff Misasi (PV–SP).

Harmonia

A decisão foi assinada na noite de segunda-feira. Em caso de descumprimento, o magistrado definiu multa diária de R$ 2 mil. O fato é que o juiz Renato Coelho Borelli, da 9ª Vara Federal Cível de Brasília, impôs ao presidente Jair Bolsonaro o uso obrigatório de máscara em espaços públicos e estabelecimentos comerciais, como medida de proteção contra o novo coronavírus. A Advocacia-Geral da União (AGU), óbvio, não perdeu tempo e avisou que estuda quais “as medidas cabíveis para reverter a liminar e preservar a independência e a harmonia entre os poderes”.

A despedida

De saída da presidência do Tribunal de Justiça (TJ-MG) no fim do mês, o desembargador Nelson Missias  recebeu da Assembleia Legislativa justa e emocionante homenagem ontem à tarde. No comando do presidente da ALMG, Agostinho Patrus (PV), a reunião especial celebrou mais três parcerias entre os poderes: a tramitação virtual de documentos, por meio do Sistema Eletrônico de Informações (SEI), e dois acordos de cooperação técnica para estabelecer postos de atendimento do TJMG, no Procon Assembleia, para viabilizar acordos entre consumidores e fornecedores.

En française

Parlez-vous français? Parlez plus lentement, s'il vous plaît. O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ) destacou ontem que o Brasil deveria dar um “sinal mais claro” sobre as políticas ambientais para não afastar investimentos, em especial, nestes tempos de pandemia do novo coronavírus. A avaliação foi feita durante uma videoconferência promovida pela Câmara de Comércio França-Brasil. E ressaltou ainda que há um risco grande diante de um “custo muito grande” na retomada econômica.

Pinga fogo

Em tempo, sobre a nota da ABL: já que é o coordenador da Comissão Especial do Bicentenário da Independência, o deputado federal Enrico Misasi (PV-SP) é quem vai conduzir a cerimônia, que está marcada para hoje.

Enrico Misasi detalha: “o acordo entre Câmara e a ABL é motivo de alegria para todos nós: seja por representar a união entre duas instituições históricas em prol de um objetivo comum, seja por reconhecer o enriquecimento mútuo que pode haver nesse estreitamento das relações”.

Mais um, de Agostinho Patrus: ele lembrou a trajetória do amigo à frente da instituição e destacou que “Nelson Missias cumpriu exemplarmente o papel que lhe é conferido: a pacificação social”. Na companhia de familiares, o desembargador recebeu a deferência do Legislativo emocionado.

O placar foi 67 votos a 8 e teve ainda duas abstenções. O fato é que o Senado aprovou o texto-base da proposta de emenda à Constituição (PEC) que prorroga as eleições municipais. A PEC adia o primeiro turno para 15 de novembro, e o segundo para 29 de novembro.

Sendo assim, o jeito é seguir o conselho e também prorrogar a coluna por hoje. Um bom dia a todos. A semana, pelo andar da carruagem, deve continuar quente na política.
 

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