Continue lendo os seus conteúdos favoritos.

Assine o Estado de Minas.

price

Estado de Minas

de R$ 9,90 por apenas

R$ 1,90

nos 2 primeiros meses

Utilizamos tecnologia e segurança do Google para fazer a assinatura.

Assine agora o Estado de Minas por R$ 9,90/mês. ASSINE AGORA >>

Publicidade

Estado de Minas AMAURI SEGALLA

A ameaça dos robôs para os empregos formais em todo o mundo

A crise do coronavírus tende a agravar o quadro, já que muitas empresas aceleraram, durante a pandemia, o seu processo de transformação tecnológica


21/10/2020 04:00 - atualizado 21/10/2020 08:30

Uso de máquinas no lugar de homens já é uma realidade no setor industrial brasileiro e deve cortar 53 postos de trabalho nos próximos anos(foto: Sidnei Lopes/Divulgação - 28/2/18)
Uso de máquinas no lugar de homens já é uma realidade no setor industrial brasileiro e deve cortar 53 postos de trabalho nos próximos anos (foto: Sidnei Lopes/Divulgação - 28/2/18)

Está distante o dia em que os robôs vão representar uma ameaça física para a humanidade, ideia consagrada pela ficção científica nos últimos anos. O risco é de outro tipo – e muito mais imediato. Um estudo realizado pela Bloomberg Economics estima que 800 milhões de pessoas poderão perder os seus empregos para a tecnologia da automação num horizonte curto de tempo.

Países como Japão e República Tcheca são mais vulneráveis, porque contam com um número expressivo de profissionais que exercem funções simples e rotineiras – portanto, mais facilmente substituíveis por máquinas. A crise do coronavírus tende a agravar o quadro, já que muitas empresas aceleraram, durante a pandemia, o seu processo de transformação tecnológica. O Brasil está inserido no mesmo contexto. Segundo pesquisa recente feita pela consultoria Mckinsey, 53 milhões de postos de trabalho poderão ser trocados por robôs nos próximos anos.

As novas conexões da Localiza
(foto: Fiat/Divulgação - 28/2/18 )
(foto: Fiat/Divulgação - 28/2/18 )
 

A Localiza (foto) vai ampliar, em parceria com a ConectCar, o seu programa de pagamento automático. Chamado Localiza Pass by ConectCar, ele pode ser usado em pedágios, estacionamentos e drive-thrus e estará presente em toda frota da companhia.

Segundo a empresa, os 250 mil carros nas 529 agências em todos os estados brasileiros contarão com a tecnologia. A ConectCar oferece cobertura em 100% das rodovias pedagiadas do país e em aproximadamente 900 estacionamentos com e sem cancela.

O tombo histórico da CVC
(foto: CVC/Divulgação)
(foto: CVC/Divulgação)

A CVC (foto) divulgou um balanço que provavelmente entrará para a história. Afetada pela crise do coronavírus, a empresa quase zerou as receitas no segundo trimestre de 2020. As operações no Brasil e Argentina somaram R$ 3 milhões de reais, o que representa um tombo inacreditável de 99,4% em relação ao mesmo período de 2019. Qual é a chance de uma queda de tal magnitude ocorrer de novo? A situação é crítica para a companhia. No primeiro semestre, os prejuízos líquidos totalizaram R$ 1,4 bilhão.

Grupo Big vai abrir o capital

A febre da Bolsa continua. O Grupo BIG Brasil, terceiro maior varejista do país e dono de marcas como Sam's C lub e Maxxi, pediu registro para uma oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês). A ideia é usar os recursos captados no mercado para a abertura de lojas. Não é um caso único. A CSN também informou que pediu o registro para o IPO da subsidiária CNS Mineração. Ontem, o Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, superou os 100 mil pontos pela primeira vez desde setembro.

"Será um grande erro não investir no Brasil"
Paulo Guedes, ministro da Economia, em mais uma de suas pregações otimistas

8,2%
é a participação de mulheres nos  conselhos de administração das empresas brasileiras, segundo estimativa da especialista em governança Geovana Donella. É uma das menores presenças no mundo

RAPIDINHAS

» Um estudo realizado pela Sports Value, empresa de marketing esportivo, expõe o amadorismo do futebol brasileiro. Segundo o levantamento, os programas de fidelidade dos maiores times do país poderiam faturar R$ 2 bilhões por ano com iniciativas básicas como oferecer aos torcedores conteúdos em plataformas digitais.

» Os programas de sócio-torcedor geraram no ano passado receitas de R$ 465 milhões, mas eles permitem apenas pequenos descontos na compra de produtos e prioridade na reserva de ingressos. O potencial do segmento, diz Amir Somoggi, sócio da Sports Value, é 3 30% maior.

» O InCor (Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da FMUSP) dá hoje um passo importante com a criação do seu Centro de Parada Cardíaca, o primeiro do tipo na América Latina. Especializado em ressuscitação cardiopulmonar e atendimento de emergência, o novo espaço é parte de uma iniciativa liderada pelos cardiologistas Roberto Kalil Filho e Sérgio Timerman.

» O Inova Furnas, programa de incentivo à inovação criado pela empresa em 2016, contabiliza 565 propostas recebidas e implementou projetos que, juntos, somaram R$ 5,1 milhões em benefícios para a companhia. O programa também foi base para a Olimpíada Nacional de Inovação Eletrobras, primeira competição do gênero a reunir oito empresas de energia.

*Para comentar, faça seu login ou assine

Publicidade