Jornal Estado de Minas

PANDEMIA

Pesquisa aponta que 91% dos brasileiros querem melhorar sua saúde em 2022

Conteúdo para Assinantes

Continue lendo o conteúdo para assinantes do Estado de Minas Digital no seu computador e smartphone.

Estado de Minas Digital

de R$ 9,90 por apenas

R$ 1,90

nos 2 primeiros meses

Utilizamos tecnologia e segurança do Google para fazer a assinatura.

Experimente 15 dias grátis


A busca por bem-estar e saúde será prioridade mundial em 2022, e no Brasil não será diferente. É o que revela a Pesquisa Global de Sentimento do Consumidor, realizada pela WW, reconhecida globalmente por seu programa de perda de peso, em parceria com o Institut o Kantar, que ouviu 14.506 pessoas de 18 a 69 anos em 15 países.





Feita com o objetivo de compreender tendências e comportamentos da sociedade com relação a hábitos saudáveis, a pesquisa apontou que 91% dos brasileiros entrevistados estão focados em manter e/ou melhorar sua saúde e bem-estar, enquanto no mundo esse percentual é de 78%.

Os principais motivos apontados são: 65% querem melhorar a saúde física, 63% buscam melhorar a saúde mental e emocional, 56% procuram melhorar a autoestima e confiança, 44% consideram o cuidado com a saúde e bem-estar um facilitador da vida cotidiana.

Questões como autocuidado e autoestima também se destacam. De acordo com a pesquisa, 66% dos brasileiros amam o próprio corpo, mas consideram que perder peso os ajuda a melhorar a saúde, enquanto 45% percebem que precisam controlar o peso e 57% indicaram que emagrecer traz a sensação de liberdade.





Ainda entre os brasileiros, 58% consideram que controlam a própria saúde, 67% se preocupam com hábitos pouco saudáveis que podem afetá-los, 76% gostariam de ter mais vontade própria para se tornar mais saudáveis.

Segundo o estudo, o contexto da pandemia do coronavírus fez com que 21% dos brasileiros desejassem um estilo de vida mais equilibrado e percebessem que a falta de exercício pode ser prejudicial à saúde. Eles se mostram dispostos a retomar neste ano as metas de saúde e bem-estar, após o impacto da COVID-19.

Além do Brasil, a pesquisa da WW e Kantar foi realizada na Austrália, Bélgica, Holanda, Estados Unidos, Nova Zelândia, Canadá, Suécia, França, Suíça, Alemanha, Reino Unido, China, África do Sul e Índia.





Nosso país lidera o ranking dos locais onde a população ganhou peso no último ano, com 45% das respostas, seguido pela África do Sul (41%), Estados Unidos e Nova Zelândia, que empataram em 39%.

Brasileiros apontaram duas principais metas para 2022: 54% querem se exercitar mais/ficar mais fortes (resultado superior à média global, de 49%) e 40% pretendem perder peso (ligeiramente acima da média global, de 39%).

A busca por emagrecimento se dá porque: 33% pretendem minimizar o risco de problemas de saúde associados ao ganho de peso, 22% querem aumentar a autoestima e confiança, 14% desejam alcançar melhor forma em termos físicos e mentais.





Entre os adultos que desejam emagrecer, 85% têm a meta de perder 4,5kg. Desses, 73% buscam adotar hábitos alimentares saudáveis, 71% almejam dormir o suficiente e ter sono de qualidade, 68% querem se engajar em alguma atividade física.

Para a WW, que atua nesse mercado há seis décadas, o caminho para adotar novos hábitos é realizar a mudança de maneira não radical ou agressiva. “Sabemos que é extremamente importante encontrar abordagens plausíveis que apoiem os objetivos de saúde e ajudem os nossos usuários a perder o peso que desejam. Estamos empenhados em fornecer recursos e ferramentas a eles”, destaca Mindy Grossman, CEO global da WW.

“Tudo é pensado de forma ao nosso programa se integrar à rotina das pessoas e trazer os resultados que elas buscam de maneira sustentável, seja melhorando hábitos de alimentação, sono, atividade física e, claro, o benefício da perda e controle de peso”, afirma Marcello Ursini, gerente-geral da empresa do Brasil.

A empresa reestruturou seu programa de pontos, disponível por meio do aplicativo da WW Brasil. O Programa Pontos Pessoais tem abordagem 100% individualizada e flexível, sem impor restrições à alimentação, incentivando a melhoria da rotina do sono, consumo de água e atividade física.