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Estado de Minas MERCADO S/A

Brasileiro se vê mais conectado e solidário com efeito pandemia

Pesquisa indica que a maioria se vê mais aberto à tecnologia ligada ao trabalho virtual. Empresas preveem verdadeira 'revolução'


21/09/2020 04:00 - atualizado 21/09/2020 07:32

(foto: VALERY HACHE/AFP 15/5/20)
(foto: VALERY HACHE/AFP 15/5/20)


O “novo normal”, expressão que ganhou força nos últimos meses, ainda é uma incógnita, mas algumas mudanças de comportamento provocadas pela COVID-19 vieram para ficar. O brasileiro sai da pandemia mais conectado, mais aberto às soluções digitais, com um novo padrão de higiene e, sobretudo, mais solidário e ressignificando as relações pessoais. É isso o que mostra uma inédita pesquisa do Instituto Locomotiva. Segundo o levantamento, 64% dos entrevistados se dizem mais abertos à tecnologia e 63% afirmaram que a conectividade entre as pessoas aumentará. A preocupação com a higiene é visível: sete em cada dez brasileiros estão atentos à questão. O maior destaque, porém, diz respeito a aspectos afetivos: 59% acreditam que seremos mais solidários, e 99% pretendem continuar cuidando dos que gostam depois da pandemia. “Os dados revelam a construção do novo normal”, diz Renato Meirelles, presidente do Locomotiva. “Experimentamos um grande freio de arrumação civilizatório. Vem coisa boa aí”.

Pesquisa 2: Home office e ações digitais ganham espaço nas empresas

A consultoria PWC realizou um estudo mundial sobre as mudanças que as empresas farão para fortalecer os negócios no pós-pandemia. Entre junho e julho, a pesquisa CEO Panel Survey – How Business Can Emerge Stronger entrevistou 699 líderes empresariais em 67 países. Os resultados, inéditos no Brasil, são interessantes. Segundo o levantamento, 54% dos CEOS acreditam que o trabalho remoto veio para ficar, e outros 24% declararam que planejam tornar suas companhias mais digitais e virtuais.

A debandada na Zona Franca de Manaus

A Zona Franca de Manaus, um dos polos industriais mais importantes do Brasil, vive uma debandada de empresas. Anunciada na semana passada, a saída da Sony reforça o movimento: companhias de eletrônicos como Gradiente, Nokia e Philips também desistiram de atuar na área de livre comércio. Uma das razões é a reforma tributária, que pode afetar os incentivos fiscais. Atualmente, 500 empresas produzem na Zona Franca, gerando 90 mil empregos. No ano passado, o faturamento local foi de R$ 90 bilhões.

Huawei vai fornecer tecnologia para usina solar brasileira

A chinesa Huawei, que anda às turras com o governo americano, vai fornecer tecnologia para a maior usina solar do Brasil. A empresa fechou pareceria com o grupo Rio Alto para a ampliação do Complexo Solar de Coremas, na Paraíba. A solução proposta pela Huawei promete reduzir em até 5% o custo da energia gerada nas cinco usinas que compõem o complexo. Segundo a gigante chinesa, a iniciativa representa um passo importante para a integração da inteligência artificial aos módulos solares.

Rapidinhas

  • Nestes tempos de agressões à natureza, é preciso reconhecer as ações de algumas empresas em prol do meio ambiente. A fabricante de produtos de higiene e limpeza Ypê, que em novembro completa 70 anos no mercado brasileiro, comemora a marca de 1 milhão de árvores plantadas em 12 municípios do interior de São Paulo.
  • A iniciativa é fruto de parceria iniciada em 2007 com a Fundação SOS Mata Atlântica. Segundo a Ypê, o projeto contempla 400 hectares, que são equivalentes a cerca de 400 campos de futebol. Em 2020, foram plantadas 150 mil mudas de 100 espécies nativas da Mata Atlântica. Em tempo: hoje se comemora o Dia da Árvore.
  • A nova Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) obriga as empresas a criar um ambiente propício à segurança de suas informações. A análise é de Walmir Freitas, diretor de Cyber Risk da Kroll: “Elas devem reforçar todos os dias com os colaboradores as orientações da lei, além de estimular mecanismos de comunicação sobre o uso dos dados.”
  • A Uber se associou à plataforma de serviços financeiros Digio para oferecer empréstimos aos motoristas. A ideia é oferecer valores entre R$ 1 mil e R$ 5 mil para os profissionais mais ativos ou que tenham boa pontuação entre os clientes. Segundo a Uber, os créditos serão concedidos com juros abaixo do mercado.

2,9 milhões

de investidores individuais operam na Bolsa de Valores de São Paulo. Há dois anos, eram 800 mil
 

"Eu percebi que tinha uma satisfação maior em dar meu dinheiro para um hospital ou uma universidade do que simplesmente colocar em uma conta no banco e deixá-lo acumulando"

Charles Feeney, fundador da rede de lojas de aeroportos Duty Free, ao anunciar que doará US$ 8 bilhões, toda a sua fortuna %u2013 para projetos de saúde e educação

 

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