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Minas Gerais e São Paulo lideram geração de empregos

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Enfim, um bom indicador para o início da administração Lula? Nem tanto. Em fevereiro, o Brasil gerou 241 mil vagas formais, de acordo com dados fornecidos pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e divulgados pelo Ministério do Trabalho. Em uma primeira impressão, o saldo parece positivo. A projeção do mercado, afinal, oscilava entre 160 mil e 180 mil contratações, e o número representa um avanço considerável em relação as 83 mil vagas criadas em janeiro. Contudo, a comparação anual mostra que o caminho da plena recuperação será árduo: o desempenho de fevereiro de 2023 representa uma queda de 31,6% diante do mesmo mês de 2022. Os números atuais foram influenciados sobretudo pelo desempenho do setor de serviços, responsável pela abertura líquida de 164 mil postos formais. Os estados de São Paulo (65 mil postos criados), Minas Gerais (27 mil) e Paraná (24 mil) lideraram a geração de empregos.




 

Privatização do Porto de Santos não deverá vingar

É remota a chance de o Porto de Santos, o maior da América Latina, ser privatizado. Em conversas com sua equipe econômica, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, um defensor contumaz das desestatizações, admitiu que a ideia não deverá prosperar. O curioso é que até os principais representantes do agronegócio não chegaram a um consenso sobre os eventuais benefícios da privatização. Para uma parcela expressiva do agro, o melhor é a gestão continuar como está.

Disney cancela projeto de metaverso

O metaverso, o ambiental virtual que tem a ambição de replicar a vida real, acumula uma série de fracassos. Agora, o novo fiasco vem da Disney: a empresa de Mickey Mouse e companhia fechou sua divisão dedicada a criar produtos e soluções ligados a essa tecnologia. Segundo comunicado, os 50 funcionários que trabalhavam no núcleo conhecido como “Next Generation Storytelling” foram demitidos. A Disney não deverá parar por aí. Estima-se que o programa de demissões atingirá 7 mil funcionários.

Ex-Odebrecht assina acordo com empresa chinesa

A viagem de empresários brasileiros à China começa a trazer bons frutos. Ontem, a A OEC (ex-Odebrecht Engenharia e Construção) e a PowerChina assinaram um convênio para disputar, em parceria, grandes obras de infraestrutura no Brasil. Há pelos menos um ano as companhias mantêm negociações para atuar em conjunto, mas apenas agora a junção de forças foi, enfim, oficializada. Espera-se ainda que bons acordos no agronegócio também sejam assinados pela comitiva brasileira.





Rapidinhas

  • A Urca Energia caminha para se tornar a maior produtora de biogás do país. Até o final de 2024, a empresa pretende produzir 360 mil metros cúbicos por dia, marca suficiente para colocá-la na liderança do mercado brasileiro. Lembre-se que a companhia deverá concluir, ainda em 2023, o ciclo de R$ 500 milhões em investimentos.
  • Um levantamento feito pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban) constatou que, no ano passado, o Pix foi o meio de pagamento mais utilizado no Brasil. O sistema realizou 24 bilhões de transações, mais do que as operações somadas com cartões de débito, boleto, TED, DOC e cheques. O volume financeiro total foi de R$ 10,9 trilhões.
  • O juro do rotativo do cartão de crédito é um das chagas brasileiras. Em fevereiro, ele subiu 6 pontos percentuais, para intoleráveis 417,4% ao ano, conforme informação divulgada pelo Banco Central. Até em situações emergenciais as pessoas deveriam evitar essa modalidade de crédito. Depois, fica difícil pagar.
  • Mais uma corretora de criptomoedas está enrolada com a Justiça. Nos Estados Unidos, a chinesa Binance foi acusada de permitir a negociação de criptoativos sem a autorização das entidades regulatórias. Em 2022, descobriu-se que o americano Sam Bankman-Fried, fundador da FTX, surrupiou US$ 1,8 bilhão de investidores.

9,5%

foi quanto caíram as concessões de empréstimos no Brasil em fevereiro na comparação com janeiro, segundo o Banco Central. O vilão tem nome e sobrenome: juros altos