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Como fica a agenda de reformas do governo com coronavírus e eleições?

Em 2021, Bolsonaro terá ultrapassado a metade do mandato e certamente começará a se ocupar da reeleição. Nesses casos, as reformas costumam ficar para depois


postado em 24/06/2020 04:00 / atualizado em 24/06/2020 07:18

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) mostra otimismo e espera votar a reforma tributária em agosto(foto: Maryanna Oliveria/Câmara dos Deputado - 19/5/20)
O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) mostra otimismo e espera votar a reforma tributária em agosto (foto: Maryanna Oliveria/Câmara dos Deputado - 19/5/20)
É cada vez menor o número de empresários que acredita que o governo Bolsonaro vai dar andamento à agenda de reformas. Primeiro, foi a pandemia do coronavírus que parou tudo. Depois, a crise política deixou o Planalto na defensiva. Agora é a proximidade das eleições municipais, que oferece pouca margem para os debates. O tempo é curto. Em 2021, Bolsonaro terá ultrapassado a metade do mandato e certamente começará a se ocupar da reeleição. Nessas ocasiões, as reformas costumam ficar para depois, como ensina a história política do país. Em live realizada ontem, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, afirmou que espera que o texto da reforma tributária esteja pronto para ser votado pelo Plenário em agosto. O otimismo de Maia parece exagerado, já que a sociedade mal discutiu os termos das mudanças propostas pelo governo. A reforma administrativa está ainda pior. Há alguns dias, o presidente Bolsonaro disse que o texto será enviado para o Congresso apenas em 2021.

WEG investe em inteligência artificial


A catarinense Weg, uma das maiores fabricantes de equipamentos elétricos do mundo, entrou de vez na era digital. A empresa fechou, por valores não revelados, a compra de 51% da Mvisia, startup especializada em inteligência artificial que foi fundada em 2012 no Centro de Inovação, Empreendedorismo e Tecnologia da Universidade de São Paulo. Trata-se da terceira empresa comprada pela Weg desde a criação de seu braço de negócios digitais, há exato um ano.

5%

Deve ser o aumento das receitas com publicidade do Facebook em 2020. Nem a crise do coronavírus, uma das maiores da história, será capaz de frear o crescimento econômico da rede social


Montadoras se rendem aos carros autônomos

(foto: Malagrine/Divulgação - 16/3/18)
(foto: Malagrine/Divulgação - 16/3/18)

A indústria automobilística tradicional está se rendendo aos novos tempos. Nesta semana, a alemã Mercedes-Benz (foto) fechou um acordo com a americana Nvidia para a produção de carros autônomos. A parceria prevê que a Nvidia forneça chips e softwares usados em sistema de direção autônoma que serão fabricados pela Mercedes a partir de 2024. Não é um caso único. A Ford anunciou recentemente que seu Active Drive Assist vai estrear no final de 2021, a bordo do Mustang Mach-E.

Protocolos sanitários vão custar R$ 2 bilhões por mês


Vai custar caro para as empresas a adoção dos protocolos sanitários exigidos pelas autoridades. Em São Paulo, a Federação de Dirigentes Lojistas estima que o comércio gastará R$ 2 bilhões por mês para cumprir as exigências do governo, como a distribuição de álcool em gel para clientes, o uso de máscaras e aventais descartáveis pelos funcionários e a instalação de acrílicos protetores nos caixas ou balcões. Enquanto a vacina não sair, não há outra maneira de garantir o mínimo de proteção.

''O agronegócio precisa deixar a ideologia de lado e focar em fazer negócios''
Eduardo Miron, ex-presidente global da Marfrig


Montadoras se rendem aos carros autônomos


A indústria automobilística tradicional está se rendendo aos novos tempos. Nesta semana, a alemã Mercedes-Benz (foto) fechou um acordo com a americana Nvidia para a produção de carros autônomos. A parceria prevê que a Nvidia forneça chips e softwares usados em sistema de direção autônoma que serão fabricados pela Mercedes a partir de 2024. Não é um caso único. A Ford anunciou recentemente que seu Active Drive Assist vai estrear no final de 2021, a bordo do Mustang Mach-E.


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