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Estado de Minas MERCADO S/A

Crise da COVID-19 não impede montadoras de aumentar preços dos carros

Segundo um estudo realizado pela consultoria KKB Brasil, em maio o valor médio dos veículos novos subiu 2,25% na comparação com abril


postado em 10/06/2020 04:00 / atualizado em 10/06/2020 08:22

Produção e venda de veículos teve queda forte com o coronavírus, mas empresas elevaram valor dos automóveis em até 9,5%(foto: Lara/Divulgação)
Produção e venda de veículos teve queda forte com o coronavírus, mas empresas elevaram valor dos automóveis em até 9,5% (foto: Lara/Divulgação)

A crise do coronavírus, o sumiço dos clientes e a falta de perspectivas em 2020 não foram suficientes para convencer as montadoras a segurar o preço dos automóveis. Muito pelo contrário. Segundo um estudo realizado pela consultoria KKB Brasil, em maio, o valor médio dos veículos novos subiu 2,25% na comparação com abril. Entre 21 marcas pesquisadas, 19 aumentaram os preços cobrados aos consumidores. A campeã do reajuste foi a BMW, que subiu a fatura em impressionantes 9,5% – isso para uma inflação quase inexistente. A Peugeot vem logo depois, com alta de 7,81%. Apenas Audi (redução de 2,03%) e Citroen (queda de 1,48%) diminuíram as suas tabelas de preços. Não deixa de ser surpreendente o movimento das fabricantes. Qual é o sentido de inflacionar os carros se as vendas estão em queda, como mostram os indicadores? Segundo as empresas, o aumento de custos no período explica em parte os reajustes, mas isso certamente contribui para afastar compradores.

Executivos estrangeiros querem distância do Brasil

 
Os números dramáticos da pandemia do coronavírus assustam executivos de fora do país. “Ninguém quer vir ao Brasil para nada”, diz um diretor da Fiat que mantém conversas diárias com seus colegas na Itália. “Estão todos muito preocupados e não será fácil convencê-los a participar de encontros profissionais em solo brasileiro.” Ainda é cedo para avaliar os efeitos da crise de imagem do Brasil no exterior, mas é provável que ela trará problemas em diversas áreas de negócios.

''Temos uma agenda econômica bem razoável e um Congresso de centro ou centro-direita. Então, se nós administrarmos bem isso, podemos continuar com uma agenda positiva de reformas''

André Esteves, controlador do BTG Pactual


Setor aéreo vê recuperação mais rápida

(foto: Jair Amaral/EM/D.A Press - 21/8/17)
(foto: Jair Amaral/EM/D.A Press - 21/8/17)

As previsões pessimistas começam a ser revistas pelas companhias aéreas (foto). Há um mês, a alemã Lufthansa chegou a dizer que apenas em 2021 o setor chegaria perto da normalidade. Com a reabertura da economia em diversos países, o cenário mudou. A Lufthansa pretende retomar até setembro 90% dos voos de curta e média distâncias e 70% das rotas de longo alcance. Gigantes como TAP, Swiss e Air France também acham que a recuperação será mais veloz.

US$ 35 bilhões

é quanto Jeff Bezos, fundador da Amazon, embolsou em 2020, em plena crise do coronavírus. Com isso, a fortuna pessoal do empresário chegou a US$ 150 bilhões

Com rivais fracos, Ambev vê espaço para crescer


As cervejarias artesanais terão dificuldade para resistir ao coronavírus. Com vendas em queda, falta dinheiro para honrar compromissos. Se os pequenos sofrem, os gigantes podem se dar bem. Analistas apostam que a Ambev sairá mais forte da pandemia. A empresa detém 60% do mercado brasileiro (há uma década, o percentual era de 70%), mas em um cenário de competição enfraquecida há espaço para crescer mais. Não à toa, ampliar o portfólio de bebidas é uma das prioridades da cervejaria.

Rapidinhas


  • O comércio eletrônico bate recordes na crise do coronavírus. Na OLX, o número de buscas por anúncios contendo o termo Dia dos Namorados disparou 248% em maio, na comparação com o mesmo mês do ano passado. Segundo a empresa, as mulheres respondem por 55% das buscas e os presentes mais buscados são chocolates, doces, pelúcias e itens eróticos.

  • A Fico, líder mundial em software de análise preditiva, realizou um estudo sobre os novos hábitos bancários dos brasileiros. Eles estão cada vez mais digitais: 92% dos entrevistados afirmaram que pretendem adquirir produtos bancários de forma on-line, sendo que os canais preferidos são o aplicativo do banco (43%) e o site (28%).

  • O coronavírus mudou os rumos de muitas empresas. Uma das mais tradicionais marcas de moda íntima do país, a Hope já vende mais máscaras do que lingeries. A informação é de Sandra Chayo, diretora de marketing e estilo da companhia. Os kits com 10 unidades custam R$ 92,90, enquanto duas peças saem por R$ 19,90.
  • A velocidade de recuperação da economia chinesa surpreende o mundo. Nas duas últimas semanas de maio, as vendas de imóveis e de veículos leves alcançaram o mesmo patamar de um ano atrás. Números preliminares mostram que o movimento de shoppings também está prestes a voltar aos patamares pré-pandemia.

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