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O Partido Novo foi às compras no dia certo


postado em 31/05/2019 06:00 / atualizado em 31/05/2019 07:25

O Novo nasceu da indignação com a quantidade de impostos que pagamos e dos péssimos serviços públicos que recebemos em troca. Por isso, não poderíamos deixar de comemorar o Dia Livre de Impostos! É a informação oficial do Partido Novo divulgada ontem.


Regata feminina laranja com decote nadador. Logo “N” em branco na frente; logo “NOVO30” e site do partido em branco na parte de trás. Material: poliéster com estampas em silk. Instruções de lavagem: lavar à mão. E mais: Camiseta dry fit preta masculina. Logo do NOVO prateada na frente e site do partido atrás. Gola arredondada e mangas curtas. Logo do NOVO prateada na frente e site do partido atrás. Gola arredondada e mangas curtas.

Uai, é um partido político ou uma loja de inconveniência política? Caneca de cerâmica branca com logo “NOVO30”, interior e alça em laranja. Informação adicional: pode ser levada ao micro-ondas. Melhor mesmo colocar no forno um release como este. Tinha mais, boné, bag de nylon e camisa neon infantil. Só pode ser criancice mesmo.

Mudando de assunto… “Nós vencemos e hoje temos a Presidência. Temos um ex-filiado do PFL, do DEM, e que olha para o nosso partido com imenso respeito e com olho de, quem sabe, querer voltar para casa”. ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, o gaúcho que esteve também na equipe de Michel Temer (MDB).

Se ele ressaltou que o renascimento da centro-direita no poder era algo que a mídia “achava que não era adequado”, ficamos assim. Só para espernear, o DEM de Onix Lorenzoni deu apoio formal à candidatura de Geraldo Alckmin (PSDB) no primeiro turno da eleição presidencial. Ah! O ex-filiado é Jair Bolsonaro, viu?

Já que falamos em Bolsonaro, melhor deixar o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso, em entrevista na TV, explicar e fazer o resumo da atual ópera na política nacional: “Temos uma situação em que o presidente da República foi eleito com 58 milhões de votos com um discurso anti-establishment, contra o sistema, contra tudo isso que está aí. No entanto, para fazer as mudanças que o Brasil precisa, é preciso negociar com esse sistema, porque o sistema não mudou”.

Nada a acrescentar. O ministro Luís Roberto Barroso foi direto ao ponto, mas não deixou de amenizar para encerrar a coluna por hoje: “Estamos vivendo turbulências e tensões perfeitamente normais numa democracia”. Fica dispensada a pergunta “precisa mais?”. Ele já respondeu.

A homenagem
A Academia Brasileira de Letras (ABL) homenageou o embaixador José Aparecido de Oliveira (1929-2007), pelo legado deixado em prol da língua portuguesa. Só que quem roubou a cena e fez o maior sucesso foi a também mineira e ministra do Superior Tribunal Militar (STM), a pioneira na Corte, que antes só tinha homens. E foi efusivamente aplaudida, por ter sido a única que votou pela continuidade da prisão dos nove integrantes do Exército, acusados de matar, em abril último, o músico Evaldo Rosa dos Santos e o catador de papel Luciano Macedo.

O mestrado
A ministra Elizabeth foi ao seminário especialmente porque o mestrado que ela concluiu em Portugal quem conseguiu foi José Aparecido, a quem tem profunda gratidão como ela própria falou na mesa dos palestrantes. O melhor estava por vir: “Coitado do José Aparecido, sofreu comigo, pois o eu o persegui, procurei várias vezes para pedir que me ajudasse a conseguir o mestrado. Ele não tinha sorte, eu o encontrava no avião, naquele tempo, não tinha lugar fixo e eu dava jeito de sentar ao seu lado e o encontrei várias vezes, em restaurantes, eventos e festas. Não teve jeito, acabou me dando”.

A infelicidade
Escreve Rodrigo Otávio de Paula: “Caro Baptista, por favor, não me interprete mal, mas na sua nota de hoje, Vitória Ruralista, você foi muito infeliz! Veja, antes do resto do mundo tentar internacionalizar a Amazônia não seria melhor pedir para reflorestarem toda a mata que a Europa e USA, por exemplo, dizimaram? Baptista, na Amazônia, vivem 15 milhões de brasileiros que, como você e eu, precisam de trabalhar para comer, vestir, morar, educar filhos e cuidar da saúde. O mundo estaria disposto a ajudá-los a viver, ou eles terão que sair de lá e vir para o sul engrossar o número de favelados?

Guedes, o mago
“Nós não vamos fazer truques ou mágicas, vamos fazer reformas sérias, com fundamentos econômicos” afirmou o ministro da Economia e agora visionário, Paulo Guedes. Ele disse ainda que o desempenho negativo já estava previsto e que a volta do crescimento depende de reformas econômicas, e não de medidas de estímulo pontuais. A queda foi de 0,2%. Hein? A pesquisa interna já havia previsto? Afinal, 0,2%, em pesquisas, é margem de erro, para cima ou para baixo. Ah! E tomou o cuidado de combinar com as empresas para depositarem? Me poupe!

 

 

Bem humorado

(foto: Valter Campanato/Agência Brasil - 28/11/18)
(foto: Valter Campanato/Agência Brasil - 28/11/18)

Ele estava, não há a menor dúvida. “Hoje eu vou fugir à regra e fazer uma leitura. Me recomendaram fazer isso aí”. Começou assim o presidente Jair Bolsonaro (PSL), já fazendo piada. Dois exemplos bastam. Tratou o senador Fernando Bezerra Coelho, que é o líder do governo no Senado, de “cabra da peste” e ainda pediu: “desculpa aí a intimidade”. Logo depois elogiou o ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto (foto), de “cabra da peste”. Se Bolsonaro se arrependeu, não sei, mas ele ainda fez questão de acrescentar: “desculpa aí a intimidade”.


PINGA FOGO

Em tempo: no evento na ABL estiveram presentes, entre outros, o filho do homenageado, prefeito de Conceição do Mato Dentro, José Fernando Aparecido de Oliveira, o presidente da instituição, Marco Lucchesi, e o poeta Geraldo Carneiro.

A propósito do bom humor de Bolsonaro, diante da falta de acordo, o líder do governo, senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), pediu a convocação de uma sessão para segunda-feira a fim de votar a Medida Provisória (MP) 871/2019, a que trata do combate às fraudes no INSS.

Ainda da nota Infelicidade de ontem, escreve Rodrigo Otávio de Paula: E manda extensa argumentação dando exemplos, entre eles, um do Pará, onde apenas 12,87 % do estado está antropizado (Fonte: Secretaria do Meio Ambiente do Pará–Semas). Não é como a imprensa veicula.

Do you speak english? Presidente da Assembleia Legislativa, Agostinho Patrus (PV) e os deputados Alencar da Silveira Jr. (PDT), Tadeu Martins Leite (MDB) e Carlos Henrique (PRB), todos integrantes da mesa diretora da Casa?

Precisou não. O cônsul britânico em Belo Horizonte, Thomas Nemes está aqui desde 2015. Ele representa o Reino Unido em Minas Gerais e ressaltou que as relações entre Minas e o Reino Unido são históricas e remontam ao período colonial.


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