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Verão aumenta as pragas no ambiente doméstico

Combata corretamente as traças, baratas, moscas e pernilongos, que costumam nos visitar com mais frequência nesta época do ano


postado em 28/01/2020 04:00


O calor do verão não significa só sol, piscinas, praias, vida ao ar livre. Para as donas de casa, há outro significado cansativo: o aumento das pragas domésticas. Não dá para entender como aquela praga urbana tão insignificante conhecida como traça consegue desestruturar os cuidados prestados aos cômodos de uma residência. A praguinha é fogo, aparece onde menos se espera, como atrás de quadros colocados nas paredes. O normal é ser atraída pelas roupas de um closet. E aquele cuidado de retirar todas as roupas penduradas, pelo menos uma vez por mês, para escovar, limpar pó e tornar a guardar é uma tarefa que pede muito tempo livre, que pouca gente tem nos dias atuais.

Combater a traça é uma guerra que não conta com produtos específicos; o mais conhecido é a naftalina, que deve ser colocada dentro dos armários. Sempre naqueles saquinhos plásticos nos quais são colocadas à venda ou enroladas em plástico, uma a uma. Seu cheiro forte, quando é muito, pode trazer problemas para as pessoas. Outro truque é usar saquinhos com cravo-da-índia ou ramos de louro, que devem ser trocados a cada dois meses. A mistura meio a meio de água com vinagre, esguichada em pontos estratégicos, também pode funcionar, quando é bem aplicada. As estantes de livros são locais preferidos pelas traças e pedem cuidados constantes. Então, a luta contra a traça deve ser constante – realmente, dá uma trabalheira.

Outro problema do verão é que o clima quente possibilita o aumento da reprodução das chamadas pragas urbanas, ou seja, moscas, pernilongos, baratas, ratos, escorpiões, formigas, cupins e carrapatos. O cuidado principal começa com a indisponibilização de água, abrigo, alimento e acesso para as pragas.

As pragas urbanas ocorrem durante todo o ano, mas no verão há o aumento na ocorrência devido à maior oferta de água e alimento, além da capacidade de reprodução mais frequente e veloz desses organismos. Para evitá-las, é necessário que a população tenha em mente os quatro As: água, abrigo, alimento e acesso. Quanto mais fatores essenciais às pragas forem suprimidos, menores as chances de elas se estabelecerem. Com lixo ou qualquer alimento disponível e de fácil acesso, logo aparecerão baratas, ratos, moscas e formigas.

O aumento das baratas, por exemplo, resulta na maior ocorrência de escorpiões e aranhas, que são seus predadores. Alguns cuidados podem ser tomados, como não deixar água acumulada em caixas d’água, ralos, piscinas, calhas, pneus e latas. Água parada, mesmo limpa, pode ser criatório de mosquitos, inclusive dos que transmitem dengue, febre amarela, chikungunya, elefantíase e malária. Não armazene lixo e deixe os alimentos em ambiente refrigerado ou local de difícil acesso para essas pragas.

O que fazer quando as pragas já estiverem estabelecidas? Identifique-as corretamente. Algumas são facilmente detectáveis, pois deixam resíduos, rastros e danos aparentes. Caso não consiga identificá-las, chame um especialista. Em caso de infestação severa, recorra a uma empresa especialista em pragas urbanas. Cada espécie é controlada de uma forma específica e exige produtos distintos, que devem ser aplicados apenas por pessoas habilitadas.

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