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Estado de Minas MERCADO S/A

As redes sociais e o movimento de greve dos entregadores de aplicativo

As mídias sociais alcançam um público maior, são mais ágeis na comunicação e capazes de atrair a simpatia de pessoas que não estão necessariamente ligadas ao setor


postado em 02/07/2020 04:00 / atualizado em 02/07/2020 07:21

(foto: Gladyston Rodrigues/EM/D.A Press)
(foto: Gladyston Rodrigues/EM/D.A Press)

Redes sociais mobilizam mais que sindicatos

A greve dos entregadores que trabalham para aplicativos de delivery como iFood, Rappi e Uber Eats mostrou a força de uma nova forma de mobilização. No lugar dos sindicatos, que não tiveram papel algum na paralisação de motociclistas e ciclistas, entraram em cena as mídias sociais. Elas alcançam um público maior, são mais ágeis na comunicação e capazes de atrair a simpatia, para uma determinada causa, de pessoas que não estão necessariamente ligadas ao setor. Basta dar uma espiada na quantidade de posts em defesa da greve dos entregadores para entender como o fenômeno funciona. Se até pouco tempo atrás as empresas se preocupavam com as manobras e a pressão dos sindicatos, agora terão pela frente a fúria de movimentos que se organizam por intermédio de marcas globais como Facebook, Twitter e Instagram. No mundo atual, regido pelas redes sociais, isso confere um poder sem precedentes a todo tipo de ativismo.

Quebradeira no setor aéreo expõe urgência de planos de socorro

Quantas companhias aéreas vão quebrar na crise do coronavírus? A resposta é incerta, mas a situação preocupa. Nesta semana, a Aeromexico se tornou a terceira empresa na América Latina a pedir recuperação judicial, repetindo o que Latam e Avianca fizeram em maio. Desde o início da pandemia, a demanda por voos da companhia caiu 90%, o que torna impossível a sobrevivência de empresas com margens apertadas. O caso também expõe a urgência de um pacote de socorro do BNDES para as aéreas brasileiras.

Maioria dos brasileiros mente no currículo

Mentir no currículo, a exemplo do que fizeram diversos integrantes e postulantes a cargos no governo Bolsonaro, é uma prática generalizada no Brasil. Uma pesquisa recente realizada pela consultoria DNA Outplacement, voltada a executivos e profissionais de nível gerencial, constatou que 75% deles já colocaram alguma informação falsa em seus currículos. As mentiras mais comuns são sobre o salário recebido no último emprego, o domínio do inglês e o tempo de inatividade.

Discurso de Guedes causa irritação

O dono de uma das maiores empresas de tecnologia da informação do país está irritado com o discurso otimista do ministro da Economia, Paulo Guedes. “Ele precisa parar de dizer que o Brasil vai surpreender o mundo daqui a dois ou três meses”, diz o executivo. “Essa história cansou. O Brasil não vai surpreender ninguém. O Guedes é tecnicamente brilhante, mas às vezes parece desconectado da realidade.” O empresário clama pela agenda de reformas: “É preciso falar menos e fazer mais”.

RAPIDINHAS

  • A Amazon reforçará a sua unidade de negócios dedicada ao combate à pirataria. Segundo a empresa, ex-promotores federais, investidores e analistas de dados deverão se juntar aos 8 mil funcionários que trabalham no combate a fraudes e falsificações de produtos. Em 2019, a Amazon investiu US$ 500 milhões na área.

  • Em 2018, a alemã Mercedes-Benz anunciou com certo estardalhaço que estava ingressando na era da economia compartilhada. A empresa lançou naquele ano o MB Collection, serviço de assinatura em que vários usuários dividiam o mesmo carro. Nesta semana, o projeto foi cancelado por um motivo inquestionável: falta de clientes.

  • O isolamento social acelerou as vendas de livros digitais no Brasil. Segundo a BookWire, empresa especializada em produzir conteúdo digital para editoras, os negócios realizados em março e abril corresponderam a 80% do volume distribuído em todo o ano de 2019. Nos dois meses, foram entregues pela BookWire 9,5 milhões de livros.

  • A marca de roupas Malwee colocou no mercado máscaras e camisetas que, segundo a empresa, são comprovadamente antivirais e antibacterianas. Os produtos são feitos de um tecido que apresentou, sempre de acordo com a Malwee, 99% de eficácia na neutralização da COVID-19. Foram fabricadas até agora 400 mil camisetas e 25 mil máscaras.
 
 
"Investimos bilhões de dólares todos os anos para manter nossa comunidade segura e trabalhamos continuamente com especialistas da sociedade civil para revisar e atualizar as nossas políticas. Nos abrimos para uma auditoria de direitos civis e banimos 250 organizações supremacistas brancas”
  • Comunicado do Facebook enviado ao mercado após o boicote de anunciantes, que acusam a rede social de não combater discursos de ódio

53%

das pequenas e médias empresas brasileiras sobrevivem às atuais condições de mercado por no máximo seis meses. O estudo da companhia de software Capterra explica por que elas pressionam as autoridades pela reabertura da economia

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