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Pandemia faz mais empresas desistirem de abrir capital na Bolsa

A julgar pela disposição das empresas em se tornarem públicas, a resposta é sim. Desde o início do ano, dezoito companhias desistiram de abrir o capital


08/04/2021 04:00 - atualizado 08/04/2021 07:30

Kalunga, Rodobens e Tok&Stok são alguns das companhias que, pelo menos por enquanto, desistiram de abrir o capital. (foto: Manaira Shopping/Divulgacao - 14/8/19)
Kalunga, Rodobens e Tok&Stok são alguns das companhias que, pelo menos por enquanto, desistiram de abrir o capital. (foto: Manaira Shopping/Divulgacao - 14/8/19)

O furor do mercado acionário brasileiro ficou para trás? A julgar pela disposição das empresas em se tornarem públicas, a resposta é sim. Desde o início do ano, dezoito companhias desistiram de abrir o capital no país.

O caso mais recente é o da LG Informática, desenvolvedora de softwares para a área de recursos humanos. A razão é quase sempre a mesma: aversão ao risco. Com a pandemia descontrolada e as incertezas econômicas, é razoável esperar um pouco mais – pelo menos até que as tragédias em série provocadas pela crise do coronavírus sejam superadas.

Kalunga, Rodobens e Tok&Stok são alguns das companhias que, pelo menos por enquanto, desistiram de abrir o capital.

Muitos especialistas comemoraram o amadurecimento do mercado de investimentos do país. De fato, houve avanços nos últimos anos, mas a distância para os principais mercados é gigantesca. Em 2020, foram realizadas 28 IPOs (oferta pública inicial, na sigla em inglês) no Brasil. Nos Estados Unidos, 480.

Clubhouse já vale S$ 4 bilhões

A rede social Clubhouse prepara uma nova rodada para a captação de investimentos. Com os aportes adicionais, a expectativa é que alcance ao menos US$ 4 bilhões em valor de mercado. Criado em março de 2020, no início da pandemia do coronavírus, o aplicativo conta com dez milhões de usuários. Facebook, Instagram, Reddit e Twitter demoraram quase dois anos para alcançar essa marca. A expectativa da Clubhouse é encerrar 2021 com aproximadamente 30 milhões de inscritos na plataforma.

Mercado publicitário está mais otimista

O relatório VanPro, preparado pelo Sindicato das Agências de Propaganda (Sinapro) e Federação Nacional das Agências de Propaganda (Fenapro) chegou a uma importante constatação: o mercado publicitário brasileiro está mais otimista. A pesquisa, que consultou 320 empresas entre fevereiro e março, detectou o aumento do número de agências que enxergam perspectivas positivas para o setor. A proporção de otimistas aumentou em mais de 20% em relação a setembro de 2020, subindo de 41% para 50%.

68%

dos CEOs e executivos do alto escalão de empresas de diferentes segmentos que atuam no Brasil acreditam que a aceleração da vacinação é a principal medida a ser adotada para o crescimento econômico do país. Os dados foram compilados pela HSM

Novo limite para MEIs

O deputado Osires Damaso (PSC-TO) apresentou um projeto de lei que aumenta o valor máximo que permitiria a um pequeno empresário ser enquadrado no regime de microempreendedor individual. O limite atual é de R$ 81 mil, mas a proposta é ampliá-lo para R$ 180 mil anuais. Com o desemprego em alta, o Brasil teve recordes de novos Meis em 2020: foram 2,6 milhões, o maior número desde 2016. Agora, a proposta depende do encaminhamento do presidente da Câmara, Arthur Lira.

"Eu vou tomar a vacina quando chegar a minha vez no SUS"

Luciano Huck, apresentador de TV


Rapidinhas

O setor da construção não tem do que reclamar. A construtora e incorporadora RNI, empresa do grupo Rodobens, encerrou 2020 com lucro líquido de R$ 4,3 milhões, 244% acima do período anterior, e os lançamentos somaram R$ 446 milhões, alta de 44%. No primeiro trimestre de 2021, a companhia lançou três empreendimentos, o equivalente a 50% do ano passado inteiro.

Com a crise do coronavírus e o risco presente nas aglomerações, a procura por cerimônias religiosas no YouTube bateu recorde na Páscoa. Segundo a plataforma, as buscas aumentaram 61% em relação ao mesmo período do ano passado. Atualmente, as missas e cultos online estão no nível mais alto de todos os tempos.

Se no Brasil as incertezas sobre o futuro só aumentam, nos Estados Unidos o otimismo dá o tom nas projeções de cenários. Jamie Dimon, presidente do banco JP Morgan, escreveu em sua tradicional carta a acionistas que prevê um boom na economia americana até 2023 – ou até mais longe que isso. Que inveja...

Os Estados Unidos entraram em nova fase. A partir de hoje, a Disney World (foto), em Orlando, permitirá que os visitantes removam temporariamente as máscaras para registrar fotos nos parques. Até então, eles só podiam tirá-las para comer. A medida se deve à expressiva redução de casos do coronavírus. É o milagre da vacina.
 

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